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“The Graveyard”, faixa que faz parte do segundo álbum do MOONCORPSE, “King of the Damned”, acaba de receber um lyric video produzido pelo Korvo Studio, com ilustrações de Ikarow. Inspirado na arte de Creepshow”, história em quadrinhos criada pelo mestre do terror Stephen King, “The Graveyard” acaba se tornando uma espécie de tributo ao escritor, uma das inúmeras influências de Thiago Gasulla, idealizador do MOONCORPSE. Creepshow” foi publicado originalmente em julho de 1982, baseado no filme homônimo do mesmo ano, escrito por Stephen King e dirigido por outro bastião do terror, George A. Romero, com a intenção de homenagear os quadrinhos clássicos da década de 1950, como “Contos da Cripta”. O enredo consiste em cinco histórias curtas, duas baseados em histórias anteriores de King, enquanto as três restantes foram escritas especificamente para o filme.

O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. “Creepshow” (que no Brasil ganhou o subtítulo “Show de Horrores”) se tornou um filme “cult” rapidamente.

Com a adaptação do roteiro do cinema para os quadrinhos, Stephen King contou com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de “O Monstro do Pântano”, além da icônica capa de Jack Kamen, conhecido mundialmente pelo seu trabalho ilustrando crimes, horror, humor, suspense e ficção científica para a EC Comics. Sobre a letra em si, “The Graveyard” fala de um coveiro que se depara com o ressurgimento de mortos vivos.

Assista ao lyric video:

Além das referências a Stephen King, a inspiração lírica do álbum deve-se em grande parte na história do Kraven King, do universo Warhammer. Para quem não conhece, Warhammer é um jogo de guerra em miniatura de mesa com um tema de fantasia medieval que simula batalhas entre exércitos terrestres de diferentes facções. O jogo foi criado por Rick Priestley e sua primeira edição lançada em 1983. “King of the Damned” também mergulha fundo nas influências fantásticas de “Dungeons and Dragons”.

Ouça o álbum no Spotify:

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O segundo álbum do MOONCORPSE, “King of the Damned”, já está disponível em todas as plataformas digitais, contendo nove faixas que transitam entre influências que vão de bandas clássicas como Bathory e Moonspell, até nomes mais recentes, como Carach Angren e Year of the Goat. Lançado no dia 14 de março, o CD teve produção assinada por Vitor Munhoz, antigo parceiro de banda do multi-instrumentista Thiago Gasulla, que já havia trabalhado na gravação do debut “In the Mouth of Madness” e do split com o Vallandur, intitulado “Ancient Doom”.

Ouça o álbum no Spotify:

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A temática lírica, como Gasulla já havia comentado, aplica sua paixão por temas de terror e fantasia, e no caso de “King of the Damned”, a temática gira em torno da história de um rei, que lidera a “legião da noite” (“Legion of Night”, segunda faixa do álbum). No decorrer da música o rei é exposto como uma figura desconhecida para então ser apresentado na faixa-título, onde sua história é apresentada. Em “Death March (Ritual)”, que encerra o CD, há uma conjuração das tropas “mortas”, enquanto, segundo Gasulla, “as outras músicas acabaram se tornando um complemento com histórias de terror”. O músico ainda explica o fato de as faixas “Death March (Awakening)” (intro) e “Death March (Ritual)” (outro) serem praticamente iguais, abrindo e encerrando o trabalho: “O interessante de terminar o álbum com a faixa “igual” da abertura faz com que quando o CD começa, o CD termina, começando praticamente a mesma faixa, fazendo uma ligação entre elas.”.

A inspiração lírica de “King of the Damned” deve-se em grande parte na história do Kraven King, do universo Warhammer. Para quem não conhece, Warhammer é um jogo de guerra em miniatura de mesa com um tema de fantasia medieval que simula batalhas entre exércitos terrestres de diferentes facções. O jogo foi criado por Rick Priestley e sua primeira edição lançada em 1983.

As outras faixas abordam temas diversos, como “Wretched Queen”, a história de uma “drider” (no jogo de interpretação de Dungeons and Dragons, um drider é uma aberração que antigamente era um drow. Driders são criaturas semelhantes a centauros no jogo, aparecendo como drow da cintura para cima, com suas porções inferiores substituídas pelo abdômen e pernas de aranhas imensas) que ataca suas vitimas após seduzi-las e as transforma em escravos, enquanto “The Graveyard” fala de um coveiro que se depara com o ressurgimento de mortos vivos. “Dragon of Chaos” aborda uma história de leviathan/serpente do gênesis, que destrói o paraíso. A musica traz a filosofia anti-cósmica e caosófica, enquanto “Ouija” fala de um homem que encontra o tabuleiro e resolve jogar; mas acaba possuído.

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Grande fã de terror, Thiago Gasulla sempre foi muito ligado à temática Black Metal, tanto em relação ao visual quanto ao som, citando o Bathory como sua maior influência. Sua primeira experiência musical neste estilo foi o Infurius, mas foi com a pressão de um amigo que surgiu a ideia de criar um projeto que voltado à música acústica. Com o tempo as influências Black Metal foram somadas aos arranjos acústicos, criando o que o músico chama de Dark Folk Metal. Buscando referências em Bathory, Moonspell e Carach Angren, Gasulla também incorporou influências de bandas de Occult Rock, como Ancient VVisdom e Year of the Goat. Questionado sobre esta “nova” vertente do som pesado, o multi-instrumentista comenta que o que mais o impressiona no Occult Rock é a temática que envolve estas bandas, não apenas a sonoridade: “Se eu tivesse que escolher entre uma das duas eu optaria pela temática, eu aprecio muito tudo que é ligado ao tema “terror”. Mas ainda assim a sonoridade me agrada muito e me traz inspiração para as composições da Mooncorpse.”.

A estreia fonográfica do MOONCORPSE com “In the Mouth of Madness”, lançado em outubro do ano passado, impressiona pela versatilidade, com temas obscuros movidos a momentos acústicos. Essa criatividade, como o músico explica, se deve muito ao seu gosto pessoal: “Eu sou muito ligado ao universo de fantasia e de terror, como: Lovecraft, Warhammer, D&D, entre outros. A partir disso consigo a criatividade para escrever as letras e acabo tendo um incentivo para compor. Eu realmente estou curtindo o som que estou fazendo, acredito que isso também ajude.”. Com a arte da capa desenhada pelo talentoso Rafael Tavares (Forkill, Torture Squad), “In the Mouth of Madness” apresenta  dez faixas de grande impacto, como“Cult of Blood”“Age of the Antichrist”“Necronomicon” e “Mouth of Madness”.

Ouça o álbum no Spotify:

https://spoti.fi/2TLc2kJ

 Provando-se um verdadeiro workaholic, Gasulla trabalhou com seu antigo colega de banda e produtor Vitor Munhoz no lançamento de um EP chamado “Ancient Doom”, em fevereiro. Com duas músicas para cada banda e um cover para “Descending Angel”, do Misfits, o material serve como um aperitivo para o lançamento do segundo álbum do MOONCORPSE, “King of the Damned”, que será lançado no dia 14 de março. Embora seja um projeto “one-man-band” em estúdio, há planos para shows em breve. “Já estou com o plano de começar a fazer shows, e com isso já chamei alguns amigos que para tocarem comigo. Mas em relação à gravação e a composição das músicas eu me sinto mais livre em fazer sozinho.”.

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