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A banda Sonata Arctica completa 15 anos de carreira em 2014 e anunciou várias datas de uma turnê comemorativa. Com vários fãs no Brasil, a banda passará por 4 cidades em março para uma série de apresentações (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). RioMetal tem o prazer de anunciar uma parceria com a Nuclear Blast e traz para você um bate-papo rápido e divertido com o tecladista Henrik Klingenberg. Confira:

Olá Henrik, é um grande prazer falar com você!

A banda está comemorando 15 anos e vai premiar os fãs com uma turnê. Ainda contando com dois dos membros originais, Tony Kakko (vocal) e Tommy Portimo (Bateria), gostaria de saber como você olha para a evolução da banda depois de todos esses anos.

Henrik : Bem, eu acho que começou como uma banda de power metal, fortemente influenciado por Stratovarius. Ficamos dentro desse estilo mais ou menos pelos quatro primeiros álbuns. O nosso 5 º álbum, Unia, foi um divisor de águas e nós saltamos para um estilo progressivo depois que fizemos algumas experiências com elementos sinfônicos ( em The Days of Grays) e com o nosso sétimo álbum, Stones Grow Her Name, fizemos um álbum de rock bastante direto. Então agora depois de 15 anos temos mais ou menos um círculo completo, o nosso novo álbum Pariah’s Child está mais perto do estilo de como começamos com alguma dimensão adicional usando as coisas que aprendemos ao longo do caminho.

Com o sucesso de “Stones Grow Her Name”, a banda tocou em 2013 pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro (Brasil) e vai voltar este ano, contando com duas apresentações. O que vocês sentiram sobre a recepção dos fãs? Vocês puderam ver um pouco da cidade ou vai ficar para a próxima vez ?

Henrik : Alguns de nós foram à praia de Copacabana então desta vez vamos tentar conferir outra coisa 😉 É sempre muito agitado em turnê, por isso muitas vezes nós realmente não temos a possibilidade de conferir muita coisa ao nosso redor. Eu acho que o show no Rio foi muito bom e parecia que os fãs estavam esperando por nós há muito tempo, então eu estou realmente feliz que nós já podemos voltar em poucos meses.

Ainda falando sobre a última turnê, a “Stones Grow Her Name Tour” foi a última a contar com Marko Passikoski (Bass) na banda, que mais tarde foi substituído por Pasi Kauppinen (que trabalhou com a banda durante a gravação de “Stones Grow Her Name”). Como a banda encarou a saída de Marko e como foi o processo de decisão para a entrada de Pasi na banda?

Henrik : Bem, Marko não queria tocar mais, ele não estava nessa agenda de shows pesado que mantemos e nós conversamos sobre isso por um ano ou algo assim, Ele concordou em terminar a turnê e agora está fazendo algo completamente diferente do negócio da música. Quanto a vinda do Pasi, eu tenho tocado com ele desde quando éramos adolescentes e ele tem uma história com o Sonata também. Ele mixou os nossos dois DVD’s ao vivo e nós gravamos diferentes coisas em seu estúdio desde o Unia, então todos o conheciam e nós realmente não tivemos que pensar duas vezes. Ele também nos deu suporte em uma turnê européia com uma de suas outras bandas: Winterborn. Então, nós sabemos que ele pode lidar com isso na estrada também.

Além da turnê de aniversário, o Sonata Arctica se prepara para lançar seu oitavo álbum, ” Pariah’s Child”. O que os fãs podem esperar ?

Henrik : Eu acho que isso é muito perto de como o Sonata Arctica deve soar, o material power metal, uma balada, alguns elementos progressivos e assim por diante. Nós incorporamos todas as coisas boas sobre essa banda e tenho certeza que os fãs vão apreciar isso. Pelo menos estamos muito felizes com o álbum, ficou ótimo e ele vai voltar a ser totalmente incrível para chegar em turnê e tocar estas novas músicas ao vivo.

Henrik Klingenberg, Tommy Portimo, Tony Kakko, Pasi Kauppinen e Elias Viljanen

Como é o processo de composição da banda? Neste novo álbum, teremos contribuições de Pasi?

Henrik : O processo de banda sempre foi mais ou menos o mesmo. Tony traz algumas demos e daí nós juntos escolhemos o que vamos começar a trabalhar. Nós organizamos as coisas juntos como uma banda e todo mundo tem opinião sobre a forma como as coisas tem que andar.

O que os fãs podem esperar do set list da turnê de aniversário? Alguma surpresa que você pode revelar para nós?

Henrik : Bem, não seria uma surpresa então, não é? Nós vamos tocar um monte de coisas mais antigas dos primeiros quatro álbuns e uma ou outra músicas raras que nunca tocamos ao vivo em qualquer lugar antes. O objetivo é fazer um dos melhores setlists, vamos ver como vamos nos sair 😉

Obrigado pela sua atenção e tempo. Gostaria de deixar uma mensagem para os fãs?

Henrik : No momento está um frio infernal aqui em casa, então eu mal posso esperar para chegar e aproveitar o sol. Vou ver todos vocês nos shows em março e então podemos tomar algumas caipirinhas… ou pelo menos eu posso. Valeu!

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Sonata Arctica completes 15 years of career in 2014 and has announced several dates of a commemorative tour. With a lot of fans in Brazil, the band will cover 4 cities in March for a series of presentations (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro and São Paulo). RioMetal is glad to announce a partnership with Nuclear Blast and brings to you a quick and fun chat with the keyboardist Henrik Klingenberg. Check it out:

Hello Henrik, it’s a great pleasure to talk to you!

The band is celebrating 15 years and will reward fans with a tour. Still counting with two of the original members, Tony Kakko ( Vocals) and Tommy Portimo (Drums ), I would like to know how you look at the evolution of the band after all these years .

Henrik: Well, I think we started out as a power metal band, heavily influenced by Stratovarius. We stayed within that style more or less for the first 4 albums. Our 5th album Unia was a gamechanger and we jumped into a progressive style after that we did some experiments with symphonic elements (on The Days of Grays) and with our 7th album, Stones Grow Her Name we did a pretty straight forward rock album. So now after 15 years we’ve more or less come full circle, our new album Pariah’s Child is closer to how we started out stylistically with some added dimension using the things we’ve learned along the way.

With the success of “Stones Grow Her Name”, the band played in 2013 for the first time in the city of Rio de Janeiro ( Brazil ) and will return this year, counting with two presentations. What did you feel about the reception from the fans? Could you see a little bit of the city or are you going to leave it for the next time?

Henrik: Some of us got to got to the Copacabana beach so this time we’re gonna try to check out something else 😉 It’s always very hectic on tour so a lot of times we don’t really have the possibility to check out too much stuff around us. I think the show in Rio was really great and it seemed like the fans had been waiting for us for a long time, so I’m really happy that we can come back already in a few months.

Still talking about the last tour, the “Stones Grow Her Name Tour” was the last to feature Marko Passikoski (Bass) in the band, who was later replaced by Pasi Kauppinen (who worked with the band during the recording of “Stones Grow Her Name”). How did the band face Marko leaving and how was the decision process for the entry of Pasi in the band?

Henrik: Well Marko didn’t want to play any more, he was not into this heavy touring schedule that we keep and we talked about it for a year or so, he agreed to finish the tour and is now doing something completely different from the music business. As far as Pasi goes, I’ve been playing with him since we where teenagers and he has a history with Sonata as well. He mixed both our live DVD’s and we have recorded different stuff at his studio since Unia, so everyone knew him and we didn’t really have to think about it twice. He also supported us on an European tour with one of his other bands:Winterborn, so we know he can handle it on the road as well.

Beyond the anniversary tour, Sonata Arctica is preparing to release its eighth album, “Pariah’s Child”. What can fans expect?

Henrik: I think this is pretty close to what Sonata Arctica should sound like, the power metal stuff, a ballad, some progressive elements and so on. We have incorporated all the good stuff about this band and I’m sure fans will appreciate that. At least we’re really happy about the album, it turned out great and it will once again be totally awesome to get on tour and play these new songs live.

Henrik Klingenberg, Tommy Portimo, Tony Kakko, Pasi Kauppinen e Elias Viljanen

 How is the band’s songwriting process? In this new album, will we have contributions from Pasi?

Henrik: The band process has always been more or less the same. Tony brings out some demos and from there we together choose what  we will start working on. We arrange the stuff together as a band and everyone has input on how the things turn out.

What can fans expect from the set list of the anniversary tour? Any surprises that you can reveal to us?

Henrik: Well it wouldn’t be a surprise then would it ? We gonna play a lot of older stuff from the first 4 albums, and a couple of rare tracks that we’ve never played live anywhere before. The goal is to make a best of setlist, let’s see how we succeed 😉

Thank you for your attention and time. Would you like to leave a message to the fans?

Henrik: At the moment it’s cold as hell here at home so I can’t wait to get over and enjoy the sun, I’ll see you all at the shows in March and then we can have some caipirinhas…or at least I can. Cheers !