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Depois de um mês de abril mais porrada, o canal do Youtube HEAVY CULTURE durante o mês de maio promete uma agenda mais diversificada, destacando nomes clássicos do Doom Metal. O programa também estreou uma vinheta assinada especialmente pelo guitarrista Mantas, do Venom Inc., grande parceiro e apoiador do canal. E o primeiro bate-papo de maio foi justamente com um dos mais lendários vocalistas de Doom Metal, o emblemático Bobby Liebling, a voz do histórico Pentagram. Na ativa desde o início da década de 1970, a banda americana só foi lançar o primeiro disco, autointitulado, em 1985, uma demora considerável, entretanto, hoje aquele bolachão da capa preta e roxa é cultuado pela maioria dos fãs do gênero, garantido ao grupo um lugar de destaque no panteão dos gigantes do som pesado.

E embora a trajetória do Bobby Liebling seja um tanto irregular, muito devido aos excessos, ele também participou de outras bandas nas décadas de 1970/1980, como Bedemon e Death Row, e agora também faz parte do The Limit, que acabou de lançar o álbum “Caveman Logic”. Neste novo projeto está o guitarrista Sonny Vincent (do Testors, antiga banda punk americana), outro convidado especial desta live épica realizada em 04 de maio. Fugindo completamente das lives tradicionais exibidas no canal, a dupla já começou com um clima totalmente Rock and Roll, improvisando uma música ao vivo. O clima descontraído permaneceu em todo o programa, e coube a Bobby e Sonny contar alguns fatos de suas carreiras, explicando inclusive como surgiu este novo supergrupo e como foi produzido seu debut. Em relação ao Pentagram, Bobby comentou sobre a situação atual da banda e os problemas relacionados à pandemia e o consequente cancelamento de turnês, mas prometeu um novo álbum ainda para 2021.

Bobby ainda confessou qual seu álbum preferido do Pentagram, escolhendo “Sub-Basement”, de 2001, gravado em conjunto com o baterista Joe Hasselvander, que gravou o restante dos instrumentos. Há inclusive uma grande vontade do vocalista se reunir com Hasselvander para uma segunda parte do álbum.

Confira o bate papo com Bobby Liebling e Sonny Vincent:

Confira a agenda de maio:

11/05 – Robert Lowe – Vocalista do Solitude Aeturnus/Candlemass – 19h

15/05 – Undergang – Banda dinamarquesa – 17h

18/05 – Mem Von Stein – Vocalista do Exumer – 19h

25/05 – Jarvis Leatherby – Baixista do Cirith Ungol/Night Demon – 18h

Créditos da imagem: Metal Chris (https://www.flickr.com/photos/metalchris)

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Wargods Press

Na última terça, 27/04, o staff do canal HEAVY CULTURE conversou com o guitarrista Eric Cutler, da banda americana Autopsy¸ um dos nomes mais festejados do Death Metal. Na ativa desde 1987, o grupo é responsável pelo lançamento de clássicos absolutos, como “Severed Survival”, de 1989 e “Mental Funeral”, de 1991. Suas letras envolvendo todo tipo de podridão influenciaram uma gama de bandas de Gore/Splatter, forjando assim novos conceitos para o Metal extremo. Porém, nestes mais de 30 anos de história, a banda sofreu alguns hiatos, mas desde o retorno definitivo em 2009, a máquina de “podreira” não descansou, e desde então lançou três álbuns de estúdio, diversas compilações, EPs e agora divulga o ao vivo “Live in Chicago”, lançado no ano passado e apresentando 18 faixas em pouco mais de uma hora de duração, com direito à inédita “Maggots in the Mirror”.

Para falar de tanta história em nome do Death Metal, a equipe do HEAVY CULTURE bateu um papo com Eric Cutler, onde ele pôde comentar sobre a situação atual da banda, que em breve voltará a ensaiar após um longo tempo afastados por causa da pandemia. É importante lembrar que nos EUA a vacinação está acelerada e em algumas regiões do país os shows já estão liberados com algumas restrições. Sobre um novo álbum, sucessor de “Tourniquets, Hacksaws and Graves” (2014), o guitarrista afirmou que as músicas já estão escritas, e com os ensaios retornando, é possível que este novo registro seja gravado em breve. O guitarrista também foi questionado sobre a influência que o grupo exerceu sobre bandas de outras partes do mundo, como a cena sueca, ao mesmo tempo que comentou sobre quem influenciou o próprio Autopsy: “Se não houvesse o Black Sabbath, não haveria Autopsy!”.

Aproveitando o gancho “gore” que o Autopsy possui em suas letras, o guitarrista ainda foi abordado sobre seus filmes preferidos, citando “Gates of Hell”, “Night of the Living Dead”, “Evil Dead”, etc. No bate papo de mais de uma hora de duração, Eric citou também outras grandes influências musicais, como os guitarristas Michael Schenker (Scorpions, UFO) e Jimmy Page (Led Zeppelin).

Confira o bate papo completo com Eric Cutler:

Confira a agenda de maio:

04/05 – Bobby Liebling – Vocalista do Pentagram – 19h

11/05 – Robert Lowe – Vocalista do Solitude Aeturnus/Candlemass – 19h

15/05 – Undergang – Banda dinamarquesa – 17h

18/05 – Mem Von Stein – Vocalista do Exumer – 19h

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Wargods Press

Na última terça, 20/04, o staff do canal HEAVY CULTURE conversou com o lendário baixista e vocalista John Gallagher, da banda britânica Raven¸ que contou experiências vividas no Heavy Metal desde a época de 1970. O cast desta edição ainda contou com a participação especial de Sergiomar Menezes, do blog Rebel Rock RS e colaborador da Roadie Crew. Com 14 álbuns de estúdio e diversos singles, EPs e discos ao vivo, o Raven foi um dos pioneiros da NWOBHM, lançando discos clássicos no início da década de 1980, como “Rock Until You Drop”, “Wiped Out” “All for One”¸ influenciando toda uma nova geração, inclusive na formação do Thrash Metal, vide o Metallica, com quem chegaram a excursionar no início de carreira, com os americanos abrindo seus shows.

No bate-papo com o staff do HEAVY CULTURE, o músico foi lembrado da vez em que abriram para o Metallica recentemente, em um show no Brasil, sendo questionado de como foi essa experiência de “inversão” das posições, dizendo que foram tratados como reis por Hetfield & cia nessa apresentação aqui no Brasil. Outro assunto abordado foi a fase mais comercial da banda na década de 1980, com os polêmicos “Stay Hard” (1985) e “The Pack Is Back” (1986) como centro do debate. Gallagher disse que “The Pack Is Back” não é um álbum que ele aprecia em sua totalidade, que seu processo foi feito de forma diferente, influenciando no resultado final. Ele ainda contou que houve sim uma grande influência da gravadora (Atlantic Records), mas que tudo isso faz parte do percurso e que as bandas não gravam seus discos sempre da mesma forma, e lembrou do disco “Turbo”, dos conterrâneos do Judas Priest, lançado no mesmo ano e que sofreu com as críticas devida ao som mais comercial.

Gallagher também compartilhou suas experiências de como foi dividir o palco com baixistas como Cliff Burton¸ e ainda deu sua opinião sobre outros colegas dos graves e quais os influenciaram, como John Entwistle, do The Who, onde relembrou da primeira vez que ouviu a banda quando era criança, ficando impressionado com a performance da banda e sua agressividade. Outra parte interessante foi quando ele declarou que o mundo não precisa de mais Slayers e Metallicas, e deu a dica: “faça seu próprio som, crie sua identidade”.

Confira o bate papo completo com John Gallagher:

Confira a agenda de abril:

23/04 – Arthur Von Barbarian – Baterista do Psychic Possessor – 19h

27/04 – Eric Cutler – Guitarrista/vocalista do Autopsy – 19h

Créditos da foto: “Iron” Mike Savoia

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A primeira entrevista de abril do canal HEAVY CULTURE contou com um convidado muito especial: Randy Burns. O lendário produtor americano possui um currículo extenso e é um dos nomes mais lembrados entre os fãs de Heavy Metal, tendo produzido álbuns clássicos, como “Peace Sells… but Who’s Buying?” (Megadeth), “Scream Bloody Gore” (Death), “Game Over” e “Handle With Care” (Nuclear Assault), “Suicidal Tendencies” (Suicidal Tendencies), “Extreme Aggression” (Kreator) e “Darkness Descends” (Dark Angel”. Embora década de 1990 em diante tenha trabalho com poucas bandas, ele contou no bate-papo que está voltando ao circuito e está trabalhando com o M.O.D., banda de Billy Milano (S.O.D.).

Burns – hoje com 66 anos de idade -iniciou sua jornada pelo mundo da música no início da década de 1980, trabalhando como engenheiro de som para bandas punk de Los Angeles, estreando com a produção da coletânea “Hell Comes To Your House”, que trazia Social Distortion, Redd Kross, Christian Death, dentre outras bandas locais. Com o respaldo apresentado no bolachão, o produtor foi chamado pelo Suicidal Tendencies, assinando a produção do primeiro disco dos californianos. A partir daí os trabalhos começaram a surgir rapidamente, principalmente quando Steve Sinclair, da Combat Records, o chamou para produzir o debut do emergente Possessed, “Seven Churches”. O resto é história, agora revisitada pelo HEAVY CULTURE.

No bate-papo realizado com Jay Kay e Miguel Martins, o produtor contou alguns causos naqueles incríveis anos vividos na década de 1980 e início de 1990, quando pôde trabalhar em álbuns que se tornariam verdadeiros clássicos. Ele também contou que chegou a tocar em algumas bandas como guitarrista, inclusive formando uma com a própria namorada, o que o levou a comprar algum equipamento para gravar as próprias demos. Ao mesmo tempo, ele iniciou a produzir bandas de amigos e seu nome vai crescendo, chegando até a mencionada coletânea.

Randy Burns também teceu comentários e curiosidades sobre os seguintes álbuns que trabalhou: “Extreme Aggression”, “Seven Churches”, “Scream Bloody Gore”, “Darkness Descends”, “Handle With Care”. Por fim, a equipe do HEAVY CULTURE questiona: Quem inventou o Death Metal? Possessed ou Death? A resposta estava na ponta da língua: “Possessed. Eu acho que eles foram os primeiros, então eu acho que foi definitivamente com “Seven Churches”… você pode argumentar que ainda não é Death Metal, mas você sabe, é claro que o Death é um pouco diferente, mas “Seven Churches” estava lá primeiro, essa é a minha opinião sobre isso”.

Confira o bate papo com Randy Burns:

Confira a agenda de abril:

13/04 – Fred Estby – Baterista da banda sueca Dismember – 18h

17/04 – Thrash Wall – Banda portuguesa – 18h

20/04 – John Gallagher – Baixista/vocalista do Raven – 18h

27/04 – Eric Cutler – Guitarrista/vocalista do Autopsy – 19h

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