Posts com Tag ‘Overdose Nuclear’

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Do litoral norte de São Paulo vem o OVERDOSE NUCLEAR, disposto a cravar seu nome de vez no Metal brasileiro com o lançamento do debut, “Overdose Nuclear”, englobando músicas que bebem na fonte de estilos com o Heavy, Thrash Metal e Hardcore. Neste caldeirão de influências nasceu o “Metal do Mangue”, um som pesado, agressivo e dotado de muita personalidade. Samuel Marques (bateria), Gustavo Albado (baixo), Marcus Goulart (guitarra) e Julio Candinho (vocal) têm realizado diversos shows para promover o álbum, e agora lançam o lyric video para a música “Nova Era… Velhos Terrores??!”, de letra forte e com clara posição política e filosófica.

Assista ao lyric video:

O lyric video teve produção de José Marcos Faria, e segundo a visão do vocalista Julio Candinho, “a música foi escolhida para se tornar um lyric video justamente por causa de sua letra, onde levantamos alguns temas políticos e que afetam nossas vidas.”. Embora todo o álbum tenha uma levada mais critica e filosófica, “Nova Era… Velhos Terrores??!” parece ter se destacado das demais: “a gente deve realmente acreditar que aquele ou aquilo que estão nos prometendo é real? Vamos continuar deixando nos guiarem de volta para os mesmo problemas do passado com uma nova roupagem? A gente deve acreditar que vai nascer um escolhido para salvar nossas vidas e trazer uma brilhante nova era? E a resposta que encontramos é: NÃO! Não existe esse senhor brilhante que vai descer dos céus, enquanto nós não nos unirmos e enfrentarmos os nossos problemas com muita seriedade esse eterno ciclo de Novas Eras de velhos terrores vão continuar ocorrendo!”.

Ouça “Overdose Nuclear” no Spotify:

https://spoti.fi/2GVBZpq

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Wargods Press

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A trajetória da banda OVERDOSE NUCLEAR teve início em 2012, na cidade litorânea de Ubatuba/SP, quando quatro jovens sedentos por Thrash Metal se deram conta que o litoral norte de São Paulo não é feito somente de sol, belas praias, mata atlântica nativa e gente andando seminua, mas também feito de muita chuva, lugares esquecidos por Deus, miséria, juventude sem esperança, corrupção e abandono da população pelos governantes. Foi nesse cenário ambíguo entre o sol do verão com seus turistas em belos carros e as chuvas e escassez de trabalho do restante do ano que surgiu a banda OVERDOSE NUCLEAR, disposta a criar um Metal forte e agressivo cantado em nossa língua natal.

Após o lançamento da demo “Os Urros que vêm da rua!” em 2015 a banda seguiu firme, criou seu próprio festival (o já tradicional “Inverno de Aço”) e agora celebra o lançamento físico de seu primeiro álbum completo, com Samuel Marques na bateria, Gustavo Albado no baixo, Marcus Goulart na guitarra e Julio Candinho no vocal prontos para se tornar um dos maiores nomes do Metal brasileiro da atualidade. Composto de oito faixas, o quarteto não se baseou apenas no Thrash Metal para construir sua sonoridade. Há elementos massivos de Heavy Metal à la Black Sabbath, com riffs pesadíssimo e uma aura densa e dotada de grande personalidade.

“Overdose Nuclear” foi disponibilizado nas plataformas digitais em maio deste ano, mas agora já pode ser adquirido em versão física direto com a banda, através de sua página no Facebook ou pelo seguinte link: https://overdosenuclear.com/product/327153. O CD também será comercializado nos shows que a banda fará nas cidades de São Paulo (26/07 no Da Tribo Estúdio e 27/07 no Centro Cultural Zapata), Diadema (28/07 no Container Pub Stop) e Caraguatatuba (31/08 na Praça da Cultura).

Ouça “Overdose Nuclear”:

https://spoti.fi/2GVBZpq

Também foi disponibilizada recentemente uma resenha e entrevista no site da Metal Hammer Portugal, que enalteceu o fato de a banda cantar em português e no bate papo pôde descobrir um pouco mais do que move a banda, seja em sua trajetória ou nos seus ideias. Questionada sobre a ideologia que encobrem algumas letras do álbum, a banda respondeu: “Em pleno Séc. XXI tivemos que voltar os olhos novamente para a aniquilação global. Nunca tivemos tantos líderes populistas e loucos a governar nações. Sabem que há um gajo laranja na Casa Branca? No Brasil, um foi eleito prometendo legalizar armas para a população – um país que tem a taxa de homicídio de um país em guerra? Isso, ao lado do aumento da dependência da tecnologia. Não vemos mais o futuro como algo a ser sonhado, sim algo que para ser temido, um futuro claustrofóbico como se estivéssemos presos nas teias da destruição. Também fazemos duras críticas sociais e há umas boas doses de terror nas nossas letras.”.

 Confira o texto completo em:

http://metalhammer.pt/overdose-nuclear-coragem-avassaladora/

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Overdose Nuclear - Capa

A banda OVERDOSE NUCLEAR acaba de lançar seu primeiro álbum, autointitulado, contendo oito faixas cantadas em português e envoltas num Heavy/Thrash Metal recheado de riffs cortantes e letras altamente críticas à situação do Brasil. A capa do álbum contou com o talento de Caio Caldas e a produção ficou a cargo de Hugo Silva, do Estúdio Family Mob. O vocalista Júlio Candinho conta que levou um tempo até que dessem início às gravações do álbum: “Assim que retornamos das gravações da nossa demo “Os Urros que vêm da rua!” em 2015 já iniciamos o processo de composição do álbum com tudo que aprendemos lá “Mr. Som Estudio”. E nesse meio tempo, passamos por diversas formações e formatos, inclusive fomos um power trio por um tempo. Também passamos por todos aqueles velhos problemas de todas as bandas, até que finalmente acertamos a mão, construímos uma formação caoticamente harmônica, finalizamos as músicas e corremos para o estúdio!”.

Sobre o processo de gravação em si, o processo foi rápido e rasteiro, conforme conta o guitarrista Marcus Goulart: “Chegamos a São Paulo no dia 5 de julho, e voltamos dia 11 de julho de 2018, ou seja, gravamos o instrumental do álbum em apenas cinco dias, sem frescuras, gravando pelo menos 12 horas por dia no Family Mob“. Sobre o resultado final ter saído tão orgânico e pesado, Júlio Candinho explica: “O encarregado das gravações foi o Hugo Silva, um monstro da música e um ser humano incrível, aprendemos muito com ele e conseguimos chegar nesse resultado juntos. Buscávamos uma sonoridade única que exaltasse nossas composições e arranjos buscando “aquele sonhado” equilíbrio entre o moderno e aquilo que ouvimos a vida toda, algo feito para durar. Deparamos-nos com um estúdio monstruoso, equipamentos de primeira, aconchegante, e por cinco dias insanos foi nossa casa. A equipe do estúdio, Otávio Rossato (técnico de Som) e o Hugo foram incríveis, de um profissionalismo impecável e fomos muito bem recebidos pelos donos do estúdio, Estevam Romero e Jean Dolabella. O vocal foi finalizado posteriormente e a masterização ficou a cargo de David Menezes.”.

Um dos destaques do álbum é a faixa que dá nome à banda, com dez minutos de duração. Verdadeiro épico Thrash Metal, a música conta com influências variadas, que vão desde o Black Sabbath até o mais insano Thrash Metal. Candinho explica como ela surgiu e como foi trabalhar até chegar ao resultado final: “A música “Overdose Nuclear” foi a última a ser finalizada, apesar de ser umas das primeiras composições da banda, mas na época que começamos a criar ela, percebemos que era muita coisa para o que nós éramos no momento, tivemos que amadurecer, evoluir e crescer pra conseguir finalizá-la. Considero ela como a representação da nossa jornada, do principio da banda até o momento que entramos no estúdio, muitas reviravoltas, riffs insanos, muitos andamentos diferentes e uma longa, longa caminhada, sem nunca esquecer nosso objetivo, que é fazer do nosso som algo que agrade a nós mesmos primeiramente, não se importando com modismo do momento, ou se uma musica de 10:20 é muito longa pro momento atual escroto da cultura, onde tudo tem que ser curto e descartável. A “Overdose Nuclear” não, ela veio pra ficar!”.

 “Overdose Nuclear” já está disponível em todas as plataformas digitais, e segundo a banda, a versão física também deveria sair agora:“pretendíamos lançar tanto o material digital, quanto o físico na mesma data, porém houve problemas envolvendo a arte do encarte, e só devemos estar lançando material físico em CD no mês de junho, e posteriormente uma versão em vinil.”.

Ouça “Overdose Nuclear”

 Spotify: 
https://spoti.fi/2GVBZpq

 Youtube:

https://youtu.be/0Lgz7dC5so4

 Deezer:

https://www.deezer.com/br/album/94847652

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O OVERDOSE NUCLEAR, de Ubatuba/SP, acaba de disponibilizar o video clipe da música “Kriatura”, que fará parte de seu vindouro debut, autointitulado. Com a capa do trabalho assinada por Caio Caldas, da CadiesArt, que já havia trabalhado com a banda na ilustração da demo-tape, Samuel Marques (bateria), Gustavo Albado (baixo), Marcus Goulart (guitarra) e Julio Candinho (vocal) dão os passos finais para o lançamento do álbum. Sobre a música em si, e seu video clipe, Candinho explica que “O retrato da face mais cruel da humanidade, quando o ser humano chega ao seu pior estado, rouba, estupra, mata, distorce tudo a seu bel prazer e interesse, ali mostra a face da Kriatura que habita esse lado escuro do ser. Seus lares, suas famílias, todas as pessoas que vivem em contato com esse tipo de pessoa acaba sujeito a tudo e essa Kriatura é contagiosa, ela se reproduz e se espalha numa velocidade acelerada em um grande ciclo de violência, desespero e dor… Só que as pessoas acabam escondendo essas Kriaturas como monstros em seus armários, preferem ignorar a situação e para isso e o clipe teve o objetivo de dar alguns exemplos horríveis, tipo um: “vocês não vão escapar, a gente vai esfregar a realidade na cara de vocês e vocês vão ter que confrontar isso.”

 Assista ao vídeo clipe:

Num contraponto com a realidade do Brasil, “Kriatura” ainda serve como um espelho da realidade brasileira, envolvida em um grande número de tragédias diárias. “violência familiar e feminicídio é uma realidade cruel da vida do povo brasileiro, existe mercado e abuso sexual com crianças no Brasil é só olhar os jornais, vendidos como bichos muitas vezes por próprios familiares. A taxa de elucidação de homicídios no país é uma piada, a justiça é assassinada todo dia, dependentes químicos se multiplicam aos milhares em grandes centros e  nosso governo é a lama do descaso total com o ser humano e esses foram só alguns exemplos de como as “Kriaturas” vivem na sociedade e como elas transformam tudo gerando mais Kriaturas nessa já Decadente Civilização Brasileira”.

Gravada no Family Mob, a música “Kriatura” contou com a produção de Hugo Silva e masterização de David Menezes. O vídeo clipe foi dirigido pelo vocalista Julio Candinho, com roteiro escrito pela própria banda, imagens de drone por Junior Freitas, captação e edição por David Lisboa e fotografia por Matheus Souza. A banda também agradece aos atores: Jardel Pereira, Aline Foltran, Alice Goulart, Natalia Nunes, Pedro Katatal, Solange Sodre, Manuela e Anita Hernandes.

Saiba mais sobre o conceito do vídeo clipe e do álbum:

https://bit.ly/2TreGNa

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A banda OVERDOSE NUCLEAR, que vem promovendo a demo “Os urros que vêm da rua”, divulgou mais detalhes sobre a gravação do vídeo clipe da música “333”,produzido em parceria com a Meanning Produções, destacando o concurso que elegeu a atriz que participou das filmagens: “Gravar o Clipe da musica “3:33” foi uma experiência e tanto, desde a escolha do local ao concurso que realizamos para a escolha da atriz, foi tudo uma grande loucura. O concurso contou com mais de 100 inscritas e milhares de votos e no final quem venceu foi a atriz Bianca Simões, que foi sem sombra de dúvidas a escolha certa.”
 
Assista ao vídeo:
 
Quanto às locações das filmagens, a banda revela alguns segredos: “O local que filmamos o clipe é uma ruína próxima da Serra do Mar, no meio da mata Atlântica. Pelas pesquisas que fizemos o local já havia sido um matadouro de animais, um criadouro de escargot e um puteiro, sim um puteiro! Logo na entrada do município, abandonado há algumas décadas. Um lugar com um visual aterrador, ainda mais que a gravação ocorreu em plena madrugada! Entrar na casa abandonada onde se passa os primeiros takes da garota, na completa escuridão, era como se estivéssemos e um filme de terror, e a qualquer momento iria aparecer algo aterrorizante da escuridão, e essa é a atmosfera que tentamos passar para o clipe”.
 
Finalizando, os músicos explicam a decisão em filmar o clipe para a música “3:33”: “Ela é um marco no inicio da banda, foi finalmente quando as coisas começaram a se encaixar, quando começamos a formar nossa identidade a se estabilizar como banda e a forma de compor. Por isso ela carrega o que a banda é, sua posição, seu estilo dentro de toda sua simplicidade E também pelo fato que pretendemos regravar as musicas “Amarga Vingança” e “R’itual” para o debut.”
Fonte: Wargods Press
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A banda OVERDOSE NUCLEAR, formada por Julio Candinho (vocal/guitarra), Marcus Goulart (guitarra), João Gallo (baixo) e Diego Alvin (bateria), todos na faixa etária de 18-21 anos, estão divulgando a demo “Os urros que vêm da rua”, contendo três faixas, gravadas no requisitado estúdio Mr. Som, de São Paulo. Heros Trench e Marcelo Pompeu foram os responsáveis pela produção, enquanto a capa foi elaborada pela CadiesArt Graphic. Candinho se mostra satisfeito com a repercussão, e diz que “a demo tem atingido os objetivos da banda, sendo o primeiro passo para começar a construir nosso nome, trazendo um feedback positivo do trabalho que estamos realizando!”.
 
Legítimos representantes da cena Metal de Ubatuba, cidade localizada no litoral Paulista, repleta de praias desertas e cercada por Mata Atlântica, o OVERDOSE NUCLEAR escolheu a icônica data de 13/02 para lançar o material, de forma gratuita via internet. Uma de suas músicas, “R’itual”, já ultrapassa 20 mil plays no Soundcloud oficial da banda, e como explica o vocalista/guitarrista, “ela foi a última música composta antes de irmos gravar a demo, acredito que foi o nosso trabalho “mais maduro” até aquele momento. Uma música feita para agitar, quando a tocamos, só o intro já faz o sangue correr mais rápido nas veias!”.
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A recepção tem sido tão boa que tem atingido ouvintes de todos os cantos do mundo, independentemente do fato de não cantarem em inglês: “Nós ficamos surpresos com a quantidade de gringos escutando o som e curtindo, achávamos que pelo fato de ser cantado em português, não teria um retorno positivo para fora do Brasil.” Segundo os músicos, a escolha em usar a língua portuguesa vem da vontade de defender a origem e a razão com garra e coragem, usando a língua raiz de nosso país contra todas as tendências, vociferando em suas letras o horror a loucura e o ódio. “Os urros que vêm da rua” é nada mais que a resistência contra as tendências deixando apenas fluir a originalidade e autenticidade do Heavy Metal.

Em relação aos shows, não há reclamações: “Quase sempre abrimos com a música “3:33” que tem aquela intro hipnótica e um refrão forte, que faz a galera colar junto. A “Amarga Vingança” fica no meio do show, um verdadeiro épico de oito minutos. E sempre fechamos com a “R’itual” com altíssimas doses de pancadaria e que sempre deixa o público com um gostinho de quero mais!”.
 
Também foi disponibilizado um vídeo clipe para a música “333”, produzido em parceria com a Meanning Produções, disponível no seguinte link:

Fonte: Wargods Press