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A banda recifense de Death/Thrash Metal Pandemmy lançou o penúltimo vídeo da série ‘Quarantine Collab’, desta vez  com a participação de Tati Klingel (Hokmoth, Divine Pain), dividindo os vocais com Guilherme Silva na faixa “State Of War”. A música foi registrada originalmente  no CD Rise of a New Strike, de 2016.

Assista: 

O grupo pernambucano está realizando uma série de vídeos em formato colaborativo, produzidos durante o período de isolamento pela pandemia do Covid-19. Foram lançados anteriormente vídeos de “Unwitnessed” e “Charlottesville”, com as respectivas participações de Raphael Olmos (Kamala) e Daniela Serafim (Invisible Control). Em 2022 o Pandemmy pretende voltar aos palcos para fazer a divulgação do terceiro álbum oficial, Subversive Need (2020).

A vocalista e professora de canto Tati Klingel é a precursora no vocal gutural feminino em Curitiba, desenvolvendo um método único para o estilo. Além de ser a voz dos grupos Hokmoth e Divine Pain, leciona suas técnicas por meio do projeto A Arte de Berrar, permitindo que muitos outros alcançassem seus objetivos no cenário da música pesada.

A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou há mais de 15 anos, com um tributo ao Arch Enemy. Atualmente integra a Hokmoth e a Divine Pain, ambas com lançamentos recentes. Conheça mais o trabalho de Tati Klingel como professora de canto no Instagram https://www.instagram.com/tatiklingel.

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Você não leu errado. O gutural é uma técnica de distorção vocal. E esse conceito desmistifica uma das maiores incoerências em relação ao assunto: achar que é a mesma coisa que gritar. Gritar por gritar, sem preparo algum, causa perda da voz ou lesão nas cordas vocais. A vocalista e coach vocal Tati Klingel passou os últimos oito anos estudando  e ensinando essa técnica, criando o projeto “A Arte de Berrar”,  e se tornando uma referência no ensino do vocal gutural no Brasil.

Mesmo que a metodologia desenvolvida por ela se chame “A Arte de Berrar”, é muito diferente de gritar. “Quem não está familiarizado com técnicas voltadas para distorções vocais pode pensar que gutural é a mesma coisa que grito. Porém, é preciso entender que se tratam de duas ações completamente diferentes. Com a técnica apropriada é possível usar distorções vocais de forma saudável e, sobretudo, sustentável ao longo dos anos”, afirma. Feito corretamente, esse tipo de vocal não irá machucar a garganta ou causar lesões.

Comumente associado às vertentes mais extremas do metal, o gutural tem se  popularizado, com inúmeras bandas que mesclam diversas técnicas de canto. Isso desperta a curiosidade nos ouvintes que querem aprender mais sobre essa maneira agressiva de expressão artística. “Nos últimos anos tenho observado um aumento muito grande pela procura de conhecimento em relação às distorções vocais. Quando  comecei a cantar gutural, 18 anos atrás, poucas pessoas no mundo, e menos ainda no Brasil,  afirmavam que era possível cantar gutural de forma saudável usando técnicas específicas. É muito bom ver como isso tem mudado e continua mudando”.

A pergunta que não quer calar:  todo mundo pode aprender a cantar dessa forma? Assim como nas demais técnicas vocais, a resposta é sim. Para isso, é necessário buscar profissionais qualificados. Tati Klingel afirma que no canto a respiração é muito importante: “Para cantar usamos o corpo todo, e principalmente nossa respiração. Cantar é respirar, e nos guturais, drives e scream, o controle de fluxo de ar é fundamental. Antes de aprender qualquer timbre de voz, é essencial fazer exercícios específicos para coordenação da respiração e fortalecimento. É importante tornar sua respiração consciente”.

Conheça mais sobre o trabalho de Tati Klingel:

A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou quando integrou o Diagora, grupo de tributo ao Arch Enemy. Atualmente,  a cantora, que cursa música na UFPR,  integra a Hokmoth, promessa do black metal brasileiro e a Divine Pain, banda de death metal multiestadual.

Tati ministra aulas de vocal há oito anos, com o projeto A Arte de Berrar, se tornando uma referência nacional sobre as técnicas de canto gutural. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, Tati presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco.

Instagram: https://www.instagram.com/tatiklingel/
Lvna Vox: https://www.instagram.com/lvna.vox/
Facebook: https://www.facebook.com/tatiklingel.vocal
YouTube: https://bit.ly/Lvnavox-Tatiklingel
Site: https://tatiklingel.com/
E-mail: aartedeberrar@gmail.com

Fotos: Melissa Giowanella

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A vocalista e instrutora vocal Tati Klingel tem longa estrada dentro do cenário musical. Atualmente integra as bandas Hokmoth e Divine Pain, ambas de metal extremo, desenvolvendo vocais agressivos que mesclam guturais e rasgados.  Tati dá aulas de vocal há oito anos, com o projeto A Arte de Berrar, se tornando uma referência nacional. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco.

O novo canal do YouTube tem como objetivo demonstrar técnicas e fornecer dicas sobre esse tipo de canto. O primeiro vídeo disponibilizado é um tutorial sobre a técnica Fry Scream, no qual a vocalista demonstra uma sequência com quatro passos para quem quiser treinar e aprender. “Eu treino essa sequência há um bom tempo e senti que foi ajudando a memorizar a técnica. Também é uma sequência que passo para meus alunos de Fry Scream”, afirma.

O vídeo estreia no dia 23 de julho às 12h no YouTube. O canal trará novidades semanalmente.

Assista: 

Além do vídeo, Tati instigou seus seguidores: “Fica aqui o desafio de você tentar a sequência e postar os 4 passos no seu reels ou nos stories. Terei a honra de compartilhar! Essa é a arte de berrar!”

Histórico
A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou há cerca de 15 anos, quando integrou o Diagora, tributo ao Arch Enemy. Atualmente, além de cursar música na UFPR, a cantora integra as bandas Hokmoth e Divine Pain, ambas com lançamentos recentes.

Informações:
YouTube: https://bit.ly/Lvnavox-Tatiklingel
Instagram: @tatiklingel
Facebook: https://www.facebook.com/tatiklingel.vocal
Site: https://tatiklingel.com/
E-mail: aartedeberrar@gmail.com

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O mundo muda, novas sonoridades aparecem, mas o metal se reinventa. A música pesada que crescemos ouvindo e gostaríamos que nossos filhos, alunos ou irmãos mais novos ouçam permanece. A vocalista Isa Roddy é um exemplo disso, sua história com a música começa antes mesmo da fala. Vinda de uma família de músicos, seguiu os passos da mãe, Julcy Rodrigues, que já representava a cena underground no Paraná. Sendo assim, foi fácil carregar o legado. A ideia de montar um time de peso para essa ação especial veio dela. A banda escolhida pode não, necessariamente, ter essa relação de pais e filhos em sua formação, porém, é inegável que o Sepultura faz parte da vida de todos os metalheads do Brasil, do mais velho ao mais novo, servindo de inspiração ao levar o nome do país além das fronteiras.

A música escolhida para o projeto foi “Fear, Pain, Chaos, Suffering” do álbum Quadra, o último lançamento dos heróis do metal brasileiro. “Quando ouvi o mais recente álbum do Sepultura e me deparei com a última faixa do disco, “Fear, Pain, Chaos, Suffering” que contou com a participação da Emmily Barreto, vocalista do Far From Alaska, me surpreendi. Achei que o Sepultura inovou muito colocando um “vocal clean” feminino para contrastar com o growl de Derrick Green, então quando comecei a ouvir mais vezes, já estava cantarolando. Assim, surgiu a ideia de fazer um cover colaborativo dela”, conta Isa, que chamou sua professora de vocal gutural, Tati Klingel, para cantar as partes mais agressivas.

Tati Klingel é referência no ensino de vocal gutural no Brasil e relembra a influência que o Sepultura teve em sua formação musical: “Quando penso no Sepultura sempre me vem a ideia de que essa banda levou o death/thrash brasileiro para o mundo, além de ser umas das primeiras bandas com berros que ouvi na minha iniciação ao metal extremo. É uma banda com muita história e que, álbum após álbum, demonstra uma evolução técnica incrível. Interpretar o vocal do Derrick Green é um grande desafio, pois ele não é apenas técnico, mas consegue colocar um ódio na voz que faz qualquer ouvinte querer bater cabeça. Sinto-me honrada em interpretar “Fear, Pain, Chaos, Suffering” ao lado desses músicos da cena curitibana, uma vez que cada um deles contribui muito para a cena. Não hesitaria em fazer mais covers com eles. Dia 13 marca o Dia Mundial do Rock aqui no Brasil, e para mim, poder lançar um vídeo interpretando uma das maiores bandas de metal daqui é uma grande conquista, não apenas pessoal, mas também social, por ser mulher. Nós, mulheres, também podemos apreciar um bom berro”.

O guitarrista Kevin Vieira (Exylle e ShärpCläw), o baterista Johan Wodzynski (Murder Me Slowly, Valley of Time e Fortell) e o baixista romeno Valentin Seciu (Paragon Collapse), completam a superbanda. A mixagem ficou por conta de Yamato.

O vídeo estreia no dia 13 de julho (Dia Mundial do Rock) às 19h no YouTube.

Link:

Ficha técnica:

Tati Klingel (@tatiklingel): curitibana, vocais guturais, bandas Hokmoth e Divine Pain
Isa Roddy (@isaroddy): curitibana, vocais limpos
Kevin Vieira (@kevin_vieira6): curitibano, guitarrista, bandas Exylle e ShärpCläw.
Johan Wodzynski (@johan.wodzynski): curitibano, baterista, bandas Murder Me Slowly, Valley of Time e Fortell.
Valentin Seciu: romeno, baixista, banda Paragon Collapse.
Mixagem: Yamato

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A cantora Tati Klingel é a precursora no vocal gutural feminino em Curitiba, e desenvolveu uma técnica específica para desempenhar este papel. Uma referência em vocal agressivo em âmbito nacional, há anos passou a lecionar aulas de canto, o que possibilitou que muitos outros pudessem se desenvolver e alcançar seus objetivos dentro do universo musical.

Sua carreira como vocalista de bandas de metal e instrutora de técnica vocal será eternizada no documentário “Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba”, material que conta a história da música pesada na capital paranaense. A artista gravou este mês sua participação, falando de maneira sincera sobre o cenário musical da cidade e suas conquistas neste meio.

Tati dá aulas de vocal há sete anos, com o projeto A Arte de Berrar, o que vem alicerçando cada vez mais sua carreira. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, ela presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco. Uma das alunas de Tati Klingel é Fernanda Souza, que não tem banda mas tem como sonho integrar um grupo de Black/Doom Metal. Uma das recentes realizações de Fernanda foi aparecer em um vídeo ‘fan-contest’ da banda Crypta, interpretando a faixa “From The Ashes”.

Assista ao video: 

Realizações

A jovem Fernanda conta como entrou no universo da música pesada: “Desde os 15 anos acompanhava bandas com mulheres com vocal extremo: Arch Enemy, Cadaveria, Kittie e Otep. Nunca achei que para o estilo existiria algum tipo de técnica como para o canto tradicional”. Em uma conversa com um amigo, acabou desmotivada pela falta de uma orientação técnica para esta modalidade vocal: “Lembro como se fosse hoje, há mais de 10 anos, de comentar com um amigo que tinha banda e cantava gutural: ‘um dia quero cantar assim’. A resposta foi: ‘cante limpo, não faça isso com sua voz, machuca’”.

O fato postergou seu aprendizado, sonho retomado recentemente: “Durante a pandemia comecei a pensar em realizar alguns sonhos antigos. Procurei professores de gutural e canto extremo de forma geral e me surpreendi com a quantidade de pessoas qualificadas para falar do tema, sobretudo quando pensamos no público feminino, já que esse tipo de canto sempre foi visto como ‘para homens’”. E quando Fernanda encontrou Tati Klingel, a sintonia foi imediata: “Eu tinha uma meta: fazer aula com alguém que eu ouvisse e falasse ‘mano, olha essa voz, pago um pau!’. Isso aconteceu com a Tati! Comecei a ver ela cantando, dando aula, a energia, o método, e sobretudo a paciência, e me joguei”, explica.

A relação criada entre as duas não foi apenas de instrutora/aluna: “Comecei as aulas extremamente empolgada, mas [tive] uma crise de refluxo, seguida por uma gastrite. Fiquei parada uns dois meses, dei uma desanimada, mas a Tati com toda paciência do mundo deu todas as dicas, não desistindo dos alunos. Posso dizer que o canto tem sido terapêutico na minha vida, em momentos tão difíceis para nós atualmente”, relata.

Toda a dedicação de ambas as partes foi coroada com a aparição no vídeo da Crypta: “Não esperava esse boom de aparecer no clipe de fãs do Crypta. Isso foi insano. Mandei despretensiosamente, achei que não rolava! Quando vi minha carinha ali, do lado de gente foda em suas performances, eu cai de cara. Mandei na hora pra Tati, e o mais legal é que ela vibra com a conquista dos alunos, como se tivéssemos passado em uma grande universidade”. Apesar do reconhecimento, Fernanda não pensa em parar por aí: “Depois de ter meus segundos de fama no clipe, estou com um novo gás para continuar estudando mais ainda vocais extremos. Sobre ter banda? Música não é minha profissão, mas com certeza o gutural é minha paixão. Então, eu super participaria de uma banda”, finaliza. Conheça mais a história de Fernanda Souza em seu Instagram: https://www.instagram.com/_dendropheels.

Histórico

A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou há cerca de 15 anos, quando integrou o Diagora, grupo de tributo ao Arch Enemy. Posteriormente, a cantora, que cursa música na UFPR, teve marcante presença na lenda do thrash metal Mercy Killing, com a qual gravou o álbum Euthanasia, de 2015.

Atualmente integra a Hokmoth, que lançou em 2019 o EP Neophytvs. Outra banda que Tati faz parte é a Divine Pain, de Danilo Coimbra (Malefactor), com quem gravou o single – e compôs a letra – “Scarlet”.

Tati dá aulas de vocal há oito anos, com o projeto A Arte de Berrar, se tornando uma referência nacional sobre as técnicas de canto agressivo. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, Tati presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco.

Em março último, ministrou uma série de workshops e masterclasses voltados ao ensino da técnica vocal às mulheres,  atendendo tanto iniciantes quanto quem já tem alguma experiência com o canto.

Informações: www.tatiklingel.com

Clovis Roman