Posts com Tag ‘Heavy Culture’

O canal do YouTube HEAVY CULTURE conversou com o lendário guitarrista Rick Rozz, membro fundador das bandas Death e Massacre. O músico, que hoje encabeça o Left To Die, possui um currículo que abrange ainda os projetos recentes (‘M’) Inc., Gangs of Old Ladies, The End e The Ride, além de participações no álbum “Rat God” do Inhuman Condition e no álbum “This Insidious Horror” do Feed the Corpses to the Pigs, ambos de 2021. Ao lado de Chuck Schuldiner gravou todas as primeiras demos e o segundo álbum do Death, “Leprosy” (1988). Com o Massacre, outro nome seminal do Death Metal da Flórida, participou de todos os quatro álbuns de estúdio, sendo o mais recente “Resurgence”, de 2021, quando veio a abandonar o barco e dar início ao Left To Die.

O Left To Die é mais um supergrupo de Death Metal, formado ainda por Matt Harvey, guitarrista e vocalista do Exhumed e Gruesome, Terry Butler, ex-baixista do Death e atual Obituary e o baterista Gus Rios, do Gruesome. A banda vem trabalhando em seu EP de estreia e se prepara para prestar tributo ao Death em uma turnê tocando o álbum “Leprosy” na integra e músicas do debut “Scream Bloody Gore”. E para falar sobre este projeto e sua trajetória no mundo do Death Metal, o staff do HEAVY CULTURE pôde contar com a presença do guitarrista num excelente bate-papo, onde ele falou sobre a expectativa de tocar esse material antigo do Death, a recente experiência com o Inhuman Condition, detalhes sobre a época do Massacre e fatos sobre o clássico “Leprosy”.

Para conferir o bate-papo completo com Rick Rozz:

Crédito da foto: Iván Solano

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE conversou com o vocalista/baterista Kingley “King” Fowley, das bandas estadunidenses Deceased e October 31, nomes clássicos do underground vindos de Arlington, estado da Virginia. O Deceased, formado há quase 40 anos, celebra o que há de melhor na união do Death/Thrash Metal com pitadas de Metal tradicional, resultando em álbuns clássicos como “The Blueprints for Madness” (1995) e “Supernatural Addiction” (2000). Os últimos lançamentos do grupo foram, além de um ótimo disco de inéditas, intitulado “Ghostly White” (2018), dois novos álbuns de covers, um deles dedicado ao lado mais obscuro do Thrash Metal, “Thrash Times at Ridgemont High” (2021) e outro dedicado às influências Hardcore, o estupendo “Rotten to the Core Part 2 (The Nightmare Continues)” (2020). E o October 31, banda de Fowley voltada ao Heavy Metal tradicional, também decidiu seguir a tradição do Deceased e mostrar suas influências através de “Metal Massacre 31” (2016), um álbum tributo onde o grupo gravou faixas selecionadas das oito edições da clássica coletânea “Metal Massacre”, lançada pela gravadora Metal Blade Records desde a década de 1980.

Para saber um pouco mais sobre a história destas duas bandas, o vocalista Kingley “King” Fowley concedeu um enriquecedor bate-papo ao staff do HEAVY CULTURE, onde contou como assumiu os vocais e bateria do Deceased: “Quando o Deceased começou eu originalmente tocava baixo. Tínhamos um baterista e eu era o baixista, mas o baterista preferia a namorada dele ao Metal e então sabíamos que precisávamos de um baterista mais do que precisávamos ter um baixista… Então eu troquei meu equipamento de baixo muito caro e troquei por uma bateria realmente de merda, mas era algo para tocar e eu não tinha experiência nenhuma.” Sendo assim, Fowley assumiu as baquetas do grupo e logo depois os vocais, fazendo os primeiros shows na região, em festas, já que não havia uma cena propriamente dita de Metal: “Quando tocávamos Slayer, Voivod e Mercyful Fate ninguém sabia o que era naquela época, o Slayer ainda não tinha decolado, então ninguém sabia o que era. Nós tocamos em muitas festas com bandas Punk, e eu diria que cerca de cinco a oito shows eu nem cantei, nós apenas subimos no palco, e bem, eu nem chamo de palco…”.

Naqueles primeiros dias, o Deceased tocava material de bandas como Hirax, Motörhead, Slayer: “Tocávamos coisas como Bathory e fazíamos vocal gutural do Sodom… Eu não cantava no começo só porque tive que aprender, levou alguns anos à medida que avançávamos, mas sim, eu gostei de fazer isso e fiquei muito bom nisso depois de alguns anos”. O vocalista ainda contou que com o October 31 ele só queria cantar de forma mais melódica, relembrando a primeira vez que assumiu apenas os vocais no palco, o que acabou o influenciando para largar a bateria do Deceased em 2002 e desde então comandando apenas o microfone, mas sua paixão pelas baquetas sempre falou bem alto, revelando que ainda escreve todas as linhas de bateria. Sobre o surgimento do October 31, disse que o que o motivou a investir no Heavy Metal tradicional foi a dominância do Grunge e Pantera na década de 1990, o que ofuscou todo aquele cenário oitentista. A parceria com o guitarrista Brian “Hellstorm” Williams do October 31 surgiu em 1995, pois ambos tinham os mesmos gostos musicais e opinião sobre a cena Metal daquela época e como o Heavy Metal deveria soar. O resultado veio dois anos depois, com o lançamento do debut “The Fire Awaits You”.

Fowley, após contar mais detalhes sobre suas influências, tanto musicais quanto de cinema,mostrou-se empolgado quando fala da vontade de tocar no Brasil: “O Brasil é muito importante para mim, cresci ouvindo os discos da Cogumelo (Records) e eu gostaria muito de ver todos os amigos por correspondência (obs: da época das cartas) com quem ainda mantenho contato”.

Para conferir o bate-papo completo com Kingley “King” Fowley, acesse:

Crédito da foto: Mark Coatsworth

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE, quando iniciou suas atividades, em 2020, deixou claro seu objetivo: realizar bate-papos informais com nomes seminais do som pesado, focando sempre na música e em detalhes de suas carreiras. No último sábado, dia 22, o staff realizou uma de suas lives mais épicas, com Mick Harris, ex-baterista do Napalm Death. Com quase duas horas de duração, o papo rolou em torno de sua marcante passagem pelo Napalm Death, seus projetos de Industrial e planos futuros. Responsável pelas baquetas dos clássicos “Scum” (1987), “From Enslavement to Obliteration” (1988) e “Harmony Corruption” (1990), os discos mais festejados da instituição britânica, Harris pôde esclarecer algumas dúvidas sobre estes trabalhos, sobretudo seu estilo de tocar e performances ao vivo.

Indagado pela mudança de sonoridade em “Harmony Corruption”, bastante moldada pelo Death Metal da época e influenciado pelo que estava sendo produzido no Morrisound Recording, em Tampa, Flórida, o baterista comentou que a produção do álbum poderia ser melhor produzida, e que trabalhar com Scott Burns foi um grande erro, pois eles gostariam de trabalhar com ele na engenharia de som, e não na produção. Segundo Harris, a produção ficou muito padronizada, e embora a pegada Grindcore ainda esteja lá, a sonoridade ficou mais voltada ao Death Metal. O músico ainda confirmou que Andreas Kisser, do Sepultura, emprestou um pedal de distorção para os integrantes do Napalm Death.

O baterista também deu sua opinião sobre o atual direcionamento musical do Napalm Death, declarando que não aprova o que Shane Embury & cia estão produzindo em termos sonoros, mas afirmou que gostaria de produzir a banda, e que está contente com o fato de ele e o baixista Shane Embury ainda serem amigos.

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Em fevereiro o HEAVY CULTURE receberá o guitarrista Victor Griffin, músico estadunidense que já integrou o lendário Pentagram e que atualmente segue na linha de frente do Doom Metal com In-Graved, Place of Skulls e Death Row. O bate-papo será realizado em 01/02 às 19h. Em seguida, na sexta-feira, 04/02 às 19h, o canal baterá um papo com Ciero e Fogaça, do Oitão, e no sábado, 05/02, o canal recebe o Into the Strange às 18h.Em 08/02 mais uma live imperdível, com Jack Starr, guitarrista fundador do Virgin Steele e Jack Starr’s Burning Starr, seguido de Paul Arnold, baixista e vocalista do At War no dia 15/02 às 20h.

Créditos da foto: Divulgação

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE iniciou 2022 com um excelente e informativo bate-papo com o guitarrista James Murphy, músico que no decorrer das décadas fez parte de bandas como Disincarnate, Cancer, Death, Konkhra, Obituary e Testament. Além de um currículo invejável forjado nestas bandas, como artista solo lançou dois álbuns, “Convergence” (1996) e “Feeding the Machine” (1998), este último com ótima receptividade no Brasil na época. Como convidado especial também participou de músicas de bandas como Artension, Broken Hope, Firewind, Gruesome e muito mais. Sua carreira, porém, sofreu um revés logo após o lançamento do álbum “The Gathering”, do Testament, em 1999, quando passou por uma cirurgia no cérebro para remover um tumor, o que lhe causou uma severa perda de memória.

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O longo papo, de mais de uma hora de duração, contou ainda com riffs tocados por James Murphy ao longo da live, de músicas do Death e Testament, e para os interessados em equipamentos, o músico ainda mostrou alguns pedais que usa. A live abordou a homenagem realizada à Chuck Schuldiner em dezembro, quando antigos membros do Death e outras bandasrealizaram um show em Tampa, Florida, com Murphy tocando o álbum “Spiritual Healing” na íntegra ao lado de Terry Butler (baixo), Gus Rios (bateria) e Matt Harvey (guitarra/vocal), estes dois últimos integrantes do Gruesome. Murphy também falou sobre a experiência de lançar dois álbuns solo durante uma época não muito propícia para o estilo.

Além disso, questionado se haveria possibilidades de um novo álbum solo, Murphy disse que as possibilidades mais prováveis de um futuro próximo é de fazer shows com o Disincarnate. Sua marcante participação no Testamento também foi abordada, quando teve a possibilidade de participar dos álbuns “Low” (1994), “Demonic” (1997)e “The Gathering” (1999). Sua rápida mas marcante passagem pelo Obituaryno álbum “Cause of Death” (1990) foi igualmente discutida, bem como “Death Shall Rise” (1991) do Cancer, que segundo o músico, trata-se apenas de uma participação especial, e que ele não chegou a fazer parte da formação oficial do grupo, diferente do que na época foi divulgado.

O HEAVY CULTURE ainda realizou uma brincadeira com Murphy, onde ele deveria fazer comentários sobre guitarristas como Jimi Hendrix, Joe Satriani e Gary Holt. Para finalizar, o guitarrista contou detalhes sobre sua passagem pelo Death e como foi sua relação com Chuck. A próxima live será realizada em 25/01 às 19h, com a participação do vocalista Tim “Ripper” Owens, que atualmente divulga o debut do KK’s Priest. Em fevereiro o canal receberá o guitarrista Victor Griffin, músico estadunidense que já integrou o lendário Pentagrame que atualmente segue na linha de frente do Doom Metal com In-Graved, Place of Skulls e Death Row. O bate-papo será realizado em 01/02 às 19h.

Créditos da foto: Divulgação

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Em live realizada no dia 09/11, o canal do YouTube HEAVY CULTURE recebeu o vocalista Steve Sylvester, da banda italiana Death SS. A Itália, além de ser lar de inúmeros cineastas de filmes de terror, como Dario Argento, Mario Bava e Lucio Fulci, também é sede de bandas de Doom/Power Metal épico e de Rock Progressivo como Rhapsody, Doomsword, Time Machine, Domine, Dark Quarterer, Banco del Mutuo Soccorso e Premiata Forneria Marconi. E foi lá que surgiu uma das bandas mais icônicas do Heavy Metal mundial, o Death SS. Na ativa desde 1977 e com dez álbuns de estúdio na bagagem e uma série de singles, splits, álbuns ao vivo e compilações, o grupo carrega uma história de respeito e longevidade, sempre ao comando do enigmático vocalista, que por um breve momento na década de 1990 criou um projeto solo com seu nome, mantendo as mesmas características do Death SS.

Nestes 44 anos de trajetória, a banda forjou verdadeiros clássicos, como “…in Death of Steve Silvester” (1988), “Black Mass” (1989) e “Heavy Demons” (1991), este último uma verdadeira aula de como inserir elementos de horror ao Heavy Metal, e mostrando como não é preciso tocar Black Metal para falar de temas obscuros, vide o que já fazia o Black Sabbath e Blue Öyster Cult anteriormente e como fez o Ghost tempos depois. Envolto numa sonoridade baseada entre o Heavy e o Doom Metal, o Death SS engloba também uma pegada Industrial, bastante sentida no álbum “Panic”, lançado em 2000.

E para falar desta jornada, Steve Sylvester atendeu o HEAVY CULTURE com muita simpatia atenção, onde foi destacado o lançamento do novo álbum, “Ten”, que saiu dias antes do bate-papo no dia 29 de outubro. Indagado sobre a rápida repercussão do álbum, o vocalista disse que tem sido muito boa, e que aguarda uma normalização da situação pandêmica para voltar aos palcos. O Death SS tocará no Wacken em 2022, mas aguarda por shows normais, sem restrições ou limitações ao público, pois, segundo ele, “precisamos de uma troca de energias entre a banda e o público”. Uma das faixas de destaque de “Ten”, lançada como single em setembro, é “Zora”, uma homenagem à personagem de mesmo nome, também conhecida como Mulher Lobo. Transitando entre o terror e o erotismo, os quadrinhos foram lançados no Brasil na década de 1980 e eram proibidos para menores de 18 anos. Sylvester contou que sempre quis fazer algo para homenagear a personagem, revelando também sua imensa paixão por HQs, sendo um grande colecionador de quadrinhos de horror e eróticos.

Questionado sobre sua música preferida em “Ten”, o vocalista afirmou que todas são, que ama todas da mesma forma, explicando que elas foram compostas nos últimos dois anos, ou seja, em plena pandemia, e ainda revelou que a música “Suspiria” não se trata de uma homenagem ao clássico filme de Dario Argento, mas sim a uma HQ de mesmo nome lançada pela editora italiana Annexia¸ especializada em trabalhos voltados ao horror erótico. O HQ “Suspiria – Do Reino das Trevas”, contou com a participação dos artistas italianos como Andrea Bulgarelli, Franco Saudelli e Andrea Jula, e teve capas assinadas pelos artistas gráficos Alex Horley e Nikk Guerra. Todo esse fascínio por HQs e horror está refletido nas capas dos álbuns do Death SS, e este é um trabalho que Sylvester cuida do início ao fim, como explicou na live, dizendo que é muito preocupado com a arte gráfica.

Sobre suas influências, revelou que inicialmente Alice Cooper e Kiss não estavam em sua lista de prioridades, mas sim bandas de Glam Rock, como Slade e The Sweet, e que sua ideia inicial era juntar as influências destas bandas, adicionando o estilo de produção dos filmes de horror da produtora inglesa Hammer Productions e também Punk Rock, que estava surgindo na época e que ele vivenciou, além das sexy comics. Dentre os vocalistas que ele mais admira estão Dave Hill, do Slade, Dan McCafferty do Nazareth, Tom Keifer do Cinderella e Jon Oliva do Savatage. Segundo o italiano, a intenção era misturar todo esse caldeirão de influências e criar algo original, citando ainda durante a live que na época eram todos garotos e que apenas faziam o que gostavam, tornando-se pioneiros ao utilizar elementos satânicos em seu visual, antes mesmo de Venom e Mercyful Fate. Sobre bandas novas, disse que gosta de Ghost e que das bandas brasileiras conhece apenas Sepultura. Com tantas décadas de estrada, Sylvester disse que se orgulha de cada lançamento, e que cada álbum reflete uma parte dele como compositor: “Cada década foi importante, eu nunca parei de estudar, de trabalhar. Para mim o Death SS é uma parte da minha vida. É o que sou dia a dia”.

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A agenda de novembro do HEAVY CULTURE segue no dia 16/11 com o baixista Tobias Cristiansson, do Grave, e no 23/11 a equipe conversará com David DeFeis, vocalista do Virgin Steele. Finalizando novembro, no dia 30 o canal receberá o guitarrista Craig Locicero, do Forbidden.

Créditos da foto: Divulgação

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE recebeu no dia 26/10 o lendário guitarrista Rick Hunolt, membro da formação clássica do gigante do Thrash Metal EXODUS. Afastado da banda desde 2005, o músico, porém, tem se mostrado bastante ativo com a banda, tanto participando de shows quanto gravando alguns solos para o aguardado novo álbum, “Persona Non Grata”, que será lançado no dia 19 de novembro. Hunolt, no bate-papo, contou que gravar novamente com os ex-colegas depois de tanto tempo foi como se estivesse em casa, sentindo-se extremamente confortável. Sua participação em shows recentes – para levantar fundos para o tratamento de câncer do baterista Tom Hunting – também foram bem interessantes, o que tem levado algumas pessoas a questionar sobre seu retorno ao grupo. Para o HEAVY CULTURE, o guitarrista disse que se divertiu muito nos shows e que se o chamarem para tocar, ele o fará com prazer, não descartando a ideia de algum dia voltar ao line-up, pois, segundo ele, se houver uma proposta, ele retornaria, pois nada é impossível.

Indagado sobre sua importância para o Thrash Metal, sobretudo por sua pegada agressiva com riffs insanos ao lado de Gary Holt, o músico disse que não se considera um “riff master”, mas afirmou que está lá desde o começo do estilo. E é justamente este pioneirismo que foi destaque do papo, onde Hunolt diz que as velhas bandas continuam fiéis ao som de outrora, mas é importante que as bandas novas, mesmo seguindo as influências old school, tentem renovar o estilo, inserindo sua própria personalidade, e que os fãs precisam ter a cabeça aberta. “É importante que as bandas tenham identidade”, citou o guitarrista, lembrando das inovações que o Sepultura fez com “Roots”, adicionando elementos novos ao seu Thrash Metal e criando algo único.

Um dos assuntos mais festejados por Hunolt foram as lembranças sobre as turnês brasileiras, sobretudo aquela épica tour de 1998, quando o guitarrista relembrou os momentos que passaram na cidade de Paraty, localizada no litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Naquela época o grupo divulgava o álbum ao vivo “Another Lesson in Violence”, lançado no ano anterior e marcando o retorno à ativa, tendo à frente o carismático vocalista Paul Baloff. O lendário frontman, que até hoje é lembrado com muito carinho pelos integrantes, gravou apenas um álbum de estúdio com a banda, o clássico “Bonded by Blood”, lançado em 1985. O staff do HEAVY CULTURE questionou Hunolt se o álbum em questão tivesse sido lançado antes – já que estava gravado há cerca de um ano– as coisas poderiam ter sido diferentes para a banda, talvez superando o Metallica ou talvez integrante o famigerado Big 4 do Thrash Metal. O guitarrista disse que todo tem seu lugar no Thrash Metal old school, mas admite que se não houvessem tantos atrasos nos lançamentos as coisas talvez tivessem tomado outro rumo, indicando ainda que terem tirado Baloff da banda dificultou ainda mais o processo, pois as pessoas o amavam, mas deixou claro que na época eles todos ainda eram muito novos e não sabiam o que estavam fazendo.

Assista ao bate-papo com Rick Hunolt:

A agenda de novembro do HEAVY CULTURE contará, até o momento, com as seguintes participações: 09/11 com o vocalista Steve Sylvester, da banda italiana Death SS, 23/11 com David DeFeis, vocalista do Virgin Steele e no dia 30/11 o canal receberá o guitarrista Craig Locicero, do Forbidden. Outras participações serão divulgadas em breve.

Créditos da foto: Raymond Ahner (Loudwire)

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE recebeu nos dias 14/10 e 18/10, respectivamente, as bandas The Troops of Doom e Violator, que estão com lançamentos novos no mercado. A live com o vocalista Alex Kaffer, do The Troops of Doom, abordou, dentre outros assuntos, o mais recente lançamento do grupo, o EP “The Absence of Light”, que contou com a participação de Jeff Becerra, vocalista do Possessed. O vocalista relembrou a experiência que tem sido trabalhar com a banda durante a pandemia, pois desde o momento em que a banda foi criada, em março de 2020, todas as gravações e produção do EP de estreia foram realizadas remotamente, e nenhum ensaio foi realizado neste período. Entretanto, ele deixa claro que sua maior vontade no momento é tocar ao vivo, em cima do palco, encarando o público no “olho no olho”.

Kaffer também deu detalhes sobre as composições e gravações do álbum completo, que já está inteiramente composto e o processo de gravações iniciará em breve e até o final do ano o disco estará completamente gravado, com lançamento previsto para o primeiro semestre do próximo ano. Sobre a sonoridade do álbum, seguirá a mesma pegada dos EPs, podendo soar até mesmo mais cru, nas palavras do vocalista. A live realizada com Pedro Poney, baixista e vocalista do Violator, teve como destaque o lançamento de “Violator na China!”, livro que conta a experiência do grupo na turnê realizada na China em 2019. Poney revelou detalhes sobre o livro e como surgiu a ideia de produzi-lo, relembrando inclusive algumas experiências e impressões sobre o país. Indagado sobre um novo álbum do Violator, o vocalista respondeu que será trabalhado assim que possível, e que no momento a banda está com os ensaios parados devido à pandemia. Contudo, revelou que a banda já tem oito músicas encaminhadas e que possivelmente venham a lançar um álbum completo no próximo ano.

Assista ao bate-papo com Alex Kaffer:

Assista ao bate-papo com o Pedro Poney:

A agenda de outubro do HEAVY CULTURE será encerrada com um convidado muito especial no dia 26/10, às 19h: Rick Hunolt, lendário ex-guitarrista do Exodus.Desde 2005 fora da banda, o mestre do Thrash, responsável por gravar clássicos como “Bonded by Blood”“Pleasures of the Flesh” e “Tempo of the Damned”, contará um pouco de sua história no mundo da música pesada e o que anda fazendo atualmente.

Créditos da foto: Divulgação

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O canal do YouTube HEAVY CULTURE recebeu no dia 12/10 o lendário produtor Bill Metoyer, responsável por comandar a mesa de som para bandas como Slayer, Hirax, Sacred Steel, Armored Saint, Agent Steel, Cirith Ungol, Municipal Waste e muito mais. Destas bandas, destacam-se trabalhos como “Show No Mercy”, “Haunting the Chapel”, “Live Undead” e “Hell Awaits” (Slayer), “Wargods of Metal” (Sacred Steel), “Raging Violence”, “Hate, Fear and Power” e “Immortal Legacy” (Hirax), “Revelation” (Armored Saint) e dezenas de álbuns, EPs, demos e álbuns ao vivo gravados desde o início da década de 1980 até agora. Entretanto, sua carreira teve início ainda na década de 1970, quanto iniciou sua jornada estudando na University of Sound Arts em Hollywood em 1978, e no ano seguinte se tornando engenheiro chefe no Track Studios. Além da experiência nos botões, também foi vice-presidente da gravadora Metal Blade Records entre 1983 e 1987, ao mesmo tempo que era o produtor da casa.

Com uma trajetória tão rica e presente em álbuns clássicos de bandas de Heavy, Thrash e Speed Metal, Bill Metoyer, agora com 61 anos, segue trabalhando e contou ao HEAVY CULTURE um pouco mais dessa trajetória e sobre o que vem pela frente. Indagado sobre como tem sido trabalhar durante a pandemia, ele contou que, por possuir um estúdio próprio, teve muita sorte de continuar trabalhando, e que o processo moderno de as bandas gravarem em casa e enviarem o material pela internet acabou sendo o diferencial neste período. Entretanto, declarou que sente falta dos dias antigos, de gravar como antigamente, e também de viajar para vários países, inclusive europeus, para trabalhar com as bandas. Contando algumas curiosidades sobre os discos em que trabalhou, Metoyer desfaz um mito que ronda a história do Heavy Metal há décadas: o ao vivo “Live Undead” (1984), do Slayer, foi realmente gravado ao vivo com presença de público. O fato tem sido questionado pela imprensa, público e músicos em geral ao longo das décadas, mas a explicação é muito simples, como contou o produtor. A banda tocou ao vivo em estúdio, sem overdubs, e havia um seleto grupo de pessoas que assistiram a performance, que contou com clássicos como “Black Magic”, “Die by the Sword” e “Captor of Sin”.

E o Slayer, na opinião de Metoyer, foi a banda que serviu de cartão de visitas para seu trabalho, abrindo caminho para que outras bandas novas quisessem contratar seus serviços, como o Sacred Reich. E fugindo dos estilos que ele estava profundamente envolvido, como o Speed/Thrash Metal, estava o Trouble, que chegou a gravar três álbuns com o sempre requisitado produtor. Metoyer disse que produzir o Trouble era como se estivesse trabalhando com o Black Sabbath, uma de suas bandas preferidas. Outras questões abordadas pelo HEAVY CULTURE foram direcionadas ao campo técnico e suas preferências, como a diferença entre as gravações de álbuns de estúdio e ao vivo, e se Metoyer continua ouvindo as bandas que produziu. Além disso, o veterano produtor ainda contou alguns detalhes sobre as gravações do álbum “United States of Anarchy”, do Evildead, lançado em 2020, e revelou que está trabalhando no novo álbum do Hirax, informação já adiantada pelo vocalista Katon W. De Pena em live realizada com o HEAVY CULTURE no mês passado.

Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

A agenda de outubro do HEAVY CULTURE segue no dia 18/10 às 19h com Pedro Poney, do Violator, que atualizará o público sobre as novidades da banda, e finalizando, em 26/10 às 19h, o canal traz Rick Hunolt, lendário ex-guitarrista do Exodus.

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O canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu no dia 28/09 a baixista e vocalista Fernanda Lira, da banda CRYPTA, que contou detalhes sobre o grupo, surgido inicialmente como um projeto enquanto ela e a baterista Luana Dametto ainda integraram a Nervosa. Com a saída de ambas da bandaem 2020, o passo seguinte foi formalizar a criação da CRYPTA, pois segundo a musicista, o objetivo era manter um projeto paralelo de Death Metal, e que em nenhum momento pensavam que seria sua banda principal. Com o anúncio oficial da entrada das guitarristas Sonia Anubis e Tainá Bergamaschi para o line-up, as expectativas aumentaram consideravelmente.

O resultado de meses de trabalho durante a pandemia foi o álbum “Echoes of the Soul”, candidato à um dos melhores lançamentos de 2020. Mesclando Death Metal com sonoridades mais melódicas, o CD tem sido muito bem recebido pela imprensa e fãs, superando as expectativas de Fernanda, que declarou no bate-papo que a sonoridade da CRYPTA é um “grande caldeirão de Death Metal”. A conversa abordou a experiência de Fernanda ao sair da Nervosa e criar a CRYPTA, revelando que se tivesse que criar uma banda nova do zero, teria sido uma experiência muito difícil e que ter o projeto paralelo criado antes da saída de ambas foi muito benéfica. Fernanda também contou detalhes sobre as gravações do vídeo clipe da faixa “From the Ashes”, e deixou claro que o objetivo de tudo é subir no palco e tocar, o que virá a acontecer somente em 2022, por decisão da própria banda, devido à pandemia. Uma turnê com Deicide e Krisiun já está marcada para abril e maio de 2022 no continente europeu.

A vocalista também foi questionada sobre suas performances eletrizantes no palco, onde não economiza na energia e nas caretas, e disse que pela questão de estilos diferentes, não tocarão músicas da Nervosa. Sobre sua antiga banda, disse já ter escutado o material com a nova formação e que deseja que tudo dê certo para elas, não guardando quaisquer ressentimentos. Fernanda também foi cirúrgica quanto a importância da arte durante a pandemia, onde disse: “A gente aprendeu na pandemia que dá para viver por um período sem muitas coisas, sem ver os amigos cara a cara, dá para viver sem ir naquele restaurante fast food que a gente gosta, dá para a gente viver sem a gente ir no parque, dá para viver sem viajar…, mas uma coisa que ninguém viveu sem na pandemia foi a arte. Ninguém passou um dia sem consumir música, sem consumir um livro, um filme, uma série, todos nós, pelos menos vez hora por dia, a gente consumiu arte de alguma maneira. Então que isso sirva para a gente pensar e levar daqui para diante essa valorização à arte, a gente viu em tempos sombrios ao extremo a arte está lá para a gente ficar um pouquinho mais sutil”. 

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A agenda de outubro do HEAVY CULTURE trará os seguintes convidados: no dia 07/10 às 19h o staff receberá Alex Kafer, do Troops of Doom, e na semana posterior, no dia 12/10 às 19h, será a vez do renomado produtor Bill Metoyer contar um pouco mais de sua experiência para os expectadores brasileiros. Em 18/10 às 19h Pedro Poney, do Violator, atualizará o público sobre as novidades da banda, e finalizando, em 26/10 às 19h, o canal traz Rick Hunolt, lendário ex-guitarrista do Exodus.

Créditos da foto: Renan Facciolo

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O canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu no dia 14/09 o tarimbado baterista MIKE TERRANA, uma verdadeira lenda do mundo das baquetas. Prestes a completar 40 anos de serviços prestados nas mais diversas bandas de Rock/Metal, o músico estadunidense criou uma carreira invejável, participando de álbuns como “The Seventh Sign” (Yngwie Malmsteen), “Unity” (Rage), “The Masquerade Ball” (Axel Rudi Pell), “Dirty But Well Dressed” (Beau Nasty), “Kaleidoscope” (Roland Grapow), “Looking for Action” (Kuni), “Freedom to Fly” (Tony MacAlpine), “MK II” (Masterplan), “Millennium Metal – Chapter One” (Metalium) e “Under the Cross” (Squealer). Durante anos foi baterista de Tarja Turunen, registrando seis álbuns com a ex-vocalista do Nightwish, inclusive um especial com covers de Queen e Led Zeppelin, além de peças de música erudita, de compositores como Johann Sebastian Bach, Richard Strauss, Gioachino Rossini, Wolfgang Amadeus Mozart, dentre outros, mostrando toda sua versatilidade.

Com todo esse currículo, MIKE TERRANA não dá sinais de cansaço e mantém seus fãs entretidos através de seu Instagram (https://www.instagram.com/miketerrana), onde posta diversos vídeos tocando músicas dos mais variados estilos, inclusive arranjos para música erudita, como Mozart. E para falar sobre toda sua trajetória, ou pelo menos uma parte dela, a equipe do HEAVY CULTURE bateu um papo superprodutivo com o baterista, começando justamente com suas performances nas redes sociais, que iniciaram basicamente por causa da pandemia, servindo tanto para se divertir quanto para entreter os fãs, já que não há shows sendo realizados (pelo menos em algumas partes do mundo). Seu ecletismo musical vem de quando era criança, como explicou, pois, sempre ouviu vários estilos.

O baterista foi indagado sobre seus momentos mais desafiadores, citando a oportunidade que tocou com o Gamma Ray, quando substituiu Daniel Zimmermann para alguns shows, contando que chegou a praticar cerca de 6/7 horas por dia para aprender o material. Outra experiência que desafiou suas habilidades foi o trabalho com o guitarrista Tony MacAlpine, onde teve que improvisar bastante. Ele citou ainda os 40 dias de intenso trabalho gravando o álbum “No Gravity”, de Kiko Loureiro, chegando a ter algumas aulas de baterista com o próprio guitarrista, que mostrou a ele ritmos brasileiros e de quebra aproveitou para conhecer as famigeradas cachaça e caipirinha.

O bate-papo seguiu divertido, com TERRANA dando sua opinião sobre bandas como AC/DC, Metallica, Grand Funk Railroad e até mesmo sobre um estilo em que ele não está acostumado a tocar, Death Metal. No campo técnico do instrumento, deixou suas opiniões sobre o uso de triggers e nas produções recheadas de samplers, e afirmou que embora estilos mais – supostamente – fáceis de tocar, como o praticado pelo AC/DC, na verdade são os mais difíceis, pois é tudo milimétrico e é necessário muito groove. Sobre o futuro da bateria, brincou que não pode prever o futuro, mas disse que gostaria de ver bateristas mais orgânicos, tocando com emoção, poder e feeling. A longa e produtiva e conversa abordou ainda seus trabalhos mais recentes, como os álbuns “El ángel caído – XV aniversario” (2017) e “El Secreto” (2019), gravados com a banda espanhola Avalanch, noticiando ainda que está trabalhando em um solo CD, onde, além de comandar as baquetas, será o vocalista, e embora o material não seja Heavy Metal, deixou claro que se trata de música de qualidade. Dentre outros assuntos abordados, ainda teceu elogios aos fãs brasileiros, considerando-os a melhor plateia para tocar.

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A última rodada de setembro será com Tim Baker (Cirith Ungol) em 21/09 às 21h e Fernanda Lira (Crypta) em 28/09 às 19h. Dentro da agenda especial, no dia 18/09 às 18h, sábado, o canal receberá a banda angolana Dor Fantasma. No dia 24/09 às 19h, sexta-feira, será a vez da banda Attomica participar, onde Andre e Pyda Rod dissecarão o debut “Attomica”, lançado em 1988.

Créditos da foto: Divulgação

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