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A banda paulista de Rock Alternativo, Ingrime, já havia antecipado que nos aproximávamos do lançamento de um dos grandes álbuns do ano com o single e videoclipe de “Ceder”, e as expectativas criadas a partir de então se confirmaram com a estreia de “Ignição”, o primeiro álbum completo de estúdio da banda.

Lançado no dia 26 de Agosto de 2022, “Ignição” convida o ouvinte a refletir e ressignificar seus traumas e sentimentos através de composições cativantes, profundas e viscerais, onde cada nota, cada palavra e cada arranjo possuem um propósito bastante claro e necessário, pensados para se conectar profundamente com os sentimentos daqueles que se permitirem tocar pela música da banda.

Ouça o álbum “Ignição” aqui:

“Ignição” é um álbum profundo, mas que carrega sentimentos absolutamente verdadeiros e aborda situações cotidianas de uma forma tão poética e simples, que irá agradar desde os consumidores de música mais críticos, até aqueles que encararem as composições como pílulas de leveza e reconexão consigo mesmo. “Ignição” vai do medo ao triunfo, da tristeza à vitória, das lágrimas aos sorrisos. “É importante pontuar que mesmo aqueles que já conheciam o trabalho da Ingrime serão surpreendidos com o amadurecimento e evolução que as canções tiveram, fruto de um trabalho feito com muita calma, carinho e cuidado durante os anos em que a banda esteve longe dos palcos. Melodias e dobras vocais das mais variadas, instrumentais milimetricamente pensados, estruturas e pesos que só o trabalho em estúdio pode nos proporcionar, ao mesmo tempo mantendo a alma e a vibe que a banda sempre teve em suas apresentações”, comenta o vocalista Gabriel Teixeira.

As composições são marcantes: logo na primeira audição as passagens melódicas e refrões ficam gravados na memória. Iniciando com a música “Infinito”, a banda pega o ouvinte pela mão e o convida a fechar os olhos e absorver cada detalhe das 10 canções que compõem o álbum. Depois de uma jornada de altos e baixos, o álbum se encerra com “Velho Eu” de forma categórica, criando uma expectativa sobre tudo que virá a partir deste lançamento. 

“De uma forma geral, as canções do álbum traduzem aquilo que se passa diante dos nossos olhos, mas que raramente paramos para analisar com o devido cuidado”, afirma o guitarrista Fábio Cerqueira.

“Infinito e Velho Eu não foram escolhidas à toa para assumirem suas respectivas posições no álbum. Desde as primeiras conversas que tivemos a respeito das músicas que integrariam o disco, nós flertávamos bastante com a ideia de que as canções que tínhamos em mãos poderiam fazer parte de uma mesma história, tanto de maneira fictícia/lúdica quanto pelas motivações por trás da criação de cada uma, tudo parecia convergir para o mesmo sádico e às vezes esperançoso ponto. As músicas contariam os altos e baixos de um eu lírico, quase como estágios de um luto”, destaca Gabriel Teixeira.

“No caso do álbum, por mais que tenhamos uma linha de narrativa que pode ser interpretada como tratando-se de altos e baixos de um relacionamento por exemplo, também abordamos questionamentos mais existenciais e até mesmo filosóficos, como na música Infinito, e mesmo assim mantemos uma coerência dentro do arco narrativo que criamos nesse álbum”, complementa o baterista Gabriel Gustavo.

Sobre a sonoridade da Ingrime em “Ignição”, o guitarrista Fábio Cerqueira comentou:

“Nossos referências vão desde clássicos do internacional como Red Hot Chilli Peppers e Muse, até bandas nacionais da atualidade como Scalene e Zimbra. Como sempre fomos bem abertos em dar espaço para todos os integrantes trazerem composições para serem trabalhadas na Ingrime, acaba que criamos um “ecossistema” onde somos capazes de transitar por diversos assuntos e temas”

Na estrada há cerca de cinco anos, o trio formado por Gabriel Teixeira (vocal), Fábio Cerqueira (guitarra) e Gabriel Gustavo (bateria), já lançou um EP Acústico e cinco singles antes de “Ignição”, dos quais, dois estão presentes no álbum em novas versões, “Íngreme” e “Terapeuta”. Além disso, a banda também já lançou diversos conteúdos audiovisuais, sendo o mais recente o videoclipe de “Ceder”, que você pode conferir abaixo:

“Ignição” tem produção, mixagem e masterização de Marco Aurélio Dower, do Studio Maestrya, com direção de voz por Will Anselmo. O álbum conta com as participações de Kenned Telles nos arranjos de teclado e sintetizadores, Gabriel Preto no violino, Eduardo Rorato na percussão e Juliana Máximo nas vozes adicionais em “Despedida”. A arte da capa de “Ignição” é uma criação do Estúdio Sesta com apoio da Ingrime.

Depois de quase 5 anos desde sua criação, a Ingrime finalmente trouxe ao mundo seu primeiro álbum, um trabalho que teve como intuito levar o tempo que fosse necessário para ficar pronto, que entregasse tudo o que a banda representa e pode oferecer dentro e fora dos palcos. Um disco que expõe fraquezas, inseguranças e questionamentos que muitas vezes são deixados de lado, abordando todos esses assuntos de forma reconfortante e esperançosa, por mais doloroso que possa ser estar perdido em meio a uma espiral de sentimentos labirínticos.

Hell Yeah Music Company

Ingrime: Lançado single e videoclipe para “Ceder”

Publicado: 05/08/2022 por Pedro Mello em News
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A banda paulista de Rock Alternativo, Ingrime, lançou o single e videoclipe para “Ceder”, antecipando a estreia de “Ignição”, o primeiro álbum completo de estúdio da banda, previsto ainda para 2022, e que promete trazer renovação e a contemporaneidade do Rock Alternativo Internacional ao Rock Nacional, além de reflexões e mensagens fundamentais para o nosso tempo.

“Ceder é quase como uma confissão e uma penitência sobre reconhecer, se permitir percorrer um caminho tortuoso já antes explorado e cometer repetidamente os mesmos erros, expondo o lado racional do eu lírico, que acaba se deixando guiar pelas emoções e lentamente perde sua essência”, destaca o vocalista Gabriel Teixeira.

Assista o videoclipe de “Ceder” abaixo:

Ouça o single aqui:

Sobre o videoclipe, o guitarrista Fábio Cerqueira comentou:

“A abordagem do clipe traz um novo significado para a letra de ceder. Se trata sobre ceder para os seus próprios vícios, ceder sobre velhos hábitos e um estilo de vida arriscado e prejudicial. A atuação realista e direção imersiva faz o espectador entrar na realidade apresentada e ser parte daquele universo, onde para não ceder novamente, é necessário encontrar novos caminhos”.

O baterista Gabriel Gustavo complementou sobre “Ceder”:

“Ceder traz a sensação de “cômodo, mas tenho que deixar ir”. Uma sensação de maturidade. Saber que algo ou alguém te machuca, mas apesar de tudo você ainda sente algum tipo de prazer nisso, saber reconhecer que você deve priorizar a si mesmo é um ato de maturidade e de amor próprio. No começo, há uma passagem dizendo “fui me enganando e me dizendo que dessa vez não ia cair no mesmo jogo de azar”. É deixar de enganar a si próprio e tomar as rédeas da situação pra si. A pegada instrumental entre baixo, bateria, guitarra, percussão e tantos outros elementos falam por si só. Já o propósito do Interlúdio foi pensado justamente pra causar certa estranheza e gama de sentimentos. Enfim, uma extensão necessária da obra”.

Atualmente como um trio, a Ingrime conta em sua formação com Gabriel Teixeira nos vocais, Fábio Cerqueira na guitarra e backing vocals e Gabriel Gustavo na bateria. Em “Ceder”, a banda também contou com a participação de Eduardo Rorato na percussão e as linhas de baixo foram gravadas por Fábio Cerqueira. A produção do álbum está sendo realizada por Marco Dower, do Studio Maestrya. O videoclipe de “Ceder” tem direção de Matheus Shinitchi Suzuki Oshima, roteiro de Gabriel Teixeira e Matheus Shinitchi Suzuki Oshima, produção executiva pela Ingrime, assistência de direção de Aline Neumann, direção de produção de Gabriel Teixeira, direção de fotografia e montagem por Matheus Shinitchi Suzuki Oshima.

O elenco principal conta com Bianca Pais (Personagem principal), Eduardo Angelo (Dono do bar), Bruno Lauretti (Traficante), Vitor Satille (Transeunte) e Victoria Amorim Danieletto (Sedução). O elenco da festa conta com Allana Feliciano, Akihiro Kodama, Beto Lemos, Caio Almeida, Lucas Lourenço, Vitor Satille, Vitor Alves, Léo Ferrari e Moisés Marques.

Ainda sobre o videoclipe, o diretor Matheus Shinitchi Suzuki Oshima comentou:

“A direção do clipe foi planejada para acompanhar e observar de perto a rotina conturbada da personagem, visualizando assim suas fragilidades em ceder para as distrações que vão surgindo ao longo da juventude. Separadas em duas estéticas, primeiro a das cores neutras do realismo do cotidiano, caminhando e seguindo os mesmos hábitos; e segundo as das cores vibrantes e chamativas para representar um lado mais mental e alucinatório, expondo a conturbação pelo acúmulo de tentações tudo em um mesmo ambiente fazendo assim a personagem saborear nessa armadilha psicológica; o clipe vaga por esse ciclo dos vícios da vida nua e crua sempre mostrando com clareza essa real característica do ser humano. A proposta da direção era ser clara em sua exposição, apresentando com sinceridade o que o roteiro falava e tentando sempre se libertar de muitas moralidades que vão surgindo ao longo de um processo criativo. Se apoiando nisso, o clipe teve como referência ideológica para sua construção as obras do cineasta Gaspar Noé, onde se encontra em seus trabalhos muita clareza no que ele quer retratar porém com muito estilo visual e muita personalidade cinematográfica.”

Enquanto o debut da banda não chega, conheça os demais lançamentos da Ingrime aqui:

Hell Yeah Music Company

A banda paulista de Rock Alternativo, Ingrime, lançou no dia 02 de Maio o videoclipe para a música “Anormal”, dando o pontapé definitivo para o lançamento de seu primeiro álbum completo de estúdio, previsto ainda para 2022. Confira o videoclipe abaixo:

Sobre “Anormal”, o guitarrista e compositor da música, Fábio Cerqueira destacou:

“Anormal é sobre padrões impostos pela sociedade moderna nas mídias digitais, que modelam comportamentos e afetam psicologicamente a nova geração de jovens adultos. Anormal fala da exclusão daqueles que não se encaixam nos moldes estabelecidos pela classe dominante, não possuindo o mesmo poder de consumo e status. A canção retrata um mundo irreal inventado pelas redes sociais, onde vende ilusões egocêntricas de um estilo de vida que reforça os estigmas da pirâmide social”.

O vocalista Gabriel Teixeira complementou:

“No fim, o clipe de Anormal é fruto de fatores que vão além dos instrumentos e de seus compositores, é o resultado da colaboração e união de indivíduos que fortalecem e profissionalizam a arte local. Somos gratos a todos os envolvidos que tornaram possível a concretização do primeiro videoclipe profissional da “Ingrime”! Estamos ansiosos para os próximos passos!”

Atualmente como um trio, a Ingrime conta em sua formação com Gabriel Teixeira nos vocais, Fábio Cerqueira na guitarra e backing vocals e Gabriel Gustavo na bateria. A produção do álbum está sendo realizada por Marco Dower, do Studio Maestrya e as filmagens e edições do videoclipe foram realizadas por Gio Cavalcanti e Vinícius Marques, do Studio Monstro.

O clipe teve como locação das filmagens a Casa de Cultura Cristovam Ruiz Pereira e a casa de shows Cão Pererê, na cidade de Marília, espaços que foram cedidos por seus respectivos responsáveis, Johnny Wallkman e Andrei Camargo, proporcionando a ambientação perfeita para emanar a energia que a banda transmite em suas apresentações ao vivo para o audiovisual. O trabalho de fotografia, filmagem e edição do Studio Monstro trouxe para a superfície características viscerais e claustrofóbicas, com closes, movimentações e desfoques “anormais”, que foram essenciais para traduzir algumas das sensações que a composição aborda em seu âmago, somado a iluminação e equipamentos fornecidos pelo Cineasta Cristiano Soares (Cinegoria).

O clipe, da musica lançada em 2021, chega agora remasterizado pelas mãos do produtor Marco Dower, trazendo ainda mais peso, um presente para os  novos e antigos fãs de “Anormal”.

Enquanto o debut da banda não chega, conheça os demais lançamentos da banda aqui:

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