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Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2016 – Um mês depois do sucesso de vendas do Rock in Rio Card, quando 120 mil ingressos esgotaram em menos de duas horas, a organização do festival anuncia dois nomes da história do rock: a banda americana Bon Jovi, que encerra a noite do dia 22 de setembro e o cantor britânico Billy Idol, que se apresentará em 21 de setembro, abrindo a noite para a banda Aerosmith.

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Bon Jovi apresenta pela primeira vez no Brasil o novo álbum: This House Is Not For Sale

Para encerrar a noite do dia 22 de setembro, a banda americana Bon Jovi, formada por Jon Bon Jovi (vocais/guitarra), Tico Torres (bateria/percussão), David Bryan (teclados/voz), Hugh McDonald (baixo/voz), Phil X (guitarra/voz), John Shanks (guitarra/voz) e Everett Bradley (percussão/voz) sobe ao Palco Mundo com um show cheio de hits do novo álbum This House Is Not For Sale, lançado este ano.

Com 34 anos de carreira, 19 discos (originais, ao vivo e compilações), inúmeros sucessos nas paradas, vários prêmios e mais de 130 milhões de cópias vendidas ao redor do planeta, a banda de Nova Jersey esteve presente na edição de 2013 e deu um show cheio de hits que encantou a multidão. Bon Jovi também se apresentou no Rock in Rio Lisboa, em 2008, e Rock in Rio Madrid, em 2010. Esta será a sexta vez que o grupo vem ao Brasil, mas a primeira oportunidade para os fãs escutarem a música de seu novo álbum, This House Is Not For Sale, que recebeu elogios ao redor do mundo.

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Billy Idol retorna ao Brasil após 26 anos

Com mais de 35 anos de carreira e 40 milhões de discos vendidos pelo mundo, a primeira e única vez que Billy Idol veio ao Brasil foi justamente no Rock in Rio de 1991, realizado no Maracanã, onde ele apresentou um show muito aclamado pelo público e crítica. Após 26 anos, o músico sobe ao Palco Mundo, junto com sua banda e seu guitarrista de longa data, Steve Stevens, no dia 21 de setembro, mesma data em que se apresenta a banda Aerosmith.

Billy Idol foi um dos primeiros artistas pop/rock a alcançar um sucesso massivo no início dos anos 80. A mistura da sua aparência de bad boy, atitude punk e ritmo dance/pop o lançou rapidamente ao estrelato se tornando um dos megastars da MTV. Com vários álbuns de platina ao redor do mundo e nove singles no top 40 dos Estados Unidos e dez no Reino Unido, incluindo os títulos Dancing With Myself, White Wedding, Rebel Yell, Mony Mony, Eyes Without A Face, Flesh For Fantasy e Cradle Of Love, Billy foi responsável pelos momentos mais memoráveis e evocativos do punk rock.

O músico voltou aos holofotes em 2014 com dois lançamentos que marcam o mais recente capítulo da longa estrada: sua autobiografia Dancing With Myself, considerada um best-seller pelo New York Times, e o álbum Kings & Queens Of The Underground — o primeiro do artista com novas músicas em quase uma década. O trabalho, com músicas vibrantes sobre pecado, redenção e o amor ao Rock ‘n Roll, inclui contribuições incríveis do guitarrista Steve Stevens, parceiro de longa data e tem produção de Trevor Horn e colaboração de Greg Kurstin.

O Rock in Rio Brasil 2017 acontecerá nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca. Os ingressos estarão disponíveis em abril de 2017.

Fonte: Approach Comunicação Integrada

Mötley Crüe está confirmado para a edição brasileira do Rock in Rio, em setembro, na Cidade do Rock. O grupo, criado em Los Angeles, que mistura estilos como punk rock e hard rock, que anunciou sua última turnê em 2014, se apresenta no Palco Mundo no dia 19, na mesma noite do Metallica. Esta será a primeira e única apresentação da banda na América do Sul, que está em sua última turnê.

Formado em 1981, o quarteto — Vince Neil (vocal), Mick Mars (guitarra), Nikki Sixx (baixo) e Tommy Lee (bateria) — lançou hits como Girls Girls Girls, Kickstart My Heart, Shout at the Devil e Home Sweet Home e vendeu mais de 100 milhões de álbuns em todo o mundo, conquistando sete discos de platina ou multiplatina. Ficou em 22º no Top 40 entre os hits mais tocados, e possui estrela na Hollywood Walf of Fame, possui três indicações ao Grammy, Seus singles já foram trilha de filmes como “A Ressaca” e “Um Diabo Diferente”.

Em 2014, a banda anunciou a sua última turnê, Final Tour, que vai percorrer os continentes até o final de 2015 e será encerrada em Los Angeles, no Staples Center.

A edição brasileira do Rock in Rio está confirmada para 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2015, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro (Parque dos Atletas – Av. Salvador Allende, sem número), em uma área com mais de 150 mil metros quadrados. As atrações iniciais incluem Katy Perry, System Of A Down, A-Ha, Queens of the Stone Age, Faith no More, Hollywood Vampires, Metallica, Queen + Adam Lambert, De La Tierra e Mastodon, que se apresentam no Palco Mundo, e John Legend, músico confirmado para o Palco Sunset.

O Rock X Claudia Leitte

Publicado: 07/10/2011 por fschenkerpieri em News, Uncategorized
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Depois de receber merecidas vaias no Rock In Rio a cantora Claudia Leitte resolveu polemizar no Twitter. Já me deixou revoltada o tom dos posts da cantora, comparando os roqueiros ao nazista Hitler num desabafo ridículo e exagerado de alguém que não sabe receber críticas. Passou, deixa pra lá, ela não sabe o que fala.

Ontem, pra minha surpresa, abri a página do Yahoo para acessar meu e-mail pessoal e eis que encontro uma matéria tendenciosa não só defendendo a cantora, como atacando fortemente os fãs de rock, principalmente de metal. Li os comentários e fiquei um pouco aliviada, já que a imensa maioria ali discordava do que estava sendo dito.

Mas, mesmo assim, não me agüentei. Minha vez de escrever um desabafo. Sei que não vou atingir nem 10% daqueles que leram a matéria no Yahoo, mas, pelo menos, minha consciência ficará mais tranquila.

Então vamos lá. Primeiro, as críticas a Claudia Leitte no Rock In Rio, por parte dos fãs de rock, não foram pessoais. A presença dela no festival foi tão criticada quanto à da Ivete. Não posso fazer nada se a outra tem mais carisma e competência que ela. O teor da discussão era que não cabia num festival com nome de ROCK in Rio atrações fora do universo ROCK. E nem ela, nem Ivete, nem Ke$ha, etc, são rock. Ou seja, crítica genérica.

Não vou me aprofundar nos méritos dessa discussão aqui. É óbvio que um festival que tem o nome de Rock In Rio sugere atrações Rock. Assim como é óbvio que um festival chamado Rock In RIO deveria acontecer no Rio de Janeiro. Então, da mesma forma que tivemos edições fora do Rio, tivemos atrações fora do Rock. É estranho, mas é assim que o dono quer. Não há nada que possamos fazer, por mais que não gostemos o Rock In Rio já deixou de ser apenas um festival e se tornou uma marca muito poderosa. Paciência.

Agora dizer que os fãs de rock são preconceituosos e bla bla bla por causa dessa simples crítica é muito exagero. Cadê o direito de escolha de cada um? Só porque eu não gosto da Claudia Leitte eu sou preconceituosa? Exageraram né! Cada um tem o direito de ouvir e deixar de ouvir a música que bem entender. Não é preconceito, é opção. Até aceito se disserem que, por vezes, os fãs de rock podem até ser prepotentes, mas não é a maioria e não é sempre.

Outra coisa que me deixou de queixo caído foi dizerem que os fãs de rock vaiaram a Claudia Leitte. Na boa, quem, em sã consciência, acha que fãs de rock realmente estavam na Cidade do Rock aquele dia? Era um dia para adolescentes fãs de música pop, música da moda. O público lá estava pra ver Katy Perry e Riahanna que não tem absolutamente nada a ver com rock. E essa galera foi quem vaiou a cantora de axé. Ou seja, o show dela não agradou nem aqueles que curtem as músicas da moda, sem nenhuma crítica a eles.

O que realmente me revolta é que são essas pessoas que criam na cabeça do povão a idéia de que roqueiro é brigão, rock é música do demônio entre outras coisas mais. Dentro da minha própria família eu, pessoalmente, tive que encarar um monte de preconceitos na minha busca pelo som que eu gosto. E agora, cheguei ao ponto que eu queria.

O preconceito é muito maior contra os fãs de rock, principalmente as vertentes mais extremas, do que deles para fora. O roqueiro, em geral, é um cara tranqüilo, que quer curtir o som que ele gosta sem maiores aporrinhações. Como qualquer pessoa no mundo, acha que o som que ele escuta é o melhor possível. Ninguém escuta uma música porque acha ela ruim. É simples assim. Não é questão de se achar superior a ninguém, de novo, é questão de gosto. Era essa a reflexão que eu gostaria de deixar.

Sei que, aqui, a imensa maioria dos meus leitores são fãs de rock e vão entender perfeitamente o que eu quero dizer. Mas pelo menos, me sinto menos incomodada com essa situação, de não ter ninguém falando nada em nossa defesa. E digo nossa, porque eu também me incluo no grupo de fãs de rock. Pronto, falei.

Nossa equipe foi verificar o Dia Metal do Rock In Rio 4, confira as impressões de nossa autora Fernanda Pieri com fotos do portal de música do UOL.

“Como não podia deixar de ser, fomos conferir a noite do Heavy Metal do nosso Rock In Rio 2011! Como, infelizmente, não chegamos muito cedo no festival, vou focar essa resenha nas atrações do palco Mundo, onde rolaram os principais shows da noite.

Chegamos ao festival em torno de 16h, e já estava muito cheio. O palco Sunset já tinha recebido as bandas nacionais Matanza e Korzus e ainda receberia dois dos maiores nomes do nosso metal: Angra e Sepultura, bandas que na minha opinião mereciam espaço no palco Mundo, já que tivemos atrações um tanto quanto desconhecidas do público tocando por lá.

Edu Falaschi (Angra) com Tarja Turunen

Tive a chance de assistir a um pedacinho do show do Angra com a vocalista Tarja (ex-Nightwish, hoje em carreira solo) como convidada. As surpresas ficaram por conta do repertorio da banda junto com a finlandesa, tocando Wuthering Highs, de Kate Bush, gravada no primeiro disco da banda e Phantom of The Opera, gravada pelo Nightwish e eternizada na voz da cantora. Fora isso, nada demais, um show curto e sem o brilho devido que a banda merecia ter recebido.

Derek (Sepultura)

Logo em seguida, viria o Sepultura no mesmo palco, porém, os trabalhos no palco Mundo estariam por começar mais ou menos no mesmo horário. Pontualmente as 19h, a banda Gloria, do baterista Eloy Casagrande subiu ao palco sob fortes vaias. Aí, destaco um grande erro da organização, nada contra a banda Gloria, mas sem dúvida alguma os caras não tem nome, repertório nem porte para tocar como uma das atrações principais do festival. A banda, formada por Mauricio Vieira “Mi” (vocal) Elias Reis “Elliot”(guitarra/vocal) Alexandre Peres “Peres Kenji” (guitarra) João “Jhonny” (baixo) e Eloy Casagrande (bateria), até tentou arrancar uns aplausos da galera com covers do Pantera, mas não adiantou muito. Resultado: um público muito mais interessado em assistir o Sepultura no palco Sunset e muitas, mas muitas vaias durante os 30 minutos de apresentação dos brasileiros.

Sai a banda Glória e também pontualmente as 20:10h a banda americana Coheed And Cambria sobe ao palco Mundo. Esta também era outra banda desconhecida de grande parte do público presente, porém foi recebida com mais respeito.

A banda formada por Claudio Sanchez – Vocalista, Guitarrista, Travis Stever – Guitarrista, Chris Pennie – Bateria, Mike Todd – Baixista, fez um show bom, mas não empolgou. Na minha opinião, era outra banda que cabia perfeitamente no palco Sunset e poderia ter deixado o lugar no palco Mundo para uma banda de maior expressão. Tanto é que o ponto alto da apresentação dos norte-americanos foi quando tocaram The Trooper do Iron Maiden.

Passado esse show, era hora de começarmos a ver as grandes bandas no palco Mundo. A começar pelo Motorhead. A antológica banda liderada pelo baixista Lemmy Kilmister, assim como as duas bandas anteriores, foi pontual e subiu ao palco as 21:40h para fazer seu show. A banda, formada por, Lemmy Kilmister – Vocal & Baixo, Phil Campbell – Guitarra, Mikkey Dee – Bateria foi bem recebida pelo público, porém o sentimento durante o show dos caras era mais de respeito ao que a banda representa do que empolgação.

Motorhead

A banda fez um show muito honesto, tocando muitos clássicos e mostrando todo seu rock´n´roll com muito peso e a energia de sempre. Valeu.

Depois as coisas começaram a esquentar. Vinha ao palco Mundo uma das atrações mais esperadas da noite: Slipknot. A banda de new metal, formada por Corey Taylor (voz), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Joey Jordison (bateria), Shawn Crahan (percussão e back vocal), Chris Fehn (percussão e back vocal), Craig Jones (samples, media, guitarra), Sid Wilson (DJ), Donnie Steele (baixo), entrou no palco as 23:10h em ponto e foi muito bem recebida pelo público.

Slipknot

A banda mostrou seu melhor no palco e não deixou ninguém ficar parado durante todo show. A energia da banda no palco era contagiante e o vocalista Corey Taylor se mostrou emocionado, com o que disse ser o maior público para o qual a banda já tocou. Destaque para o pulo do DJ Sid Wilson e para o batera Joey Jordison sempre tocando muito bem. Enfim, o Slipknot fez uma apresentação memorável no Rock In Rio 2011!

Só faltava, então, a maior atração da noite: Metallica! A única banda a se atrasar, o Metallica entrou no palco pouco depois de 1h e fez um show antológico! Recheado de clássicos bem misturados com canções do último cd da banda, o show do Metallica foi simplesmente impecável. James Hetfield – vocal e guitarra, Lars Ulrich – bateria, Kirk Hammett – guitarra e Robert Trujillo – baixo trouxeram o melhor de si para o Rock In Rio e empolgaram os 100.000 expectadores presentes na noite do metal com um show de 2h de duração pra ninguém botar defeito. Alias, um show tão bom que merece uma resenha só pra ele (em breve!).

Metallica

O saldo da noite do dia 25/9 do Rock In Rio foi muito positivo. Das vaias ao êxtase os fãs de metal puderam se divertir e curtir grandes shows na Cidade do Rock numa noite inesquecível. Quero ver alguém dizer que não valeu a pena ir trabalhar na segunda feita virado.”

Pra galera que quiser conferir a galeria de fotos do UOL, acesse http://musica.uol.com.br/album/rock-in-rio-2011-25-setembro_album.jhtm#fotoNav=135