Posts com Tag ‘Legião Urbana’

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Os clássicos são atemporais, dizem. Ao expressar, com perfeição estética, os dilemas, as angústias e os desejos da condição humana em determinado contexto temporal, as obras ditas clássicas se caracterizam justamente pela autonomia que conquistaram diante daquele mesmo contexto. Indo muito além dele, os clássicos, precisamente por serem clássicos, possuem o seu próprio tempo. Frutos de uma época específica, eles ganham a eternidade. É como se certas criaturas particulares, produtos da genialidade particular de seus criadores, conseguissem sobreviver aos tempos particulares nos quais foram criadas, e passassem a ter todo o tempo do mundo.

Não há muitas dúvidas em se afirmar que os álbuns Dois e Que país é este – lançados, respectivamente, em julho de 1986 e novembro de 1987 – são clássicos do rock brasileiro, e que, a partir deles, a Legião Urbana, mesmo ainda tão jovem, já se tornava uma banda clássica e, portanto, atemporal. Mais de trinta anos depois de terem sido apresentadas ao público, as canções desses dois discos seguem cativando corações e mentes de todas as idades, cores e classes sociais nesse país desigual e continental que é o Brasil. De norte a sul do território nacional, das friorentas rodas de vinho (ruim) e violão nas universidades de Porto Alegre aos animados caraoquês eletrônicos do semiárido nordestino, os acordes dissonantes de “Tempo Perdido” e a épica (e quilométrica) letra de “Faroeste Caboclo” são presenças quase obrigatórias – e o mesmo se poderia dizer dos versos de “Quase sem querer”, “Índios”, “Que país é este” e “Eu sei”, entre outras músicas do segundo e terceiro disco da banda, então composta por Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha, o Negrete (que deixaria a banda no início de 1989, nos momentos iniciais das gravações do quarto disco, As Quatro Estações).

Desde quando foram lançados aqueles dois discos, muita coisa se passou e, claro, muita coisa mudou. Porém, nas mudanças históricas há sempre coisas que permanecem, e quando se trata de clássicos, atemporais por excelência, as permanências se tornam evidentes. Em 2015, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá decidiram convidar alguns músicos seletos e realizar uma turnê comemorativa das três décadas de lançamento do primeiro álbum da banda, executado na íntegra para o delírio de milhares de legionários de diferentes gerações e regiões do país. Para alguns, já não tão novos, foi a oportunidade de ver, ao menos mais uma vez, canções que marcaram suas vidas tocadas por seus autores, Dado e Bonfá. Para outros, mais novos, foi a chance de ver pela primeira vez a dupla tocando ao vivo músicas que só eram curtidas por meio das antigas e novas mídias digitais. Todos, no entanto, se mostraram igualmente jovens. Mutuamente, ídolos e fãs trocaram energias e protagonizaram catarses que só o autêntico rock possibilita. O amor, o afeto, a rebeldia e a angústia de canções compostas havia trinta anos reapareceram instantaneamente, como se tivessem propositalmente hibernado apenas para ressurgir quando chegasse a hora certa, quando fosse, novamente, a vez dos filhos (e netos) da revolução. Para Dado e Bonfá, foi uma oportunidade de olhar o próprio passado não com saudosismo, e sim procurando interpretá-lo, ressignificá-lo, atualizá-lo. Homens feitos, reviveram, com outra cabeça e o mesmo coração, seus tempos de juventude transgressora. Para os ex-integrantes da Legião, o projeto comemorativo (Legião Urbana XXX anos) deu tão certo que simplesmente não existem razões para encerrá-lo agora – e quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Em 2019, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltarão aos palcos para, dessa vez, comemorar os aproximadamente trinta anos dos clássicos Dois e Que país é este (1978-1987), finalizando, assim, os festejos referentes àquela trilogia da então juvenil Legião. Maduros, musicalmente realizados e dotados de uma vitalidade inesgotável, poderão relembrar seus tempos de quando moravam em Brasília, sem carro, gasolina e nada de interessante para fazer – a não ser rock. Acompanhados dos mesmos músicos da última turnê (André Frateschi, Lucas Vasconcellos, Mauro Berman e Roberto Pollo), Dado e Bonfá, desde os primeiros acordes e viradas, certamente reviverão com os legionários lembranças e estórias de um passado intenso e contraditório, cujo alguns aspectos, entretanto, insistem em não passar. O Brasil de hoje, assolado por uma onda conservadora que intensifica preconceitos, opressões e desigualdades, é um país de grandes cidades cada vez mais violentas, onde o sangue anda solto e somos atacados por sermos inocentes. Nesse país arcaico e moderno, de favelas e smartphones, de medos reais e amigos virtuais, muitas vezes só queremos alguém com quem conversar para aplacar momentaneamente nossa angústia. Assim, nesse atual cenário do Brasil, Dois e Que país é este mostram porque sobreviveram aos seus anos de criação, e exibem toda a sua atualidade, no melhor estilo dos clássicos. Diante de uma certa apatia política, conformismo social, solidão subjetiva e padronização cultural, talvez o rock dos ex-meninos da Legião possa não só servir de alento aos mais vividos, como também revolucionariamente inspirar uma juventude em cujas mãos reside a esperança de que nossas vidas, e a do país, não sejam, para sempre, mais do mesmo. Será que ainda hoje não é justamente o som de Dado e Bonfá que o Brasil quer e precisa ouvir?

Texto: Felipe Demier

SERVIÇO
Data: 25/10/2019
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro/RJ
Horário: 22h
Abertura dos portões: 20h
Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

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Os clássicos são atemporais, dizem. Ao expressar, com perfeição estética, os dilemas, as angústias e os desejos da condição humana em determinado contexto temporal, as obras ditas clássicas se caracterizam justamente pela autonomia que conquistaram diante daquele mesmo contexto. Indo muito além dele, os clássicos, precisamente por serem clássicos, possuem o seu próprio tempo. Frutos de uma época específica, eles ganham a eternidade. É como se certas criaturas particulares, produtos da genialidade particular de seus criadores, conseguissem sobreviver aos tempos particulares nos quais foram criadas, e passassem a ter todo o tempo do mundo.

Não há muitas dúvidas em se afirmar que os álbuns Dois e Que país é este – lançados, respectivamente, em julho de 1986 e novembro de 1987 – são clássicos do rock brasileiro, e que, a partir deles, a Legião Urbana, mesmo ainda tão jovem, já se tornava uma banda clássica e, portanto, atemporal. Mais de trinta anos depois de terem sido apresentadas ao público, as canções desses dois discos seguem cativando corações e mentes de todas as idades, cores e classes sociais nesse país desigual e continental que é o Brasil. De norte a sul do território nacional, das friorentas rodas de vinho (ruim) e violão nas universidades de Porto Alegre aos animados caraoquês eletrônicos do semiárido nordestino, os acordes dissonantes de “Tempo Perdido” e a épica (e quilométrica) letra de “Faroeste Caboclo” são presenças quase obrigatórias – e o mesmo se poderia dizer dos versos de “Quase sem querer”, “Índios”, “Que país é este” e “Eu sei”, entre outras músicas do segundo e terceiro disco da banda, então composta por Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha, o Negrete (que deixaria a banda no início de 1989, nos momentos iniciais das gravações do quarto disco, As Quatro Estações).

Desde quando foram lançados aqueles dois discos, muita coisa se passou e, claro, muita coisa mudou. Porém, nas mudanças históricas há sempre coisas que permanecem, e quando se trata de clássicos, atemporais por excelência, as permanências se tornam evidentes. Em 2015, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá decidiram convidar alguns músicos seletos e realizar uma turnê comemorativa das três décadas de lançamento do primeiro álbum da banda, executado na íntegra para o delírio de milhares de legionários de diferentes gerações e regiões do país. Para alguns, já não tão novos, foi a oportunidade de ver, ao menos mais uma vez, canções que marcaram suas vidas tocadas por seus autores, Dado e Bonfá. Para outros, mais novos, foi a chance de ver pela primeira vez a dupla tocando ao vivo músicas que só eram curtidas por meio das antigas e novas mídias digitais. Todos, no entanto, se mostraram igualmente jovens. Mutuamente, ídolos e fãs trocaram energias e protagonizaram catarses que só o autêntico rock possibilita. O amor, o afeto, a rebeldia e a angústia de canções compostas havia trinta anos reapareceram instantaneamente, como se tivessem propositalmente hibernado apenas para ressurgir quando chegasse a hora certa, quando fosse, novamente, a vez dos filhos (e netos) da revolução. Para Dado e Bonfá, foi uma oportunidade de olhar o próprio passado não com saudosismo, e sim procurando interpretá-lo, ressignificá-lo, atualizá-lo. Homens feitos, reviveram, com outra cabeça e o mesmo coração, seus tempos de juventude transgressora. Para os ex-integrantes da Legião, o projeto comemorativo (Legião Urbana XXX anos) deu tão certo que simplesmente não existem razões para encerrá-lo agora – e quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Em 2019, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltarão aos palcos para, dessa vez, comemorar os aproximadamente trinta anos dos clássicos Dois e Que país é este (1978-1987), finalizando, assim, os festejos referentes àquela trilogia da então juvenil Legião. Maduros, musicalmente realizados e dotados de uma vitalidade inesgotável, poderão relembrar seus tempos de quando moravam em Brasília, sem carro, gasolina e nada de interessante para fazer – a não ser rock. Acompanhados dos mesmos músicos da última turnê (André Frateschi, Lucas Vasconcellos, Mauro Berman e Roberto Pollo), Dado e Bonfá, desde os primeiros acordes e viradas, certamente reviverão com os legionários lembranças e estórias de um passado intenso e contraditório, cujo alguns aspectos, entretanto, insistem em não passar. O Brasil de hoje, assolado por uma onda conservadora que intensifica preconceitos, opressões e desigualdades, é um país de grandes cidades cada vez mais violentas, onde o sangue anda solto e somos atacados por sermos inocentes. Nesse país arcaico e moderno, de favelas e smartphones, de medos reais e amigos virtuais, muitas vezes só queremos alguém com quem conversar para aplacar momentaneamente nossa angústia. Assim, nesse atual cenário do Brasil, Dois e Que país é este mostram porque sobreviveram aos seus anos de criação, e exibem toda a sua atualidade, no melhor estilo dos clássicos. Diante de uma certa apatia política, conformismo social, solidão subjetiva e padronização cultural, talvez o rock dos ex-meninos da Legião possa não só servir de alento aos mais vividos, como também revolucionariamente inspirar uma juventude em cujas mãos reside a esperança de que nossas vidas, e a do país, não sejam, para sempre, mais do mesmo. Será que ainda hoje não é justamente o som de Dado e Bonfá que o Brasil quer e precisa ouvir?

Texto: Felipe Demier

SERVIÇO
Data: 25/10/2019
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro/RJ
Horário: 22h
Abertura dos portões: 20h
Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

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Não há muitas dúvidas em se afirmar que os álbuns Dois e Que país é este – lançados, respectivamente, em julho de 1986 e novembro de 1987 – são clássicos do rock brasileiro, e que, a partir deles, a Legião Urbana, mesmo ainda tão jovem, já se tornava uma banda clássica e, portanto, atemporal. Mais de trinta anos depois de terem sido apresentadas ao público, as canções desses dois discos seguem cativando corações e mentes de todas as idades, cores e classes sociais nesse país desigual e continental que é o Brasil. De norte a sul do território nacional, das friorentas rodas de vinho (ruim) e violão nas universidades de Porto Alegre aos animados caraoquês eletrônicos do semiárido nordestino, os acordes dissonantes de “Tempo Perdido” e a épica (e quilométrica) letra de “Faroeste Caboclo” são presenças quase obrigatórias – e o mesmo se poderia dizer dos versos de “Quase sem querer”, “Índios”, “Que país é este” e “Eu sei”, entre outras músicas do segundo e terceiro disco da banda, então composta por Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha, o Negrete (que deixaria a banda no início de 1989, nos momentos iniciais das gravações do quarto disco, As Quatro Estações).

Desde quando foram lançados aqueles dois discos, muita coisa se passou e, claro, muita coisa mudou. Porém, nas mudanças históricas há sempre coisas que permanecem, e quando se trata de clássicos, atemporais por excelência, as permanências se tornam evidentes. Em 2015, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá decidiram convidar alguns músicos seletos e realizar uma turnê comemorativa das três décadas de lançamento do primeiro álbum da banda, executado na íntegra para o delírio de milhares de legionários de diferentes gerações e regiões do país. Para alguns, já não tão novos, foi a oportunidade de ver, ao menos mais uma vez, canções que marcaram suas vidas tocadas por seus autores, Dado e Bonfá. Para outros, mais novos, foi a chance de ver pela primeira vez a dupla tocando ao vivo músicas que só eram curtidas por meio das antigas e novas mídias digitais. Todos, no entanto, se mostraram igualmente jovens. Mutuamente, ídolos e fãs trocaram energias e protagonizaram catarses que só o autêntico rock possibilita. O amor, o afeto, a rebeldia e a angústia de canções compostas havia trinta anos reapareceram instantaneamente, como se tivessem propositalmente hibernado apenas para ressurgir quando chegasse a hora certa, quando fosse, novamente, a vez dos filhos (e netos) da revolução. Para Dado e Bonfá, foi uma oportunidade de olhar o próprio passado não com saudosismo, e sim procurando interpretá-lo, ressignificá-lo, atualizá-lo. Homens feitos, reviveram, com outra cabeça e o mesmo coração, seus tempos de juventude transgressora. Para os ex-integrantes da Legião, o projeto comemorativo (Legião Urbana XXX anos) deu tão certo que simplesmente não existem razões para encerrá-lo agora – e quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Em 2019, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltarão aos palcos para, dessa vez, comemorar os aproximadamente trinta anos dos clássicos Dois e Que país é este (1978-1987), finalizando, assim, os festejos referentes àquela trilogia da então juvenil Legião. Maduros, musicalmente realizados e dotados de uma vitalidade inesgotável, poderão relembrar seus tempos de quando moravam em Brasília, sem carro, gasolina e nada de interessante para fazer – a não ser rock. Acompanhados dos mesmos músicos da última turnê (André Frateschi, Lucas Vasconcellos, Mauro Berman e Roberto Pollo), Dado e Bonfá, desde os primeiros acordes e viradas, certamente reviverão com os legionários lembranças e estórias de um passado intenso e contraditório, cujo alguns aspectos, entretanto, insistem em não passar. O Brasil de hoje, assolado por uma onda conservadora que intensifica preconceitos, opressões e desigualdades, é um país de grandes cidades cada vez mais violentas, onde o sangue anda solto e somos atacados por sermos inocentes. Nesse país arcaico e moderno, de favelas e smartphones, de medos reais e amigos virtuais, muitas vezes só queremos alguém com quem conversar para aplacar momentaneamente nossa angústia. Assim, nesse atual cenário do Brasil, Dois e Que país é este mostram porque sobreviveram aos seus anos de criação, e exibem toda a sua atualidade, no melhor estilo dos clássicos. Diante de uma certa apatia política, conformismo social, solidão subjetiva e padronização cultural, talvez o rock dos ex-meninos da Legião possa não só servir de alento aos mais vividos, como também revolucionariamente inspirar uma juventude em cujas mãos reside a esperança de que nossas vidas, e a do país, não sejam, para sempre, mais do mesmo. Será que ainda hoje não é justamente o som de Dado e Bonfá que o Brasil quer e precisa ouvir?

SERVIÇO

Data: 25/10/2019
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro/RJ
Horário: 22h
Abertura dos portões: 20h
Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

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Integrantes da formação original da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltam aos palcos para comemorar os 30 anos do lançamento dos discos “Dois” e “Que País é Este”. A turnê estreou em Miami (EUA), passou por várias cidades brasileiras e retorna ao Rio de Janeiro no dia 2 de fevereiro, sábado, na Fundição Progresso.

Dentre as canções que fazem parte desses dois álbuns estão grandes sucessos como “Tempo Perdido”, “Que País é Este”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo”. Além de Dado na guitarra e Bonfá na bateria, o projeto conta com os vocais de André Frateschi, a guitarra e violão de Lucas Vasconcellos, os teclados e programações de Roberto Pollo e o baixo de Mauro Berman – que também assina a direção musical do show.

A iniciativa fecha o ciclo de comemorações de lançamento da trilogia formada pelos três primeiros álbuns da banda, que começou em 2015 com a turnê “Legião Urbana XXX Anos”, do disco de estreia “Legião Urbana”. Ao longo de um ano e meio, foram 100 apresentações para mais de 500 mil legionários, de diferentes gerações e regiões do país.

SERVIÇO

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá Tocam Legião Urbana

Data: 2 de fevereiro de 2019, sábado

Local: Fundição Progresso

Endereço: Rua dos Arcos, 24 – Lapa

Abertura da casa: 22h

Classificação etária: 18 anos (menores a partir de 16 anos podem entrar acompanhados dos responsáveis legais, mediante documentação)

Palco: arena

Capacidade: 5 mil pessoas

Telefone: (21) 3212-0800

Site: www.fundicaoprogresso.com.br

E-mail: contato@fundicaoprogresso.com.br

INGRESSOS

Pista

1º lote: R$ 50 (meia-entrada) / R$ 100 (inteira) – ESGOTADO

2º lote: R$ 60 (meia-entrada) / R$ 120 (inteira)

3º lote: R$ 70 (meia-entrada) / R$ 140 (inteira)

4º lote: R$ 80 (meia-entrada) / R$ 160 (inteira)

5º lote: R$ 100 (meia-entrada) / R$ 200 (inteira)

Frisa

1º lote: R$ 150 (meia-entrada) / R$ 300 (inteira)

2º lote: R$ 200 (meia-entrada) / R$ 400 (inteira)

PONTOS DE VENDA

Vendas online Eventim: http://bit.ly/DadoBonfá

Bilheterias da Fundição Progresso: de segunda a sexta, das 11h às 20h; sábados (somente em dias de show), a partir das 12h, sem taxa de conveniência/administrativa.

Formas de Pagamento: dinheiro (bilheteria Fundição) e cartão de crédito (site Eventim)

*Meia-entrada:

– estudantes, idosos, menores de 21 anos, professores da rede estadual/municipal;

– meia-entrada solidária com a doação de 1kg de alimento não perecível;

– meia-entrada Sócio Torcedor: a Fundição Progresso tem parceria exclusiva com o programa Sócio Torcedor do Flamengo. A parceria concede 50% de desconto no valor da inteira em até dois ingressos aos sócios. Para comprovar, nas compras online, basta o associado incluir o código específico sinalizado pelo seu clube. E, nas compras efetuadas na bilheteria, apresentar o código.

**A casa não disponibiliza serviço de guarda-volumes.

Acesso para pessoas com necessidades especiais e cadeirantes.

Estacionamento próximo: Catedral – acesso pela Avenida Paraguai sentido Zona Sul.

ASSESSORIA DE IMPRENSA FUNDIÇÃO PROGRESSO

Miriam Roia | miriamroia@gmail.com | (21) 99142-0018

Vivi Drumond | vivi.drumond@gmail.com | (21) 98756-7742

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Integrantes da formação original da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltam aos palcos para comemorar os 30 anos do lançamento dos discos “Dois” e “Que País é Este”. A turnê estreou em Miami (EUA), passou por várias cidades brasileiras e retorna ao Rio de Janeiro no dia 2 de fevereiro, sábado, na Fundição Progresso.

Dentre as canções que fazem parte desses dois álbuns estão grandes sucessos como “Tempo Perdido”, “Que País é Este”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo”. Além de Dado na guitarra e Bonfá na bateria, o projeto conta com os vocais de André Frateschi, a guitarra e violão de Lucas Vasconcellos, os teclados e programações de Roberto Pollo e o baixo de Mauro Berman – que também assina a direção musical do show.

A iniciativa fecha o ciclo de comemorações de lançamento da trilogia formada pelos três primeiros álbuns da banda, que começou em 2015 com a turnê “Legião Urbana XXX Anos”, do disco de estreia “Legião Urbana”. Ao longo de um ano e meio, foram 100 apresentações para mais de 500 mil legionários, de diferentes gerações e regiões do país.

SERVIÇO

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá Tocam Legião Urbana

Data: 2 de fevereiro de 2019, sábado

Local: Fundição Progresso

Endereço: Rua dos Arcos, 24 – Lapa

Abertura da casa: 22h

Classificação etária: 18 anos (menores a partir de 16 anos podem entrar acompanhados dos responsáveis legais, mediante documentação)

Palco: arena

Capacidade: 5 mil pessoas

Telefone: (21) 3212-0800

Site: www.fundicaoprogresso.com.br

E-mail: contato@fundicaoprogresso.com.br

INGRESSOS

Pista

1º lote: R$ 50 (meia-entrada) / R$ 100 (inteira) – ESGOTADO

2º lote: R$ 60 (meia-entrada) / R$ 120 (inteira)

3º lote: R$ 70 (meia-entrada) / R$ 140 (inteira)

4º lote: R$ 80 (meia-entrada) / R$ 160 (inteira)

5º lote: R$ 100 (meia-entrada) / R$ 200 (inteira)

Frisa

1º lote: R$ 150 (meia-entrada) / R$ 300 (inteira)

2º lote: R$ 200 (meia-entrada) / R$ 400 (inteira)

PONTOS DE VENDA

Vendas online Eventim: http://bit.ly/DadoBonfá

Bilheterias da Fundição Progresso: de segunda a sexta, das 11h às 20h; sábados (somente em dias de show), a partir das 12h, sem taxa de conveniência/administrativa.

Formas de Pagamento: dinheiro (bilheteria Fundição) e cartão de crédito (site Eventim)

*Meia-entrada:

– estudantes, idosos, menores de 21 anos, professores da rede estadual/municipal;

– meia-entrada solidária com a doação de 1kg de alimento não perecível;

– meia-entrada Sócio Torcedor: a Fundição Progresso tem parceria exclusiva com o programa Sócio Torcedor do Flamengo. A parceria concede 50% de desconto no valor da inteira em até dois ingressos aos sócios. Para comprovar, nas compras online, basta o associado incluir o código específico sinalizado pelo seu clube. E, nas compras efetuadas na bilheteria, apresentar o código.

**A casa não disponibiliza serviço de guarda-volumes.

Acesso para pessoas com necessidades especiais e cadeirantes.

Estacionamento próximo: Catedral – acesso pela Avenida Paraguai sentido Zona Sul.

ASSESSORIA DE IMPRENSA FUNDIÇÃO PROGRESSO

Miriam Roia | miriamroia@gmail.com | (21) 99142-0018

Vivi Drumond | vivi.drumond@gmail.com | (21) 98756-7742

Fonte: Vivi Drumond

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DADO E BONFÁ EM LEGIÃO URBANA XXX ANOS

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá se reúnem no palco da lona para o encerramento da turnê Legião Urbana XXX anos, que comemora os 30 anos de lançamento do disco (homônimo) de estreia. O repertório do show conta com aqueles clássicos incríveis. Se você imaginou como seria esse show no Circo, agora não precisa mais. Vai ser inesquecível!

Data: Sexta às 22h00 / 16 de dezembro

Data: Sábado às 22h00 / 17 de Dezembro SOLD OUT

INGRESSOS

Inteira Lote2: R$ 160,00

Meia-Entrada Lote2: R$ 80,00

Solidário 1kg Alimento: Lote2 R$ 80,00

Sou+Rio Lote2: R$ 80,00

Local: Circo Voador

Endereço: Rua dos Arcos, s/nº (Rio de Janeiro-RJ)

Classificação: 18 anos.

Meia Entrada: Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), Jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.

Ingresso Solidário: 50% de desconto com a entrega de 1kg de alimento no acesso ao evento.

Para mais informações, você pode conversar conosco através do Chat online, ele está disponível aqui mesmo na home do nosso site. Este atendimento é rápido e prático.

Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria do Circo Voador

Endereço: Rua dos Arcos, s/nº Lapa .

Horário de Funcionamento: De terça a sexta, das 12:00 às 19:00; sábado das 14:00 às 20:00

E sempre 02 horas antes de cada evento

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André Frateschi

Pela segunda vez neste ano, a Legião Urbana se apresenta no Rio de Janeiro. Desta vez a apresentação foi na Fundição Progresso e diferente do primeiro show, tivemos uma banda de abertura. A missão ficou para a banda de Fortaleza, Jonnata Doll e os Garotos Solventes.

Trazendo em sua formação, Jonnata Doll (Vocal), Saulo Raphael (Baixo), Edson Van Gohg (Guitarra), Léo Breedlove (Guitarra) e Marcelo DenisDeadl (bateria), a banda mescla punk, pop e alguma psicodelia em seu som. Além de um instrumental bem amarrado, a banda chama a atenção pelo estilo a la Iggy Pop, ou talvez Jagger, de Jonnata Doll. 

As letras soam bem particulares aos rapazes da banda e transmitem certa verdade nas canções. Com o primeiro registro lançado em 2013, a banda tem se apresentado ao lado da Legião Urbana na comemoração de seus 30 anos do primeiro álbum gravado, somando mais de 30 shows até o momento.

Jonnata Doll e os Garotos Solventes conseguiu atrair a atenção do público e arrebatou alguns novos seguidores. O show ainda contou com a presença da vocalista Marina Franco.

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Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Passada a experiência única da apresentação dos cearenses, era a hora da lenda, Legião Urbana. Aclamados pelo grande público, Dado Villa Lobos (Guitarra / Vocais) e Marcelo Bonfá (Bateria) sobem ao palco acompanhados de André Frateschi (Vocais), Lucas Vasconcellos (Guitarra), Mauro Berman (Baixo) e Roberto Pollo (Teclados).

A banda tem feito um set dividido em duas partes: a primeira consiste na execução do primeiro álbum na íntegra. A segunda traz uma enxurrada de sucessos da banda, passeando por diversos álbuns.

Algumas músicas são cantadas por todos os presentes, como Será, Ainda é Cedo, Geração Coca-Cola e Soldados. Acredito que nem todos os presentes conhecessem bem a vasta obra da Legião Urbana, em alguns momentos o público se tornava atônito e não correspondia ao entusiasmo da banda.

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Marcelo Bonfá

Enfim, desabafo feito, voltemos a falar do show. André Frateschi se mostrou uma excelente escolha para assumir os vocais da banda. Além de cantor, André também é ator e com isso leva um dinamismo e interpretação bem interessantes as letras.

Dado e Bonfá cantam e parecem bem soltos no palco, algumas partes soam pesadas e a animação contagia mesmo até quem não é fã da banda. Fechada a primeira parte do set, o que estava para se seguir era uma grande festa.

Após uma poesia chamada de “Profecia de Renato Russo”, a banda retorna ao palco com Tempo Perdido e se seguiram vários outros sucessos. Daniel na Cova dos Leões, a seminal Há Tempos, 1965 com Jonnata Doll nos vocais, Dezesseis, música então inédita a ser apresentada até o início desta turnê, com Marina Franco a frente da banda.

Ao longo do set, ainda temos a participação de Nicolau Villa-Lobos e João Pedro Bonfá, não vou falar quem são os pais dos caras, acho que já está bem explicado. Mas engana-se quem acha que estão ali só pelo nome, a verdade é que ambos são músicos bem competentes.

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Dado Villa Lobos

Fechando o show tivemos a execução de três clássicos da Legião, Faroeste Caboclo, Perfeição e Que País é Este. Embora o futuro seja incerto quanto a longevidade desta nova banda, se continuarem com a atual formação, talvez a cena musical respire um ar novo e tenhamos mais surpresas como Jonnata Doll e os Garotos Solventes florescendo no cenário.

Setlist Legião Urbana: Legião Urbana XXX – Será / A Dança / Petróleo do Futuro / Ainda é cedo / Perdidos no Espaço / Geração Coca-Cola / O Reggae / Baader-Meinhof Blues / Soldados / Teorema / Por Enquanto / Profecia de Renato Russo / Segunda Parte – Tempo Perdido / Daniel na cova dos leões / Há Tempos / 1965 (Duas tribos) (Com Jonnata Doll nos Vocais) / Dezesseis (Com Marina Franco nos Vocais) / Eu sei / Pais e Filhos / Angra dos Reis / O Teatro dos Vampiros / Quase Sem Querer / “Índios” / Bis: Faroeste Caboclo / Perfeição / Que País é Este.