Posts com Tag ‘Heavy Culture’

O canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu no dia 14/09 o tarimbado baterista MIKE TERRANA, uma verdadeira lenda do mundo das baquetas. Prestes a completar 40 anos de serviços prestados nas mais diversas bandas de Rock/Metal, o músico estadunidense criou uma carreira invejável, participando de álbuns como “The Seventh Sign” (Yngwie Malmsteen), “Unity” (Rage), “The Masquerade Ball” (Axel Rudi Pell), “Dirty But Well Dressed” (Beau Nasty), “Kaleidoscope” (Roland Grapow), “Looking for Action” (Kuni), “Freedom to Fly” (Tony MacAlpine), “MK II” (Masterplan), “Millennium Metal – Chapter One” (Metalium) e “Under the Cross” (Squealer). Durante anos foi baterista de Tarja Turunen, registrando seis álbuns com a ex-vocalista do Nightwish, inclusive um especial com covers de Queen e Led Zeppelin, além de peças de música erudita, de compositores como Johann Sebastian Bach, Richard Strauss, Gioachino Rossini, Wolfgang Amadeus Mozart, dentre outros, mostrando toda sua versatilidade.

Com todo esse currículo, MIKE TERRANA não dá sinais de cansaço e mantém seus fãs entretidos através de seu Instagram (https://www.instagram.com/miketerrana), onde posta diversos vídeos tocando músicas dos mais variados estilos, inclusive arranjos para música erudita, como Mozart. E para falar sobre toda sua trajetória, ou pelo menos uma parte dela, a equipe do HEAVY CULTURE bateu um papo superprodutivo com o baterista, começando justamente com suas performances nas redes sociais, que iniciaram basicamente por causa da pandemia, servindo tanto para se divertir quanto para entreter os fãs, já que não há shows sendo realizados (pelo menos em algumas partes do mundo). Seu ecletismo musical vem de quando era criança, como explicou, pois, sempre ouviu vários estilos.

O baterista foi indagado sobre seus momentos mais desafiadores, citando a oportunidade que tocou com o Gamma Ray, quando substituiu Daniel Zimmermann para alguns shows, contando que chegou a praticar cerca de 6/7 horas por dia para aprender o material. Outra experiência que desafiou suas habilidades foi o trabalho com o guitarrista Tony MacAlpine, onde teve que improvisar bastante. Ele citou ainda os 40 dias de intenso trabalho gravando o álbum “No Gravity”, de Kiko Loureiro, chegando a ter algumas aulas de baterista com o próprio guitarrista, que mostrou a ele ritmos brasileiros e de quebra aproveitou para conhecer as famigeradas cachaça e caipirinha.

O bate-papo seguiu divertido, com TERRANA dando sua opinião sobre bandas como AC/DC, Metallica, Grand Funk Railroad e até mesmo sobre um estilo em que ele não está acostumado a tocar, Death Metal. No campo técnico do instrumento, deixou suas opiniões sobre o uso de triggers e nas produções recheadas de samplers, e afirmou que embora estilos mais – supostamente – fáceis de tocar, como o praticado pelo AC/DC, na verdade são os mais difíceis, pois é tudo milimétrico e é necessário muito groove. Sobre o futuro da bateria, brincou que não pode prever o futuro, mas disse que gostaria de ver bateristas mais orgânicos, tocando com emoção, poder e feeling. A longa e produtiva e conversa abordou ainda seus trabalhos mais recentes, como os álbuns “El ángel caído – XV aniversario” (2017) e “El Secreto” (2019), gravados com a banda espanhola Avalanch, noticiando ainda que está trabalhando em um solo CD, onde, além de comandar as baquetas, será o vocalista, e embora o material não seja Heavy Metal, deixou claro que se trata de música de qualidade. Dentre outros assuntos abordados, ainda teceu elogios aos fãs brasileiros, considerando-os a melhor plateia para tocar.

Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

A última rodada de setembro será com Tim Baker (Cirith Ungol) em 21/09 às 21h e Fernanda Lira (Crypta) em 28/09 às 19h. Dentro da agenda especial, no dia 18/09 às 18h, sábado, o canal receberá a banda angolana Dor Fantasma. No dia 24/09 às 19h, sexta-feira, será a vez da banda Attomica participar, onde Andre e Pyda Rod dissecarão o debut “Attomica”, lançado em 1988.

Créditos da foto: Divulgação

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Wargods Press

O canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu no dia 07/09 o vocalista Katon W. De Pena, do Hirax, uma das bandas mais empolgantes do Thrash Metal estadunidense, que na década de 1980 surgiu como um verdadeiro emergente do estilo. Tendo lançados dois álbuns clássicos naquela década, firmaram seu nome para a posteridade, pois após “Raging Violence” (1985) e “Hate, Fear and Power” (1986) o grupo debandou e só retornou em 2000, tendo à frente o incansável vocalista, conhecido pelas suas performances eletrizantes e por ser uma pessoa extremamente acessível. Do retorno com o EP “El Diablo Negro”, de 2000, até o álbum “Immortal Legacy”, de 2014, foram lançados diversos álbuns, EPs, singles, DVDs, splits e álbuns ao vivo, mantendo a produtividade sempre em alta.

E conforme Katon confidenciou no bate-papo, o sucessor de “Immortal Legacy” já está sendo trabalhado, enquanto a banda realiza os primeiros shows após mais de 1 ano e meio por causa da pandemia. Sobre isso, Katon comentou que este retorno aos palcos tem sido uma experiência estranha, mas que segue se cuidando, principalmente porque há pessoas mais velhas em sua família. Dentre as diversas curiosidades relatadas, o vocalista também foi abordado sobre a origem do nome da banda, revelando que uma das inspirações para Hirax foi o “hyrax”, um pequeno mamífero de origem africana que tem parentesco com elefantes. Outra curiosidade sobre sua história é a confecção do logotipo, criado por Tom G. Warrior, do Celtic Frost, com Katon lembrando que os logotipos de ambas as bandas foram criados na mesma época, tanto que é possível notar alguma similaridade entre ambos. Esta parceria surgiu da troca de cartas e fitas K7 entre Katon e Warrior ao longo dos anos, formando uma forte amizade entre os icônicos vocalistas.

Quem acompanha Katon nas redes sociais sabe de sua paixão por LPs. Mostrando-se empolgado em falar sobre sua coleção, ele mostrou algumas raridades, indicando também que gosta muito do formato de fitas K7, com o próprio Hirax com alguns lançamentos neste formato sendo lançados neste momento. Estendendo o bate-papo com o HEAVY CULTURE por mais de uma hora, destacou ainda sua forte relação com os fãs brasileiros, esperando voltar ao país para sua nova turnê, a terceira a passar pelas nossas terras.

Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

A agenda de setembro do HEAVY CULTURE segue com o baterista Mike Terrana em 14/09 às 17h. A última rodada será com Tim Baker (Cirith Ungol) em 21/09 às 21h e Fernanda Lira (Crypta) em 28/09 às 19h. Dentro da agenda especial, no dia 18/09 às 18h, sábado, o canal receberá a banda angolana Dor Fantasma. No dia 24/09 às 19h, sexta-feira, será a vez da banda Attomica participar, onde Andre e Pyda Rod dissecarão o debut “Attomica”, lançado em 1988.

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Wargods Press

A mais recente edição do canal HEAVY CULTURE, exibida em 31 de agosto, contou com a participação do músico norueguês Håvard Ellefsen, mais conhecido como Mortiis, ex-baixista e membro fundador do Emperor. Ao longo de sua carreira também fez frente a outros projetos voltados ao Ambient/Darkwave, como o Fata Morgana e o Vond, mas foi como Mortiis que sua carreira ganhou nome e força, já tendo lançado dez álbuns de estúdio, além de inúmeros EPs, singles e mais recentemente um álbum ao vivo intitulado “Transmissions From the Western Walls of Time”, gravado em São Francisco (EUA) em turnê realizada em 1997.

Para falar sobre estes recentes lançamentos e também sobre sua experiência com o Emperor, o staff do HEAVY CULTURE recebeu Mortiis para um papo descontraído e recheado de informações. Revelando-se satisfeito com a receptividade do disco ao vivo, contou que o lançamento foi direcionado aos fãs mais “hardcore”, que o acompanham há anos, já que o material extraído da fita K7 não possui uma qualidade muito boa. Em relação ao álbum “Spirit of Rebellion”, disse que a intenção era voltar ao som da década de 1990, e que as pessoas ficarão surpreendidas com sua sonoridade. Em relação aos efeitos da pandemia, o que mais sentiu foi o fato de não ter mais tocado desde o começo de 2020, quando a mesma explodiu e paralisou o mundo.

Por mais que a pandemia tenha afetado todo o circuito musical, neste período vimos muitas bandas criarem espetáculos através de lives, transmitidas para todo o mundo. Um dos shows mais marcantes foi o do Emperor, em que integrantes antigos foram chamados para participações especiais. Coube a Mortiis fazer parte deste espetáculo, onde tocou “Call From the Grave” (cover do Bathory) e “Wrath of the Tyrant” ao lado de outro ex-integrante, o baterista Faust. Sobre esta experiência, ele declarou que foi algo diferente, pois não estava mais habituado a tocar baixo, contando que a banda, no começo da década de 1990, não tocava muito, sendo que ele mesmo se lembra de apenas dois shows que fizeram naquela época. Sobre uma possível nova participação em um show do Emperor, o músico não nega que seria possível, embora nada tenha ficado acertado.

Indagado sobre o polêmico filme “Lords of Chaos” (2018), baseado no livro homônimo, Mortiis relevou que ficou contente ao não ser mencionado no filme, pois ele não tem necessidade de ver um filme onde um amigo dele vai ser assassinado. Confessou que naquela época já não tinha grande participação naquela cena, pois logo em seguida tinha saída do Emperor e já estava seguindo outros rumos, e além do mais, ele não tinha nenhum papel naquele contexto.

Sobre tua ex-banda, afirmou que tem achado interessante sua evolução musical, partindo de um Black Metal mais agressivo para uma sonoridade com influências mais progressivas, contando que no início do Emperor ele cuidava apenas das letras, enquanto Ihsahn cuidava das composições. Demitido da banda por seu comportamento difícil, Mortiis adentrou em um mundo musical próprio, classificado como Ambient/Darkwave. Uma de suas principais influências foi Conrad Schnitzler, conhecido na cena Black Metal por causa da introdução “Silvester Anfang”, do EP “Deathcrush”, do Mayhem. Foi justamente essa música que serviu de influência para Mortiis, que também debatia muito sobre música eletrônica com o falecido Euronymous

O longo bate-papo trouxe ainda algumas considerações de Mortiis sobre o início de sua carreira solo, contando que embora não soubesse tocar teclado, aos poucos foi aprendendo, e o que soava bem aos seus ouvidos acabava agradando-o. Revelou ainda que suas bandas brasileiras preferidas são Vulcano e Sarcófago, e que num provável álbum de covers, gravaria bandas da N.W.O.B.H.M. como Angel Witch, Venom e Satan, citando ainda os ingleses do The Exploited como possível banda homenageada. Por fim, foi abordado o seu visual, citando como influências Gene Simmons (Kiss) e as criaturas da obra “O Senhor dos Anéis”, de Tolkien.

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A agenda de setembro do HEAVY CULTURE segue com Moyses Kolesne (Krisiun) no especial Heavy Brasilis, em 03/09 às 19h. Na sequência, Katon De Penna (Hirax) no dia 07/09 às 19h, e o baterista Mike Terrana em 14/09 às 17h. A última rodada será com Tim Baker (Cirith Ungol) em 21/09 às 21h e Fernanda Lira (Crypta) em 28/09 às 19h.

Créditos da foto: Jeremy Saffer

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A mais recente edição do canal HEAVY CULTURE, exibida em 24 de agosto, contou com a participação do folclórico vocalista, fisiculturista e ator canadense Jon Mikl Thor, conhecido mundialmente no meio metálico como THOR. No alto de seus 66 anos, continua esbanjando energia e muito Heavy Metal, vide seu último lançamento, o álbum “Alliance”, lançado em julho e que conta com uma série de participações especiais, como Björn “Speed” Strid (Soilwork), John Gallagher (Raven), Neil Turbin (ex-Anthrax), Chris Holmes (ex-W.A.S.P.), Trevor William Church (Haunt) e muitos outros. Gravado em meio à pandemia através de colaborações remotas, o álbum ratifica a posição de THOR no cenário Heavy mundial, onde ao longo das décadas construiu grandes laços de amizade com inúmeros músicos.

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E para falar sobre este trabalho, as amizades criadas ao longo dos anos, sua relação com o cinema e sobre o clássico álbum “Only the Strong”, a equipe do HEAVY CULTURE recebeu THOR para um franco bate-papo, muito divertido e informativo. Segundo o vocalista, “Alliance” tem sido muito bem recebido pela imprensa, recebendo ótimas resenhas, sendo divulgado de vídeos com participações especiais. Ele também foi indagado sobre tantos lançamentos em sequência, pois desde 2017 tem sido lançado um álbum por ano, declarando que tem mais energia do que quando era novo, e que está sempre cheio de ideias musicais.

Voltando ao passado, THOR contou como surgiu sua vocação para o mundo do Rock/Metal, dizendo que quis usar seus músculos para o show business, aproveitando as influências teatrais de duas grandes influências, Kiss e Alice Cooper. THOR também comentou a amizade com Paul Stanley, iniciada em Nova Iorque no começo da década de 1980, quando se cruzaram na rua e foram tomar um café. Depois disso, ele chegou a abrir um show do KISS naquela década. Outra amizade importante citada no bate-papo foi do saudoso Stan Lee, diretor da Marvel Comics, que chegou a convidá-lo para fazer um filme sobre o personagem mitológico. Entretanto, como na época (década de 1980) não havia tecnologia suficiente para rodar a obra conforme o desejado, o projeto foi abandonado. Ao longo dos anos ele atuou em diversos filmes, dentre eles os antológicos “Rock ‘n’ Roll Nightmare” (1987) e “Zombie Nightmare” (1987), lembrados até hoje pelos fãs de filmes B com aquela mistura clássica de Heavy Metal e terror.

Um assunto muito esperado foi quando o vocalista falou sobre o clássico “Only the Strong”, álbum muito conhecido entre os brasileiros, lançado em 1986, e agora sendo relançado pela Helllion Records com direito a DVD e em formato digipack. THOR destacou que este álbum é totalmente Heavy Metal, diferentemente do debut “Keep the Dogs Away”, que tem uma pegada mais Punk/Pop: “Eu acho que cada música no álbum é poderosa, e muitas pessoas o consideram um dos melhores discos de todos os tempos”.  

A agenda de agosto do HEAVY CULTURE chega ao fim no dia 30/08 às 20h com a presença do escritor, jornalista e colunista da revista VEJA Sérgio Martins, no programa especial Vinyl Collection, onde mostrará seus LPs preferidos, e no dia 31/08 será a vez de MORTIIS, ex-Emperor¸ falar sobre sua trajetória e novidades às 18h.  No mês de setembro, a agenda terá início com Moyses Kolesne (Krisiun) no especial Heavy Brasilis, em 03/09 às 19h. Na sequência, Katon De Penna (Hirax) no dia 07/09 às 19h, e o baterista Mike Terrana em 14/09 às 17h. A última rodada será com Tim Baker (Cirith Ungol) em 21/09 às 21h e Fernanda Lira (Crypta) em 28/09 às 19h.

Créditos da foto: Deb Freytag Photography

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A mais recente edição do canal HEAVY CULTURE, exibida em 10 de agosto, contou com a participação do lendário baixista/vocalista Paul Speckmann, do MASTER, DEATHSTRIKE e inúmeros projetos dentro do Death Metal. As raízes do estilo estão intimamente ligadas à trajetória do próprio músico, que desde o início da década de 1990 vem trabalhando incansavelmente, tendo participado inclusive da banda Krabathor, que levou o músico a residir na República Tcheca desde o começo da década de 2000. Constantemente vemos – inclusive no próprio HEAVY CULTURE – debates sobre a criação do Death Metal, com Chuck Schuldiner e Jeff Becerra sendo apontados como os pais do estilo. Porém, ao mesmo tempo que a dupla fazia sua parte, Speckmann é tido como um dos seus fundadores, e desde o início da década de 1980 se mostrou incansável na arte do som extremo.

No bate-papo com o HEAVY CULTURE, Speckmann falou sobre o mais recente lançamento do Master, o disco ao vivo em vinil “Alive in Athens”, com tiragem limitada em 300 cópias. Questionado sobre este álbum, Paul disse que ainda há cópias disponíveis, e embora não tenha vendido todos os bolachões, ele contou que a venda de merchandising tem sido muito boa durante a pandemia, chegando a enviar cerca de 30 a 50 pacotes por semana, e que tem usado o álbum para ensaiar sozinho em seu porão. Segundo o músico, o áudio de “Alive in Athens” foi registrado de celular e posteriormente mixado e masterizado.

Sobre sua mudança dos EUA para a República Tcheca, Speckmann contou que tudo começou com uma turnê com o Malevolent Creation pela Europa em 1999, junto ao Krabathor (que substituiu o Vader na tour). Com dezenas de shows, Speckmann criou uma forte amizade com os integrantes do Krabathor, vindo a integrar a banda no início da década de 2000, gravando os álbuns “Unfortunately Dead” (2000) e “Dissuade Truth” (2003), vindo assim a se mudar para aquele país. “Let’s Start a War”, do Master, lançado em 2002, foi o primeiro registro da banda gravado na Europa, e contou com dois integrantes do Krabathor, Petr “Christopher” Kryštof na guitarra e Libor “Skull” Lebánek na bateria. Um dos fatos que fez Speckmann se mudar para a República Tcheca foi também a excelente receptividade que obteve na Europa, declarando: “Alcancei mais sucesso na Europa do que nos Estados Unidos”.

Outro assunto muito interessante foi a história que envolve o lançamento do primeiro álbum, o clássico autointitulado, com sua capa trazendo apenas o logotipo vermelho em fundo preto. Ele contou que chegaram a receber um contrato da Combat Records, mas que oferecia pouco dinheiro. No final da década de 1980 tudo mudou, com a chance de assinar com a Nuclear Blast, através de contatos feitos pelos integrantes do Righteous Pigs, Joe Caper e Mitch Harris. O staff também abordou temas como a relação de Speckmann com a natureza, seu método de composição, suas influências, as lembranças das turnês pelo Brasil e muito mais.

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A agenda de agosto segue no 24/08 às 18h, onde será a vez do folclórico THOR participar do programa, e para finalizar, no dia 31/08 o HEAVY CULTURE receberá MORTIIS, ex-Emperor¸ às 18h. Durante o mês também serão realizadas lives com temas específicos, como o Heavy Brasilis e o Vinyl Collection.

Créditos da foto: Florian Stangl (www.metal-fotos.de)

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Na última terça-feira, dia 03/08, o canal HEAVY CULTURE bateu um papo com o guitarrista Josh Christian, da clássica banda estadunidense de Speed/Thrash Metal TOXIK, responsável por lançar os clássicos álbuns “World Circus” (1987) e “Think This” (1989). Conhecidos pela sua sonoridade rápida, técnica e empolgante, o grupo se desfez no início da década de 1990 para somente retornar às atividades em 2013, tendo sempre à frente o guitarrista como líder, que por um tempo contou com os ex-colegas da época de ouro Brian Bonini (baixo), Charles Sabin (vocal em “This This”) e Mike Sanders (vocal em “World Circus”) nesta volta tão esperada. Embora os ex-vocalistas tenham feito um excelente trabalho nas músicas inéditas lançadas entre 2014 e 2017, a parceria se desfez e uma nova formação seguiu adiante.

Agora com Josh, Jim DeMaria (bateria), Shane Boulos (baixo), Eric Van Druten (guitarra) e Ron Iglesias (vocal), o TOXIK trabalha em material novo e ao mesmo tempo promove o lançamento da demo “Wasteland”, de 1986, nas plataformas digitais. Nesse riquíssimo bate-papo, o músico pôde declarar todo seu amor pela música, contando que antes de escolher pela guitarra havia tocando vários instrumentos, afirmando que foi a música que escolheu ele, e não ele a música, e que apenas seguiu sua voz interior para entrar no universo musical. Entretanto, embora tenha tido muitas alegrias devido à sua carreira, a recompensa, sobretudo financeira, nem sempre foi interessante. As coisas nem sempre corriam bem para o lado familiar, um fato infelizmente normal para a maioria dos músicos.

Indagado sobre a geração mais recente de Thrash Metal, ele afirma que as bandas mais novas “imitam” o som de uma era, e não especificamente uma banda, e diz que tem pouco tempo para seguir novas bandas, mas que quando está em tour acaba ouvindo muita música nas plataformas digitais e também acompanhado os shows. Josh se diz fã da década de 1980 e do lado autêntico daquela era e de suas imperfeições, citando o próprio método de gravação dos álbuns, que era mais orgânico. Dentre os lançamentos recentes, ele cita o novo álbum do Possessed”, “Revelations of Oblivion”,como um bom exemplo de como retornar àquele som orgânico de outrora.

Sobre as plataformas digitais e os consumidores de música atuais, Josh diz que as tecnologias têm um lado bom e outro ruim, nos deixando mais rápidos e menos humanos, e que é difícil não ser consumidor de streaming, por causa de toda sua praticidade. Em relação à temática abordada principalmente em “World Circus”, discutiu-se como as letras continuam atuais, e embora tenham sido criadas pela banda como uma forma de imaginar o futuro, Josh comentou que agora está tudo ainda mais difícil, vide os inúmeros acontecimentos negativos acontecendo pelo mundo.

Deixando claro que a atual formação está em perfeita harmonia e que está muito feliz com esse line-up, o guitarrista mostrou-se confiante com o novo trabalho, que se chamará “Dismortis” e contará com 11 faixas, com lançamento programado pela Massacre Records, que também será responsável pelo relançamento de “This This” em formato vinil, com tiragem limitada. A banda entrará em estúdio nos próximos dias para registrar este esperado novo álbum. Josh ainda finalizou contando que seu pai é português (assim como o apresentador Miguel Martins) e que a experiência de ouvir suas palavras sendo traduzidas para o português foi muito interessante.

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A agenda de agosto segue no dia 10/08 com Paul Speckmann, do MASTER, às 17h. No dia 24/08 às 18h será a vez do folclórico THOR participar do programa, e para finalizar, no dia 31/08 o HEAVY CULTURE receberá MORTIIS, ex-Emperor¸ às 18h. Durante o mês também serão realizadas lives com temas específicos, como o Heavy Brasilis e o Vinyl Collection.

Créditos da foto: Lenin Rodríguez

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Finalizando o mês de julho com chave de ouro, o staff do canal HEAVY CULTURE recebeu o guitarrista Karl Sanders, da banda norte-americana de Death Metal NILE. Com quase 30 anos de estrada, o grupo liderado por Sanders atingiu um patamar elevado na concorrida cena do Metal extremo, e um dos seus grandes diferenciais, além da técnica elevada, é sua temática voltada à temas egípcios, onde eles mesmo se categorizaram como “Ithyphallic Metal”, atraindo a atenção também para quem aprecia temas históricos em meio ao Heavy Metal. De 1993 para cá foram nove álbuns de estúdio, e embora apenas Sanders seja o único integrante original, ao longo dos anos a banda teve em suas fileiras grandes músicos, e atualmente George Kollias (guitarra), Brad Barris (baixo)e Brian Kingsland (guitarra/vocal)são os encarregados de levar o nome do NILE aos mais distantes cantos do planeta. O último álbum do grupo, intitulado “Vile Nilotic Rites”, saiu em novembro de 2019, impossibilitando uma turnê mundial devido à pandemia, que logo desfez os planos de toda a população mundial.

E para falar uma carreira tão rica musicalmente e com temas líricos tão atrativos, a equipe do HEAVY CULTURE bateu um logo papo com Sanders, com o guitarrista relembrando alguns fatos sobre sua antiga banda, o Morriah, que tocava Thrash Metal e já tinha completado uma década de estrada quando o NILE foi formado. Citando suas primeiras influências musicais, como Black Sabbath, Scorpions e Iron Maiden, ele começou a sentir algo diferente quando sugiram as primeiras bandas de Death Metal, como o Possessed e seu clássico “Seven Churches”, além da ferocidade do Slayer em seus primeiros registros. Sobre a origem do nome NILE, o músico contou que foi sua ex-namorada que sugeriu o nome, pois como ele já era influenciado por temas do oriente médio através do ex-baterista do Morriah e fundador do NILE, Pete Hammoura, de descendência libanesa, as coisas se encaixavam perfeitamente.

Sua marca registrada foi debatida, com Sanders destacando que sempre acreditou que há tanto potencial sobre o assunto que quanto mais escrever sobre o Antigo Egito, mais se conhece e que há tanto assunto sobre o Egito que ele poderia escrever músicas pelos próximos 100 anos e ainda assim não arranharia nem a superfície do que é possível ser estudado. Ele também notou, que, nos últimos cinco ou dez anos, há muitas bandas novas copiando NILE e Behemoth, mas mesmo se houvesse dez bandas escrevendo sobre o Egito Antigo, ainda assim não faltariam ideias, pois é uma história muito rica, com muito a ser explorado na cultura, religião, artes, ciências, espiritismo, ocultismo, magia, etc.

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A agenda de agosto já está criada e contará com os seguintes convidados: no dia 03/08 às 19h o HEAVY CULTURE baterá um papo com o guitarrista Josh Christian, do TOXIK, e seguirá no dia 10/08 com Paul Speckmann, do MASTER, às 17h. No dia 24/08 às 18h será a vez de John-Mikl Thor, mais conhecido como o folclórico THOR,participar do programa, e para finalizar, no dia 31/08 o staff receberá MORTIIS, ex-Emperor¸ às 18h. Durante o mês também serão realizadas lives com temas específicos, como o Heavy Brasilis e o Vinyl Collection.

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Dando sequência em uma série de lives bombásticas, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu Max Cavalera para um bate-papo sobre o Go Ahead And Die e demais assuntos ligados à sua extensa carreira, seja com o Sepultura, Soulfly, Cavalera Conspiracy e agora com esta verdadeira máquina metálica que tem ao lado de seu filho Igor Amadeus Cavalera, que é responsável por guitarras, baixo e vocal, enquanto Zach Coleman, do Black Curse, é o dono das baquetas. Tendo como convidado especial Sergiomar Menezes, do site Rebel Rock, o staff do canal pôde tirar algumas dúvidas sobre a atual fase de Max e seus planos futuros.

Segundo Max, o Go Ahead And Die é algo“é totalmente cru, não tenta ser sofisticado, é o contrário, a gente abraça a podreira”, afirmando que está muito feliz com o álbum e que a recepção está muito boa e que muita gente quer ver esse material ao vivo. Carregando uma pegada mais crua e primitiva, o debut autointitulado do trio é um reflexo das influências de Max, principalmente naquilo que ele ouvia na década de 1980, dizendo que “esse disco está na sua coleção desde os anos 80, só que saiu semana passada. Aquele sentimento que você já tem esse disco, e você tem esse disco desde 87, na sua coleção de discos antigos desde 87, mas saiu esse ano, saiu agora”.

Deixando bem claro que será metaleiro para o resto da vida e que vendeu sua alma para o Metal, Max relembrou a fase em que ficou distanciado desse seu irmão Iggor Cavalera, comentando sobre o primeiro show de retorno dos dois juntos aos palcos e os projetos que vieram a seguir. Outro projeto que ele está envolvido agora, as lives do Max Tracks, é na verdade, segundo ele, um jeito de mostrar aos fãs como ele criou aqueles riffs, sem cobrar nada por isso. Enquanto trabalha na divulgação do Go Ahead And Die e do Killer Be Killed, Max segue compondo para o próximo disco do Soulfly. Ele revelou também qual seu álbum preferido do Cavalera Conspiracy, citando “Psychosys”, onde há um nível maior de raiva e “sangue nos olhos”, segundo comentou, lamentando que não houve turnê de divulgação do álbum. Um novo álbum do Cavalera Conspiracy, talvez um EP, só será visto após das turnês do Soulfly.

Questionado por ser uma influência para inúmeras bandas ao longo das décadas, Max diz: “eu sou um estudante de Metal, tento achar bandas novas e entro em contato com elas, eu continuo sendo influenciado, mas eu acho muito legal influenciar outras bandas, como o Gojira, influenciado pelo “Roots”. Vejo que o trabalho não foi em vão”, mas admite: “eu sou mais influenciado do que influenciador”. O ídolo do Metal brasileiro sente muito orgulho do passado e da época em que mal sabiam tocar e falar inglês. Recentemente ele, Jairo Guedz (guitarra) e Iggor gravaram uma versão estilo “quarentena” de “Antichrist”, o que fez Max relembrar aquela época: “a gente era moleque, não sabia tocar direito, eu nem falava inglês direito, meio que ia imitando o Venom, Bathory… então é uma coisa muito legal esse lance… É totalmente verdadeiro o sentimento que a gente passa nesses discos, mas a gente tá com raiva, juntamente com a situação que a gente tava no brasil, a gente tava bem revoltado. O Brasil naquela época era um pais perfeito para esse tipo de som, e hoje também”.

Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

Finalizando o mês de julho, o HEAVY CULTURE receberá, no dia 27/07, o guitarrista Karl Sanders do Nile, e no dia 30/07 a equipe receberá a banda Headhunter D.C. com Sérgio Baloff (vocal) e Paulo Lisboa (ex-guitarrista) fazendo um raio X do álbum “Born… Suffer… Die”, que completa 30 anos.

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Na última terça, 13/07, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu o lendário vocalista Jeff Becerra, único membro original do Possessed, um dos pais do Death Metal. Um detalhe interessante: esta foi a primeira live que ele participou. Formado em 1983, o grupo praticamente definiu alguns parâmetros do estilo que viria se tornar o mais pesado e agressivo, sobretudo com o lançamento do antológico “Seven Churches” em 1985. Influenciando jovens músicos de todos os cantos do mundo, como o Sepultura aqui no Brasil, o álbum carrega todo um legado em suas dez faixas, e se não fosse o fatídico momento em que foi vítima de assalto em 1989, a carreira do Possessed poderia ter entrado a década de 1990 com força total. Becerra, ao ficar paraplégico após ser baleado no assalto, voltou à ativa com a banda em 2007, e desde então tem feito shows por todo o mundo, inclusive as memoráveis passagens pelo Brasil, principalmente a turnê de 2013.

Com o lançamento do excelente “Revelations of Oblivion” em 2019, Becerra mostrou uma energia incrível, fazendo com que o álbum fosse eleito um dos melhores do ano. Com a pandemia, o grupo se viu longe dos palcos, mas o vocalista ainda pôde participar do projeto Metal Against Coronavirus, com a faixa “Celestial Burial”, lançada em dezembro de 2020. Em abril deste ano foi noticiado que o músico faria uma cirurgia reconstrutiva de retalho cutâneo, que embora tenha sido um sucesso, ocasionou ao vocalista uma infecção, que com o devido tratamento antibiótico o deixou curado.

Com uma trajetória dessas, não faltou assunto com o staff do HEAVY CULTURE iniciando pela confirmação da participação de Becerra no novo trabalho do Troops of Doom, comentando como rolou o convite para cantar na faixa “The Monarch”. Em relação ao “Seven Churches”, o vocalista contou em detalhes como gravaram a introdução de “Pentagram” e o impacto que ela teve nos headbangers, que tentavam tocar o disco ao contrário para ouvir o que ela dizia. Sobre suas origens, que remontam ao Blizzard, onde tocava apenas baixo, Becerra comentou que ele queria tocar algo mais pesado, enquanto os outros músicos queriam seguir uma linha mais Hard Rock. Na banda estava o guitarrista Larry LaLonde, que viria a entrar no Possessed pouco depois.

Sobre LaLonde, o vocalista comentou que ele é o único ex-integrante do Possessed que ele mantém contato, pois não há mais afinidade com Mike Sus (bateria) e Mike Torrao (guitarra). Segundo Becerra, há a eventual possibilidade de LaLonde se juntar à banda em algum show, fazendo uma participação especial. Ainda sobre guitarristas, ele diz que os antigos membros tinham uma influência mais voltada à guitarristas como Steve Vai, enquanto os atuais integrantes, Daniel Gonzalez e Claudeous Creamer tem um background mais Death Metal, mas que igualmente possuem outras influências. Ele revelou ainda que a banda seguirá com a mesma formação de “Revelations of Oblivion”, onde Roberto Cardenas (baixo) e Emilio Marquez (bateria) completam o line-up, e que já possui músicas novas para o vindouro registro.

Questionado sobre sua voz, que mantém igual à década de 1980, ele afirmou que não há escola, há sentimento, e que mantém o mesmo espirito daquela década, e que tenta cantar o mais alto possível, para dar seu melhor em cada disco, sentindo que embora a voz possa falhar, conta que nunca aconteceu em turnê. Sobre “Revelations of Oblivion”, nos deu alguns detalhes sobre a capa, desenhada por Marcelo Vasco, dizendo que sente uma responsabilidade social para explorar a verdade atrás do caos, através de temas que abordam o bem e o mal. As ligações de Becerra com o Sepultura vão além da participação especial no EP do The Troops of Doom, e no final do papo ele revelou que é um grande fã de Max Cavalera e deu a entender que aguarda um telefonema delepara uma futura colaboração.

Confira o bate papo com Jeff Becerra:

O HEAVY CULTURE segue no dia 20/07 com Max Cavalera, enquanto no dia 27/07 será a vez do guitarrista Karl Sanders bater um papo sobre o Nile. Para finalizar o mês de julho, o staff receberá a banda Headhunter D.C. no dia 30, com Sérgio Baloff (vocal) e Paulo Lisboa (ex-guitarrista) fazendo um raio X do álbum “Born… Suffer… Die”, que completa 30 anos.

Créditos da foto: Metal Skeleton Photography

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Na última terça, 29/06, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu o guitarrista Michael Stützer Hansen, da banda dinamarquesa de Thrash Metal Artillery, um dos nomes mais festejados do estilo desde seu surgimento. Formado em 1982, o grupo acumula clássicos como “Fear of Tomorrow” (1985), “Terror Squad” (1987), “By Inheritance” (1990) e o fortíssimo disco de retorno, “B.A.C.K.”, de 1999. A partir daí, a banda demorou uma década para registrar o próximo álbum, “When Death Comes”, de 2009, e desde então não tirou o pé do acelerador, e chega ao ano de 2021 com seu décimo lançamento, “X”. Stützer, que montou o Artillery ao lado de seu saudoso irmão, Morten Stützer, falecido em 2019, contou ao staff do canal as influências que os marcaram naquela época e o que os levou a formar a banda.

Questionado sobre o pioneirismo no Thrash e ser considerada a primeira banda do estilo a gravar uma demo, o músico afirmou ser verdade e já naquela época chamavam o Motörhead de “som punk”, antes mesmo de haver a denominação Thrash Metal. Polêmicas à parte quanto a datas de lançamento, é fato que o Artillery foi pioneiro, sobretudo na Europa, gravando antes mesmo de bandas como Kreator, Tankard e Destruction. O músico contou suas experiências em gravar o debut “Fear of Tomorrow” no El Sound Studio, comentando ainda que muito da sonoridade que o álbum abrange talvez seja uma característica adquirida no próprio estúdio, já que “Terror Squad”, também gravado lá, contém elementos tão únicos que acabaram deixando os álbuns com uma sonoridade própria e não obtidas novamente no futuro.

Stützer também falou sobre o momento da pandemia e a possibilidade de fazer shows em breve, com o Artillery com uma turnê já agendada para novembro em dezembro ao lado de Vio-Lence, Voïvod e Exciter, que abrangerá países como Alemanha e Suécia. Sobre shows e turnês históricas, o músico ainda relembrou o fato de serem uma das primeiras bandas a tocar na URSS em 1989 e também a turnê com o Exumer no Brasil em 2012.

Confira o bate papo:

Para o mês de julho o staff preparou uma agenda de peso, iniciando com a banda Nervosa em papo com a guitarrista Prika Amaral em 06/07, seguindo com o MX dissecando o álbum “Simoniacal” em 09/07, e no dia 13/07 com o lendário Jeff Becerra, do Possessed. Já em 20/07 o HEAVY CULTURE receberá Max Cavalera, para falar principalmente sobre seu novo projeto, Go Ahead and Die, e finalizando, no da 27/07 será a vez do guitarrista Karl Sanders bater um papo sobre o Nile. Todas as lives serão realizadas às 19h.

Créditos da foto: Brian Poulsen

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