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A GUTTROLL divulgou o ‘faixa a faixa’ do seu primeiro álbum da carreira, “Invalid Leaders“, lançado recentemente nas plataformas digitais.

Desde 2015, a banda vem trabalhando firme em composições, clipes, apresentações. Após lançamentos de singles, abrirão o ano de 2023 com os dois pés na porta com o lançamento de seu full álbum de estúdio.

O disco começa com a faixa, “Thrash Metal“, e como é bom voltar às raízes headbanger. A letra fala exatamente sobre o dia-a-dia de um headbanger que está vivenciando os prazeres de ir a concertos, de estar no meio do moshpit, de usar roupas pretas com correntes penduradas e calças rasgadas. Uma música que traz nostalgia aos ‘tiozões’ do Metal e um espírito de renovação aos novos adeptos do som.

Além da letra e da interpretação realizada pela banda com um gangue vox no meio do refrão, a musica tem a cara do ‘Thrash Bay Area‘ de onde surgiram os maiores clássicos do gênero.

Rules“, segunda faixa do disco, possui uma letra que é certamente uma das melhores do Metal nos últimos anos. De cunho filosófico, ela pode ser considerada um hino contra a imoralidade política e as mazelas sociais causadas pelo estado e por pessoas que se aproveitam de outras. Algumas frases podem talvez traduzir o sentimento da música, como por exemplo: “criam problemas para vender a solução e espalham migalhas como retribuição”. Além da letra, o som tem uma pegada alucinante e um solo insano.

Internal War“, a próxima faixa e a do primeiro videoclipe oficial da banda, traz como tema a síndrome do pânico. Musica necessária nos dias atuais, pois essa é uma doença que tem causado muito mal a todo o mundo. Com uma introdução Death/Thrash e com mudanças de direção, somos levados a uma estrofe punk.

Hate of The State“, a quarta música do disco, foi a primeira de trabalho da banda e passou por uma nova roupagem até chegar nessa composição completa que se inicia com uma levada arrastada e pesada e que cresce até estrofes com guitarras oitavadas e um refrão digno de raiva total ao status quo. O tema nos leva a uma guerra contra a sociedade injusta que vivemos.

Invalid Leaders“, faixa-título do álbum, trata exatamente dos lideres inválidos de hoje. A música tema de um lyric video no canal da banda no Youtube, fala de como os líderes religiosos usam o medo para controlar as massas e de como eles mesmos se contradizem ao trazer discórdia para que seus projetos se concretizem. O som tem as passagens de acordo com sua letra, o que o faz ainda mais especial e consegue trazer quem escuta para a atmosfera de um mundo onde essa aparente paz é puro caos nos bastidores. Rápido, pesado e técnico.

Sexta faixa, “Die for Nothing“, foi single da banda em 2022 e na capa traz um soldado morto fazendo uma foto com uma granada em punho. Essa é exatamente a mensagem da música: estamos nos matando muitas vezes por nada, por uma visibilidade inútil. Com um tema impactante que traz um clima de suspense, a música contém uma introdução de solo de guitarra que cai direto em um riff pesado. Com uma levada rock, a faixa traz um refrão marcante.

Living Blindly“, com tema especial direcionado ao disco, traz as mãos do estado e da religião fazendo seus respectivos trabalhos.

Feast of The Flesh“, oitava faixa, é especial não só pela musica em si mas pelo tema. A ideia de fazer uma letra trazendo a orgia dos Bacanais do Deus, Bacco e das festas Dionisíacas de Dionísio foi simplesmente sensacional e foge totalmente de muitas coisas já ditas pelo Metal.
Tanto a letra quanto a música crescem juntas e sugerem vinho e orgia do inicio ao fim, não de forma forçada mas mostrando como os seres humanos são frágeis aos anseios e pulsões físicas.

Para fechar com chave de ouro, “Hybrid Religion“, uma aula de história em poucos minutos, musica que já se tornou um clássico e é uma das mais pedidas em apresentações da banda. Trata do tema concílio de Nicea e a invenção do cristianismo e de como Constantino fez dessa a religião do estado para vencer suas guerras. Além de muito bem construída por ser uma musica temática, ela é muito pesada.

O debut traz nove faixas do mais puro Thrash/Death Metal, um verdadeiro presente aos fãs do gênero e os amantes da musica e da arte em geral.

Para mais informações sobre as atividades da banda GUTTROLL e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

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Após sua estreia com o caótico single “Infernal Manipulation”, uma necessária reestruturação de formação deu à luz a duas brutais novas faixas: o pesadíssimo e conceitual “Suicidal God”,baseado na história do psicopata esquizofrênico americano Joseph Kallinger, e o mais recente – e mais Death Metal – “Speaking Of The Devil”, uma autocrítica ao ser humano e suas hipocrisias, a banda de Melodic Death/Thrash Metal paulista SOPHIE’S THREAT lançou seu primeiro videoclipe oficial da carreira.

A grande aceitação e os números expressivos de audições do mais recente e brutal single “Speaking Of The Devil” em todas as plataformas de streaming foram o grande motivo que fez com que Malu Sales (vocal), Tiago Carteano (bateria), Ricardo Oliveira e Marcão (guitarras), e Paulo R. “Satan” (baixo) decidissem captar imagens da banda em ação no Estúdio Oversonic, em São Paulo.

Assista “Speaking Of The Devil” em 

Gravado no Estúdio Oversonic (@oversonicestudio)
Vídeo editado por Tiago Carteano (@tdrummerofficial)
Áudio produzido, mixado e masterizado por Michel Villares (@meh.studio)
Maquiagem por Malu Sales (@xmaxlu)

“Pesada, agressiva, com linhas de voz bem melódicas e pedais duplos quase que em sua totalidade. Talvez seja a composição mais Death Metal que fizemos até agora”, comentou Tiago Carteano (bateria).

Sobre a letra de “Speaking Of The Devil”, Malu Sales comentou que “a inspiração veio durante um bate-papo com um amigo sobre outra pessoa que os dois conheciam, mas coincidentemente durante a conversa a pessoa em questão apareceu bem na hora, surgindo o famoso bordão ‘falando do diabo (ele aparece)’, desconcertando os dois imediatamente (risos).” 

Basicamente, a temática da faixa foi construída através da autocrítica sobre o quanto os seres humanos têm o hábito hipócrita de criticar os outros fazendo as mesmas coisas que criticadas, criando uma projeção das suas próprias falhas. “A letra é realmente um exercício para se enxergar através dos outros principalmente sem hipocrisia”, comentou Malu.

Seguindo a identidade visual e a temática abordada, a vocalista Malu Sales – além de sua voz extremamente agressiva – abrilhantou ainda mais a execução precisa e pesadíssima da banda, trazendo para o videoclipe a mesma maquiagem demoníaca estampada na arte de capa de “Speaking Of The Devil”.

“A proposta dessa maquiagem é além da representação da dualidade do bem e do mal, onde os chifres representam o que na nossa cultura se entende como “do mal”, mas temos a parte humano sempre sujeito a falhas em evidência. A interpretação literal da letra fala que o demônio que vemos nos outros pode ser apenas um reflexo do que também somos”, concluiu a vocalista.

Para breve, a banda está preparando o lançamento de mais novo single “Poison”, que para quem está acompanhando os recentes shows do quinteto já sabe o que esperar, e na sequência trabalhará para o tão sonhado EP de estreia.

Mais informações:

Formada em São Paulo pelos músicos Tiago Carteano (bateria) e Ricardo Oliveira (guitarra), foi batizada com este nome como referência ao Robô Sophia, que consegue reproduzir 62 expressões faciais e sendo projetado para aprender a trabalhar entre nós, seres humanos, adaptando-se aos nossos comportamentos. Esse robô é o primeiro humanoide a receber cidadania de um país (Arábia Saudita) e quando questionado em uma entrevista se destruiria a humanidade surpreendeu a todos respondendo que ‘sim’! Desse conceito, surgiu a ideia para o nome da banda, uma forma que seus integrantes encontraram para criticar o quão rápido o crescimento tecnológico pode destruir seu criador sem pensar em suas consequências. Com letras ousadas que enfrentam os dias atuais, muito peso, riffs marcantes e uma mistura competente de Thrash com o Melodic Death Metal, a Sophie’s Threat
 mostrou muita eficiência, seriedade e qualidade em três singles desaconselháveis para ouvidos sensíveis, e promete muito mais para seus próximos lançamentos, dentre ele um EP para o primeiro semestre de 2023.

Para fãs de: Arch Enemy, Testament, Sepultura, Carcass, Annihilator, Jinjer

Discografia:

“Infernal Manipulation” (Single/2022)
“Suicidal God” (Single/2022)
“Speaking Of The Devil” (Single/2022)

Ouça SOPHIE’S THREAT em:

Spotify: https://spoti.fi/3JADRDP
Deezer: https://bit.ly/3QmyACa
Amazon: https://amzn.to/3zAMF89
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Fotos por Michel Villares
Arte de capa por Tiago Carteano


JZ Press

A Banda de rock Staut é tudo aquilo que devemos esperar de uma banda de rock nacional de excelente qualidade. O quarteto feroz sempre se entregou com unhas e dentes em suas composições, e após anos de história, o grupo se estabelece como uma das grandes vitrines do nosso rock alternativo. Unindo competência, composições de peso, profissionalismo e com a afirmação que o rock é para todos, STAUT, mostra que veio pra ficar e degalgar ainda mais seu espaço na cena.

Staut éuma banda de Heavy Rock nascida noVale do Paranhana, no Rio Grande do Sul. Fundada por Beta Staut(Voz) e Renato Staut(Guitarra), a banda passou por um hiato de 2008 à 2014 e hoje conta em sua nova formação com Chico Paz(Baixo) e Cassiano Haag(Bateria).

Seu último lançamento o single “O Presente é o Meio”, traz muito groove e peso em sua sonoridade e um discurso de força e afirmação para as minorias que sofrem com o medo instituído por uma sociedade conservadora. A música novamente produzida por Thiago Heinrich e distribuída pelo selo Electric Funeral Records, acaba de ser lançada nas principais plataformas de streaming.

“O Presente é o Meio”: https://open.spotify.com/album/028z7Xv4IBIH6EJdSiMCev

Em uma conversa sincera, STAUT, fala sobre sua história, processo de composição, as dificuldades de ser fazer rock no Brasil e sobre a enxurrada pop que nos permeia nos meios de comunicação. Confira a entrevista!

Como e onde surgiu a ideia de formação da banda? Quando Beta e Renato se conheceram, (lá pelo ano 2000), ambos possuíam afinidades musicais, mas cada um tinha um direcionamento artístico bem diferente. Beta já tinha iniciado sua carreira de cantora a algum tempo cantando em corais, grupos cênicos, fazia voz e violão com amigos e eventos com seu pai que é harpista profissional com reconhecimento internacional. Já o Renato, vinha de bandas punk/hardcore, depois passou pelo grunge até chegar na sua última banda antes da Staut, a S.I.G.L.A. Com esta banda fez diversos shows pela região do vale, misturando punk e hardcore com linhas de vocais de rap. Após alugarem uma sala para ensaio em 2004, surgiu a primeira formação da banda. Beta nos vocais, junto com Renato (guitarra), Juliano Bassman (baixo) e Juliano Banana (bateria), todos músicos remanescentes da banda S.I.G.L.A. “A ideia sempre foi fazer som autoral, mas no início mesclavamos com covers para conseguirmos tocar em festivais e bares da região”.

A banda lançou recentemente mais um videoclipe e dois novos singles. Como foi a gravação e produção desses novos conteúdos? Como faziam anos sem um material inédito de estúdio, a gravação dessas novas músicas foram empolgantes e muito gratificantes. Muitos fatores impediram com que a banda continuasse com a frequência de lançamentos, mas agora temos mais seis músicas prontinhas na fila para a gravação. A ideia, inicialmente, era um disco de oito músicas, mas a realidade está nos impondo o trabalho com singles. Isso está sendo uma experiência nova para nós, mas para falar a verdade estamos gostando do formato. Assim, procuramos envolver mais as pessoas com cada música, criando uma arte de capa individual, que também vira camiseta, e dando mais profundidade artística com os vídeos.

Falando primeiro do single “Novo de Novo”, foi como se tivéssemos dado o “start” novamente. Esse ano nós completaremos 10 anos de banda ativa e quase 19 anos do início de tudo. Faz apenas dois anos que retomamos as atividades e como o início de tudo se deu a quase duas décadas atrás, gravar a “Novo de Novo” foi realmente revigorante. O videoclipe dessa música foi super divertido de gravar. Fizemos um brainstorm gigantesco para conseguir gerar uma ideia legal e torná-la viável. Foi tudo gravado na nossa casa mesmo, com o apoio de um amigo próximo que é ator, chamado João Spalding e foi produzido pelo nosso sempre “parceiro por trás das câmeras” Diego Scheid.

Já o “O Presente é o Meio” é uma música que fala sobre luta, busca pelo autoconhecimento, autoconfiança, feminismo e gratidão. Lançamos ela durante o período das eleições porque ela traz uma carga social resultante de um retrocesso de visão que se instalou na nossa sociedade nos últimos quatro anos. Tudo o que gostaríamos de falar e transmitir o mais rápido possível. Por isso também optamos por um videoclipe que nos gera muita essência nas entrelinhas. As cores em neon, o preto e branco, tudo tem um significado e um porquê. A arte da capa e o vídeo desta música foram produzidos pelo Renato, (guitarra), e a música, assim como a “Novo de Novo”, foi produzida pelo Thiago Henrich, o TH, que deve produzir as próximas músicas que virão.

A cena independente costuma não ser tão favorável às bandas de rock. Quais as dificuldades que a banda já passou nesse cenário e quais as maiores motivações da banda? Nunca foi fácil. Costumamos dizer que sempre tocamos o barco sobre as pedras. Há pouco espaço para tocar se você não é uma banda de covers ou possui um estilo musical muito bem definido. Hoje a internet ajuda muito. Antes tu tinha que te sujeitar a muita coisa para ter o direito de aparecer para uma meia dúzia de pessoas. Fora que dentro do próprio meio do underground há sempre um sutil ar de questionamento de credibilidade. Com isso, nosso nicho vai ficando cada vez mais encurralado dentro dos seus círculos, dependendo das próprias forças para que algo no segmento aconteça. Uma das coisas que nos motiva hoje, é a ligação que temos com mais pessoas hoje através da Internet. Isso aproximou e uniu demais as cenas de diferentes regiões. As redes sociais se tornaram as peças fundamentais para nossa divulgação e nos deu mais gana e vontade de continuar.

Com a música POP dominando o mundo, vocês acham que o rock tem perdido espaço nas grandes mídias? Sim. Na verdade o rock teve um bom espaço nos anos 90 e início de 2000, onde vimos surgir uma banda fenomenal atrás da outra. A mídia mundial estava voltada para o rock e as grandes gravadoras, as rádios, a mídia em geral e nós que gostamos do estilo todos estavam em sintonia. Foi muito bom e a prova de que o rock tem público sim, só que a maior parte parece ter amadurecido. Vimos muitos movimentos nascerem, estourarem e morrerem. Como a vida, tudo é cíclico. Ao mesmo tempo em que bandas de rock gringas estouraram e ditavam as tendências de mercado musical, aqui no Brasil tudo acontecia de forma um pouco diferente. As bandas de rock que fizeram uma história de alcance popular no Brasil, sempre trouxeram elementos diferentes do que estava rolando fora daqui. Já as bandas que traziam elementos mais “raiz”, sempre estiveram e ainda estão no underground. Isso falando de artistas que fazem sentido para nós! Obviamente houveram aquelas bandas de “sucesso a qualquer custo”, que se transformaram no que os grandes investidores queriam e tiveram a sua “fama” esquecível. Para resumir esse raciocínio, o que é realmente popular está onde deveria estar e a boa música permanece no seu lugar. Sempre haverá alguém para estigmatizar e matar o rock e suas vertentes. Essas pessoas não sabem o que este estilo representa para quem leva isso no sangue. Claro que assim como no rock, há artistas e fãs em outros estilos de música que também trazem esse valor. Conflitos de estilo sempre existiram devido a momentos de emoções afloradas de quem defende sua paixão. Cada um na sua! Em algum momento, dentro dos devaneios de consumo do mercado da música, tudo pode mudar novamente e as atenções podem se voltar a um artista da nossa vertente que esteja fazendo a “coisa certa”, na “hora certa”. E é isso aí! Não é o rock que estará na mídia novamente e sim, o olhar das pessoas estará em outra direção. A mídia estará olhando para o underground e o rock estará lá, onde é a sua casa!

Como vocês enxergam a trajetória do Staut, conquistas e o amadurecimento desde o primeiro dia juntos até hoje? É tempo hein? Dezenove anos não é pouco! Estamos falando de duas décadas, gerações diferentes, muitos acertos e erros, integrantes, shows, estrada, insistência, músicas e mais músicas, acordes, batidas, melodias, letras, ideias, vivência. A Staut é fruto de resistência e família! Tudo foi muito pensado e curtido! Estamos felizes com o que construímos e o que estamos fazendo. Somos amantes da música, do som pesado, do rock antes de tudo e sempre fomos fiéis às nossas ideias. Entendemos o mercado da música e sabemos que o “sucesso” tem um preço. Sucesso para nós é ver a identificação das pessoas em um trabalho íntegro e verdadeiro. Fazer um show e ver a galera cantando nossas músicas, mesmo que seja uma pessoa só! Os comentários nas redes sociais, palavras de identificação. Costumamos dizer que estamos fazendo um trabalho para nos orgulhar. Fazer o que acreditamos que está faltando e não o que está na onda do momento. Queremos olhar para trás e pensar com orgulho do trabalho que fizemos. Já sentimos isso hoje! Para nós, já temos sucesso! Mas, obviamente, queremos mais!

Quais os planos e projetos da Staut para 2023? Shows, muitos shows, estamos precisando do contato físico, tocar ao vivo, interagir. Mas também vamos continuar o trabalho de gravar nossos sons novos e fazer vídeos. Divulgar bastante nas redes e conhecer mais gente como nós. Confeccionar camisetas fodas, porque adoramos camisetas. Quem sabe produzir novas cervejas, comercializá-las e tomá-las🍻. Resumindo, assim como trabalhamos incansavelmente em 2022, vamos trabalhar em 2023! Procurando surpreender com as diferentes vertentes do rock nas nossas músicas, fazendo novas parcerias, enfim…, mantendo a chama acesa. Tamu junto!

Collapse Agency

Hoje a banda sueca de power metal sinfônico TWILIGHT FORCE lança seu quarto álbum, “At The Heart Of Wintervale”. Aterrissando mais de três anos após o álbum de estúdio anterior da banda, sua última obra reconta histórias novas e emocionantes diretamente do Reino do Crepúsculo! Juntamente com o lançamento do álbum, os suecos também revelaram um novo videoclipe para a faixa-título do álbum “At The Heart Of Wintervale”, que pode ser assistido aqui:

A banda TWILIGHT FORCE comentou:
“Alegrem-se! A eterna espera acabou! Finalmente At The Heart Of Wintervale é destravado para o plano mortal e tudo está bem novamente! Esta criação é a culminação de nossos imensos esforços para levar você, nosso ouvinte, em uma jornada através dos vastos reinos de Twilight Kingdom e com isso explorar sua rica história de mitos e magia através de uma rápida e brilhante aventura musical. Então venha, junte-se a nós mais uma vez em uma missão para recordar – pois hoje é um dia para se celebrar!
Que o poder do Dragão te guie para sempre!”

O álbum “At The Heart Of Wintervale” será lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast. Ouça o álbum agora aqui:

https://twilightforce.bfan.link/at-the-heart-of-wintervale.
a01

“At The Heart Of Wintervale” possui oito contos cativantes e possui uma duração aproximada de 45 minutos. As músicas são todas histórias e lendas dos Reinos do Crepúsculo, reunidas ao longo de anos de pesquisa meticulosa, explorando e mergulhando ainda mais no vasto e mágico mundo de seus reinos. 

“At The Heart Of Wintervale” está disponível em CD, Digibook e Vinil (Nota: as versões em Digibook e Vinil somente importados). A edição limitada do Digibook também inclui três faixas bônus. A primeira é uma música que muitos dos leais cavaleiros de TWILIGHT FORCE podem reconhecer; é uma mistura acústica de alguns dos trabalhos mais antigos, apresentando uma performance vocal fascinante e trabalho de guitarra do próprio elfo da floresta Aerendir do TWILIGHT FORCE. A segunda e a terceira faixas bônus são versões orquestrais de duas músicas do álbum, dando aos fãs a oportunidade de experimentar uma paisagem sonora diferente e talvez descobrir novos elementos e complexidades nunca antes percebidos.

SOBRE TWILIGHT FORCE:
TWILIGHT FORCE é uma banda sueca de power metal sinfônico conhecida por suas letras altamente fantásticas e roupas no estilo Dungeons And Dragons com as quais a banda se apresenta no palco. Os principais temas líricos da banda são baseados na tradição de um mundo fictício conhecido como The Twilight Kingdoms, criado pelo tecladista Blackwald. A banda lançou três álbuns até o momento. Seu último, Dawn of the Dragonstar, foi lançado em 2019. Durante os últimos anos, TWILIGHT FORCE esteve ocupado forjando sua mais nova obra, At the Heart of Wintervale, que é lançada hoje pela Nuclear Blast Records, no dia 20 de janeiro de 2023. 
 
TWILIGHT FORCE é:
Allyon | Vocais e vocais de apoio
Lynd | guitarras base e rítmica
Born | baixo
Blackwald | teclados e narração
De’Azsh | bateria
Aerendir | guitarras rítmicas e acústicas

Mais informações:
https://www.facebook.com/twilightforce
https://www.instagram.com/twilight_force/
https://www.nuclearblast.de/band/twilight-force

Reverbera Music Media

Omar Pizarro (Lead singer), Coqui de Tramontana (guitars), Martín Tuesta (guitars), Miguel Tuesta (bass) y Hans Menacho (drums) – have released their official video clip for “Brutalidad” one of the most classic songs from their album “Demoledor”, a key and well known record in Latin-American Metal

M.A.S.A.C.R.E, whom acronyms stand for (Metal Avanzando Siempre Ante Cualquier Rechazo Existente) roughly and literally translated as “Metal Going Forward Always Against Any Existing Rejection”, have returned to the stages in 2021, but this time meeting up again with Omar Pizarro, who has been part of the band between 2000 and 2006 having two official shows during that same year, from which the festival Demoledor Fest has been noteworthy of M.A.S.A.C.R.E’s anniversary celebration for their “Demoledor” Album, an undeniable classic within Peruvian Metal.

The “Brutalidad” video clip filmingwas taken place in Lima, taking advantage of Pizarro’s short but worthy visit to Peru, who currently lives in Spain. With a simple but yet powerful focus on the video clip’s visual aspect, this new version of “Brutalidad”, has Jacob Hansen (Arch Enemy, Amaranthe, Volbeat, Epica, Delain), who from Hansen Studios, in Denmark, has taken charge of the mix and master of the single.

Coqui de Tramontana – guitarrist and also one of the founding members from M.A.S.A.C.R.E shared: “This new production has been done out of the urge of being able to record with Omar during one of he’s visits to Lima.

“Brutalidad” and “En el Infierno” where the chosen ones and it took us a couple of days to setup, record and edit before leaving all in Jacob Hansen’s hands, under Omar’s recommendations and the result has caused an impact due to such potential and elegancy and the same time… pure European school”.

Within M.A.S.A.C.R.E’s well known history they have shared stage and been guests  for many international shows for great bands such as Quiet Riot, Kreator, The Knife, Fito Páez, Criminal, Iron Maiden, Testament, and many other.

They have also been part of many tribute albums like: “V8 no murió” a Tribute to V8 from Argentina with the song “Momento de luchar”, Tribute to “Leucemia” (1983-2003) from Perú with the song “Barras malditas” and on “Tributo Internacional Kraken” from Colombia, with the song “Oculto”.

This so far is a new chapter in the M.A.S.A.C.R.E history. There is NO doubt on why they have such a well earned reputation as one of Latin-America’s Metal reps, with goals to expand towards new horizons, proudly taking with them their Peruvian flag towards new journeys.

“Metal hecho en Perú, para todo el mundo” which means Metal made in Peru, for the world

M.A.S.A.C.R.E is:

•    Omar Pizarro | Lead singer

•    Coqui de Tramontana | Guitar

•    Martín Tuesta | Guitar

•    Miguel Tuesta | Bass

•    Hans Menacho | Drums

M.A.S.A.C.R.E – OFFICIAL SOCIAL MEDIA

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Pamela Calderon

Matheus Silva (19 anos), lutador de MMA, que participou do videoclipe, “Nocaute“, do BRUTHUS, foi vitorioso em luta na Fushion Light Ligue que ocorreu em Algarve, Portugal. O atleta que faz parte da equipe Brazilian Fight MMA, do treinador Filipe Grativol, ganhou por finalização à 1m20seg do 1⁰round.

Nocaute”, single lançado pela banda em 2021, também foi a música oficial do evento, Free Combat, transmitido por pay-per-view nos dias 05 e 06 de março de 2022. A canção foi composta a partir do sonho do vocalista em ter uma música da banda em um evento de UFC.

Em paralelo, o grupo confirmou o início da pré-produção do seu novo single, com previsão de lançamento para os próximos meses.

O vindouro som está em processo de finalização dos arranjos que virão mais pesados, na mesma linha de “Nocaute”. A banda promete muitas novidades para os próximos meses.

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A veterana banda de death/black metal Carnified lançou recentemente nas principais plataformas digitais o EP “Carnage For The Gods”, sucessor do single “Nocturna”, lançado em 2021 e que marcou o retorno do grupo após um hiato de cerca de 15 anos.

O trio formado por Dan Loureiro (vocais, baixo), Marcos Franco (guitarra) e Vicente Azevêdo (bateria) apresenta agora ao público uma nova experiência do EP, através do vídeo gravado para a faixa “In Darkness…”, criado pelo cinegrafista Andrey Drake Silveira, responsável por encarar o desafio de apresentar as letras do grupo, que abordam cenários ritualísticos e soturnos, e também levar o ouvinte para Askardem, o universo temático criado pela Carnified.

O lyric video de ‘In Darkness’ é a primeira de um conjunto de iniciativas da Carnified para dar acesso às letras das músicas e ao rico universo temático de Askardem ao público“, explicou o guitarrista Marcos Franco. Ele acrescentou: “Nossas letras se interligam e contam uma história. Queremos que as pessoas busquem ouvir nossas músicas não somente pela sonoridade, mas também para descobrir o próximo episódio dessa intrigante história.

Andrey comentou sobre a produção do vídeo: “Quando o Marcos me procurou para a produção de um lyric vídeo, eu não conhecia a profundidade e a grandiosidade do trabalho do Carnified. Eu, Marcos e Vicente começamos a desenvolver o conceito artístico baseado nos trabalhos anteriores. A fotografia usada nos outros trabalhos, mais ‘retrô’ me encantou, além de combinar perfeitamente com o desenvolvimento da estória, outra coisa na qual me encantou de primeira. Percebi que não poderia desenvolver algo básico, com a rica narrativa, o universo próprio, eu me dediquei a entregar algo a altura dessa obra-prima.”

“O som foi outra coisa que me deixou sem palavras. É agressivo, pesado, denso, melancólico, reforçando a narrativa, te colocando no meio dos acontecimentos, mas nos refrões, ficamos emocionados, melodias marcantes em meio ao caos dos acontecimentos, trazendo suavidade em meio ao som pesado, tudo muito equilibrado, deixando o som muito agradável e balanceado e nos fazendo querer repetir cada faixa.”

Assista o lyric video de “In Darkness…” no canal da Carnified no YouTube aqui.

Formação:
– Dan Loureiro (vocais, baixo)
– Marcos Franco (guitarra)
– Vicente Azevêdo (bateria)

Discografia:
– “Putrid Development” – Demo (1994)
– “The Carnification” – Demo (1996)
– “O Primeiro Elo” – EP (1998)
– “Where the Gods Bleed” – (2001)
– “Prelude to Askarden” – Coletânea (2021)
– “Nocturna” – Single (2021)
– “Carnage For The Gods” – EP (2022)


Links:
Bandcamp – https://carnified.bandcamp.com
Facebook – https://facebook.com/carnifiedmetal/
Instagram – https://www.instagram.com/carnified_/
Site – http://www.carnified.com.br
Spotify – https://open.spotify.com/artist/1526UNsPhPSitF9VbhliAB
Imprensa: contato@nightfallpr.com

Nightfall PR

A GRAVEYAD OF SHADOWS concedeu uma entrevista exclusiva para a edição #271 da maior revista da América Latina do segmento, a Roadie Crew, a respeito do lançamento do seu mais recente álbum, “Abyssal“.

A magazine pode ser adquirida nas melhores bancas do país ou em seu formato digital pelo site oficial.

Responsável pelo desenvolvimento desde a composição ao trabalho final, trabalhando praticamente sozinho desde o início ao fim desta produção, Vinicius produtor e multi-instrumentista apresenta suas composições autorais que foram desenvolvidas nos últimos 20 anos.

Dentro de sua trajetória, o músico nos mostra nesse trabalho seu repertorio, trazendo duas faixas que desenvolveu quando fez parte da extinta banda, Morbid Hate: “New Rose” e “Systematic Method Of Destruction”, que foram adicionadas ao repertorio com um instrumental renovado, se complementando dentro do contexto do álbum.

Para mais informações sobre as atividades da banda GRAVEYARD OF SHADOWS e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

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The Damnnation ataca com seu álbum de estreia, lançando um som versátil que mistura várias vertentes do metal extremo e dá vida ao thrash old school. Continuando a promoção do álbum, a banda lança o videoclipe, da faixa “Slaves of Society”, produzido e gravado pela Starship Vídeos.

“Nesse vídeo decidimos fazer com uma pegada mais ‘palco’ para externar a ideia de raiva e angústia que é passada na letra, um momento muito evidente agora no país”, comenta a vocalista e guitarrista Renata Petrelli.  

A banda lança o novo video e se prepara para a Way of Perdition Latin America Tour, que começa esta semana, com a primeira data no dia 07 de dezembro em Buenos Aires, passando por outras cidades da Argentina, e Bolívia. 

‘Way Of Perdition’ foi lançado dia 6 de maio de 2022 pela Soulseller Records em CD, LP e digitalmente. O disco foi  produzido e gravado pelo renomado Rogério Oliveira, quetrabalhou no EP Parasite’ e mixado e masterizado pelo renomado Martín Furia, que já trabalhou nos álbuns da Nervosa, Eskröta e BARK. Recentemente Martin foi anunciado como novo guitarrista da banda Destruction.

O álbum está disponível em formato de CD, LP limitado na cor roxa e LP na cor preta. Vendas pelo link: https://damnnation.loja2.com.br/

OUÇA ‘Way Of Perdition’: https://orcd.co/dxb101p

Radicado em São Paulo no Brasil, The Damnnation é um trio formado por Renata Petrelli (vocal, guitarra), Aline Dutchi (baixo, backing vocals) e Ellen Tavares (bateria, backing vocals). Em 2020, lançaram seu EP de quatro faixas intitulado ‘Parasite’, que transmite um punho furioso de heavy metal old school encontrando o peso do thrash metal, e que conquistou o 9º lugar de melhores EP’s lançados em 2020, em votação no site Metal Injection. Foram 40 títulos na votação, e o power trio feminino provou mais uma vez que ‘Parasite’ é um dos melhores discos lançados em 2020, representando o Metal Nacional. A faixa ‘Parasite’ também entrou na playlist oficial do Spotify, “Thrashers”.

O power trio de thrash metal assinou contrato com a gravadora holandesa Soulseller Records. “Estamos muito felizes com esse apoio e por fazer parte desse elenco com bandas incríveis do cenário mundial! Com certeza vamos ter uma estrada incrível juntos!”. O casting da Soulseller Records conta com bandas como Rotting Christ, Gorgoroth, SARKE, In The Woods entre outros grandes nomes do cenário do metal extremo. 

O álbum recebeu ótimas críticas em diversos sites e revistas especializadas como Decibel Magazine, Metal Injection, Rock Hard, Zero Tolerance, Metal Hammer, entre outras. The Damnnation fez grandes shows em todo o Brasil para promover e gravar e embarcar em uma turnê no final de 2022 pela América Latina.
 
Recentemente a banda anunciou a saída da grande baterista Luana Diniz, que gravou e fez shows no ‘Way Of Perdition’, e anunciou a entrada da nova baterista, Ellen Tavares, que gravará o novo álbum da banda previsto para o final de 2023.

Ouça ‘Parasite’ em todas as plataformas digitais, o EP que lançou a The Damnnation para o mundo.

Reverbera Music Media

À medida que a roda do ano gira em direção aos dias hostis do yuletide e a caça selvagem é contaminada pelo odor dos mortais, os suíços do ELUVEITIE mais uma vez despejam seu desespero em relação ao abandono do Mundo através de seus Deuses com visuais fantásticos. Hoje, a banda que possui os membros 

Chrigel Glanzmann e Fabienne Erni lançam um lyric video para ‘Exile Of The Gods’. 

Assista ao novo videoclipe aqui:

O membro fundador Chrigel Glanzmann comentou a faixa:
“Estamos muito animados em compartilhar a nova faixa ‘Exile Of The Gods’ com vocês. Após ‘Aidus’, a ‘segunda página’ no próximo capítulo do Eluveitie.
Nosso caminho atual nos leva de volta no tempo. E de volta ao presente! Nosso novo ciclo de canções é todo baseado em um texto mítico muito antigo – o lamento hermético. Embora não tenha se originado na cultura celta, sabemos hoje que suas palavras foram assimiladas, assimiladas e ensinadas pelos druidas celtas desde então. Na interpretação celta, seus ensinamentos foram atribuídos ao deus celta tricefálico Lugus.
Este texto antigo contém algum tipo de profecia que contém algumas palavras muito sérias e importantes para nós, pessoas modernas de hoje – mesmo assumindo de que não está falando sobre nossa Era (o que pessoalmente acredito que esteja).
Entre muitas outras coisas que o lamento de Lugus prevê: ‘…da tua fé nada restará senão uma história vazia, na qual os teus próprios filhos no futuro não acreditarão; nada restará além de palavras gravadas, e apenas as pedras contarão sobre a tua piedade. Pois os Deuses – que uma vez se dignaram a peregrinar sobre a Terra – retornarão da Terra para Antumnos. Os Deuses se afastarão da Humanidade, uma coisa lamentável! O Mundo ficará desolado, privado da presença de suas divindades.’
E é este o tema desta nossa nova faixa!
No entanto, esse texto antigo deixa claro que não estamos simplesmente falando sobre alguns assuntos mitológicos, religiosos ou espirituais aqui. Pois também fala muito claramente sobre o desenvolvimento da relação da humanidade com a mãe terra naquele contexto e aponta ações muito concretas nossas (hoje) e suas consequências na e para a natureza e, portanto, em última instância, para nós.
E assim, estamos ansiosos para compartilhar nossa nova música com todos vocês! E esperamos que gostem tanto quanto nós e que talvez até encontrem alguma inspiração nela! Apreciem sem moderação”!

Ouça a música aqui: https://eluveitie.bfan.link/exile-of-the-gods

ELUVEITIE é: 
Chrigel Glanzmann – vocais, flautas, mandola, gaitas de foles, bodhran
Fabienne Erni – vocais, harpa celta, mandola
Alain Ackermann – bateria
Rafael Salzmann – guitarra
Jonas Wolf – guitarra
Kay Brem – baixo
Matteo Sisti – flautas, gaitas de foles, mandola
Nicole Ansperger – violino

 
ELUVEITIE online:
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