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Várias publicações, sobretudo a imprensa europeia, tem dado destaque ao ótimo trabalho desenvolvido em “To Beyond”, debut do BURN THE MANKIND. Lançado no exterior pela gravadora Mighty Music e no Brasil pela Cianeto Discos, “To Beyond” figura em diversos reviews publicados em sites e revistas do gênero, onde as avaliações tem sido positivas, destacando as características únicas do Death Metal brasileiro, não esquecendo, é claro, do pioneirismo do Sepultura e mais recentemente, Krisiun.

 A tradicional revista Metal Hammer, em resenha publicada no mês de fevereiro, cita as bandas acima, mas mostra o caminho em busca da originalidade que o BURN THE MANKIND segue: “Não há como negar a natureza distinta do Death Metal brasileiro, a sua dívida para com o pioneirismo do Sepultura e, nos últimos tempos, o singularmente brutal Krisiun. O Burn The Mankind conseguiu criar um som que traz essas influências e as transforma em algo sutilmente original e gloriosamente intenso.”. Dom Lawson, editor da revista e também colaborador do The Guardian, Classic Rock, dentre outras publicações, finaliza a resenha com as seguintes palavras: “Além da rara alegria em ouvir uma banda jovem de Death Metal, que realmente compreende o que faz o gênero ser grande, “To Beyond” comprova que o caso de amor do Brasil com o underground extremo gerou um novo monstro aterrorizante”.

Já o site Metal Temple foi mais observador na resenha, com Mike Coyle detalhando a sonoridade do grupo, que investe em diversos elementos para criar seu Death Metal. “A banda trabalhou para criar algo que possa ser usado em lançamentos futuros, mas ao mesmo tempo observamos o que essa banda pode fazer com os arranjos… Mostrando uma boa combinação entre elementos do Doom e Death Metal, que podem constatar a visão deste lançamento e muito mais. É óbvio que a banda quer criar uma nova onda de som da velha escola para a nova geração, o que é muito admirável, para ser honesto, pois mostra que nem toda banda precisa de “breakdown” para ser brutal e pesada. Aqui há uma banda que está trazendo algo familiar à mesa e algo novo.”.

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Além destas publicações, “To Beyond” teve destaque no site dinamarquês Calles Rock Corner, no holandês Dutch Metal Maniac, no norueguês Norway Rock, no belga Metal to Infinity, nas revistas Rock Hard (alemã), Scream (Noruega), além de publicações americanas como os sites Dead Rhetoric e No Clean Singing, este último destacando o álbum como um dos melhores de 2015: “Esse é um lançamento Death Metal de destaque em 2015 e que vai passar despercebido devido ao seu surgimento perto do final do ano. Esta negligência é meio lamentável, porque o Burn the Mankind lançou o que é facilmente um dos melhores álbuns de Death Metal de 2015, com uma mistura convincente de sons, reconhecível, mas distinto naquilo que a mistura produz.”

 

“To Beyond” também está disponível no Spotify, confira:

https://goo.gl/e5Crk3

 

Contatos:
Site: http://www.burnthemankind.com/

Facebook: https://www.facebook.com/burnthemankind

Twitter: https://twitter.com/burnthemankind

Soundcloud: https://soundcloud.com/burnthemankind

Fonte: Wargods Press

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Com o primeiro álbum lançado em 2015, intitulado ‘To Beyond’, a banda gaúcha Burn The Mankind. A banda é tida como uma das promessas do cenário metal mundial e vem angariando muitos elogios da mídia especializada nacional e internacional.

Confira agora a entrevista concedida por Pedro Webster (Vocal, baixo), Marcos Moura (guitarra) e Rafael Barros (guitarra) do Burn the Mankind ao RioMetal Press:

Acredito que é impossível falar com vocês na primeira vez e não perguntar sobre o nome da banda. Como chegaram a concepção de “Burn The Mankind”? É um nome bem forte.

Pedro Webster: Burn the Mankind é um nome que simboliza a nossa concepção niilista e destrutiva atrelada ao nosso som. O “Mankind” aqui tem um sentido subjetivo que representa toda carga cultural de um sistema dominante, imposta na formação de nosso caráter e que atingem diretamente nossas escolhas e julgamentos. Queremos quebrar isso, todas as amarras que restringem nossa liberdade e obrigam-nos a aderir à uma ética de vida vazia e fraca.

Em dezembro de 2015 foi lançado mundialmente o primeiro full lenght da banda – ‘To beyond’. Como foi o processo de gravação do álbum?

Marcos Moura: Foi um processo longo, iniciado em 2010. Fizemos as partes da bateria com Matheus Montenegro, que deixou o grupo em 2012, no estúdio do Fábio Lentino (ex-Nephasth). Gravamos o álbum três vezes, até chegarmos a uma sonoridade satisfatória, principalmente nas guitarras. A produção ficou por conta de Henrique López e contamos ainda com a participação nos backing vocals de Rafael Barros (ex-Nephasth), que assumiu a segunda guitarra em 2013 depois que Raissan Chedid assumiu as baquetas.

Rafael Barros: Contribuí também na produção final, mixagem e artwork do CD. Apesar de não ter feito parte da banda desde seu nascimento, me sinto como estivesse lá desde o início, pois trabalhei muito junto a banda pra que esse disco fosse lançado. Trouxe também uma forte visão de trabalho profissional e foco oriundo da minha experiência com o Nephasth.

A banda tem como foco de suas músicas a existência humana, e esse é o tema abordado em ‘To Beyond’. Podemos considerá-lo um álbum conceitual?

Pedro: Sim, “To Beyond” é um álbum conceitual que direciona um personagem à quebrar com as amarras impostas subjetivamente pela sociedade. Tais amarras são o medo, o ouro, o poder que escravizam e condenam. Através de conceitos sobre-humanos que superam o mundo físico, tal personagem encontra forças para romper com este mundo humano, ralo e doentio e parte para um plano extra físico em prol da liberdade.

Rafael: …em prol da liberdade e de uma nova era!

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Pedro Webster, Marcos Moura, Rafael Barros e Raissan Chedid

Um fato bem grave aconteceu com a banda em Janeiro deste ano. Vocês foram assaltados e Rafael Barros (Guitarras) acabou sendo mantido como refém e agredido por ladrões. O que aconteceu e o que representou este fato para vocês?

Rafael: Voltávamos de um ensaio e ao chegarmos na casa do baterista para largar nosso equipamento, fomos interceptados por um carro e três caras armados nos obrigaram a sair do nosso veículo. Eu estava no banco de trás com o restante de instrumentos e não consegui abrir a porta, os ladrões entraram e arrancaram comigo dentro. Percorri alguns quilômetros sob ameaças de morte e agressões na cabeça, tendo duas armas coladas com força na testa. Depois me largaram. Muitas reflexões vieram após o acontecimento. A violência está cada vez mais próxima e isso pode acontecer de novo ou com alguém próximo a você. Tive a sensação real de que iria morrer, pois a qualquer instante uma daquelas armas poderia disparar. Foi chocante! Então, ter saído disso apenas com um pequeno trauma e um corte na cabeça foi como um renascimento.

Conseguiram reaver ou localizar alguns dos equipamentos?

Rafael: Sim, conseguimos recuperar algumas coisas da bateria. Estamos tendo apoio da polícia, mas é tudo muito difícil e burocrático. As investigações estão rolando… é isso que podemos falar até o momento.

Acredito que estes indivíduos devam ser o lado da humanidade a ser queimado.

Rafael: Num primeiro instante, claro! Dá vontade de queimar todos, exterminar! É difícil adquirir bons equipamentos em nosso país. É muito complicado lidar com a situação de ser agredido, ameaçado e roubado, de se sentir um mero produto descartável dentro de um processo criminoso. O pior é o sentimento de impotência, de que as coisas ficarão sem solução. Mas depois vem a dúvida… matar resolve? Pra mim é como colocar a sujeira embaixo do tapete ou tapar olhos e ouvidos.

Pedro: Não pretendo queimar indivíduo A ou B, mas sim, a concepção de humanidade como um todo, que, organizada no molde que está, acaba fomentando a formação destes indivíduos, e condiciona-os à agirem desta forma.

Marcos: Na minha opinião essas pessoas são parte de um problema ainda maior. O sistema que causa um vazio enorme nas pessoas, induz a um padrão de vida insustentável de consumo. O que deve ser “queimado” é a forma de pensar, valorizar não o que se tem, mas o que se é. Somos todos semelhantes, porém não iguais.

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To Beyond – 2015

Como tem sido o retorno de mídia e público a ‘To Beyond’ pelo globo? Pelo que andei lendo parece que o trabalho tem sido bastante elogiado.

Marcos: A receptividade tem sido excelente tanto fora como dentro do país. Estamos muito felizes em receber críticas e elogios de um álbum composto e gravado com muita dedicação.

Rafael: A revista inglesa Metal Hammer fez uma excelente resenha do disco. Para o crítico, a banda se revelou uma grande promessa vinda do continente sul americano. Isso com certeza nos deixou bastante orgulhosos, nos mostrou que estamos no caminho certo.

Com uma receptividade assim, já devem ter aparecido alguns convites para eventos. Como está a agenda da banda?

Marcos: Fizemos alguns shows desde o lançamento até o fatídico evento em que perdemos nossos equipamentos. Recentemente, voltamos aos ensaios e fizemos nosso primeiro show após o assalto no Obscure Faith em Santa Maria/RS. Tivemos a grande ajuda de amigos de outras bandas que nos emprestaram boa parte do equipamento. Os convites estão surgindo, nossa vontade é de tocar em todos os lugares possíveis.

Voltando ao álbum, o trabalho de capa ficou bastante coeso com o direcionamento musical da banda, como foi confeccionada a arte?

Marcos: A concepção de arte é da artista plástica Luciana Kingeski. Conversamos muito sobre o conceito do álbum, as dificuldades que tivemos ao longo do processo de gravação. A finalização ficou a cargo de Rafael Giovanoli, tatuador e guitarrista do In Torment . O projeto gráfico foi feito pelo Rafael, guitarrista da banda. Ficamos satisfeitos com todo o resultado.

Rafael: Ótimo saber que o trabalho está sendo assimilado dessa forma. A arte está diretamente ligada ao som e proposta lírica da banda.

Gostaria de parabenizar vocês pelo álbum, ficou um trabalho forte e de muita personalidade. Por favor deixem uma mensagem aos que já são e aos que virão a ser ouvintes da Burn The Mankind:

Marcos: Muito obrigado pelas palavras, isso nos incentiva a acreditar e seguir melhorando sempre. Obrigado pelo espaço, e obrigado por estarem ativos e juntos nessa, precisamos cada vez mais de espaços como este. Quem quiser conhecer o nosso trabalho pode acessar o Spotify que estaremos lá, bem como outros serviços de streaming. Grande abraço!

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Rafael Barros, Raissan Chedid, Pedro Webster e Marcos Moura

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‘To Beyond’ (2015) é o debut da banda porto-alegrense Burn The Mankind. Criada em 2009, e com um EP homônimo lançado em 2010, os gaúchos vem angariando excelentes críticas do público nacional e internacional. Veículos conceituados como as revistas RockHard, Metal Hammer, Scream Magazine e Norway Rock Magazine já se curvaram ante a sonoridade técnica e pesada da banda.

São 11 faixas de um Death Metal técnico que somam um pouco mais de 40 minutos. Em alguns momentos pode-se notar o flerte com o Thrash e o Grind, mesclando melodia e brutalidade em doses certeiras trazidas por Pedro Webster (Vocal / Baixo), Marcos Moura (Guitarra), Rafael Barros (Guitarra) e Guitar Raissan Chedid (Bateria).

O lançamento nacional ficou a cargo da Cianeto Records e traz uma belíssima arte de capa confeccionada por Rafael Giovanoli que casa perfeitamente com a proposta da banda.

O álbum abre com The Uprise, faixa instrumental que cria a atmosfera perfeita para o ouvinte. Faixas curtas que mesclam técnica e a selvageria pertinente ao estilo são encontradas em To Beyond, The Gun e Real Slave (faixa single lançada em 2012).

Outros temas mais longos mantêm a coesão do álbum. Destaque para Cries e Human Decay. Aconselhado a todos que curtem um som extremo. Um novo orgulho para o metal nacional.

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Burn The Mankind – ‘To Beyond’ Tracklist:

1.The Uprise
2.To Beyond
3.The Gun
4.Real Slave
5.Lies
6.Vacuum
7.Everyone Is Blind
8.Cries
9.Beneath the Sun
10.Survive On (Bônus)
11.Human Decay (Bônus)

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Em processo de divulgação do CD “To Beyond”, o BURN THE MANKIND confirma sua participação na 10º edição do Obscure Faith Festival, que reunirá, nos dias 16 e 17 de abril, grandes nomes do Metal extremo do Rio Grande do Sul e Santa Catarina na cidade de Santa Maria/RS. O evento, que será realizado no Balneário Ouro Verde, tem ingressos custando apenas R$ 15,00 (promocionais) e os shows estão programados para começar às 20h do sábado e no domingo às 14h30min.

 Confira todas as infos do evento:

https://www.facebook.com/events/940840252677337

 O BURN THE MANKIND está escalado para fechar a noite do domingo, e apresentará ao público as músicas do recém-lançado“To Beyond”, lançado no exterior pela Mighty Music e no Brasil pela Cianeto Discos. Dentre as resenhas já publicadas sobre o álbum, destacam-se as palavras de Vitor Hugo Franceschini, do Blog Arte Metal: “Destilando técnica e versatilidade, a banda consegue produzir composições trabalhadas, bem exploradas, mas sempre objetivas. O mais importante é que não saem do limite e não ficam “embromando”, e dão o ar do peso e da brutalidade com um feeling pouco visto no estilo”.

No Metal Samsara, Marcos Garcia também não poupa elogios e cita as influências do grupo: “Com membros tarimbados, que fizeram parte de nomes como NEPHASTH e INDULGENCE, o quarteto pratica um autêntico genocídio sonoro, um Death Metal bruto e opressivo, mostrando sempre um ótimo nível técnico, que oras é veloz, ora mais lento e azedo, mas sempre extremamente agressivo, cheio de energia e diferenciado, graças a algumas influências pontuais de Thrash Metal e Grindcore. E acreditem: as músicas da banda são bem envolventes, de fácil assimilação, algo um pouco diferenciado quando lidamos com o gênero. Ou seja, bruto, opressivo, e com ótima qualidade!”

O grupo também anuncia uma parceria com a LAB 6 Music, loja de instrumentos musicais situada na cidade de Pindamonhangaba/SP. De propriedade do guitarrista Fábio Zperandio (Ophiolatry, War Inferno FX, Gorgoroth), a loja também apoia importantes eventos e bandas do underground nacional, como o festival Obscure Faith e a banda Rebaelliun.

“To Beyond” também está disponível no Spotify, confira:

https://goo.gl/e5Crk3

Contatos:
Site: http://www.burnthemankind.com/

Facebook: https://www.facebook.com/burnthemankind

Twitter: https://twitter.com/burnthemankind

Soundcloud: https://soundcloud.com/burnthemankind

Fonte: Wargods Press

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Lançado inicialmente na Europa e nos EUA pela gravadora Mighty Music em dezembro de 2015, o debut da BURN THE MANKIND, intitulado “To Beyond”, agora está disponível no Brasil pela Cianeto Discos, selo especializado em Metal Extremo. Composto de onze faixas, sendo duas delas bônus, “To Beyond” apresenta aos apreciadores de Death Metal uma sonoridade brutal e ao mesmo tempo técnica, característica já encontrada em seus trabalhos anteriores, o EP “Burn the Mankind” (2010) e o single “Real Slave” (2012).

 Bastante satisfeitos com os resultados que o álbum vem obtendo até agora, Pedro Webster (baixo/vocal), Marcos Moura (guitarra), Rafael Barros (guitarra) e Raissan Chedid (bateria) tem se empenhado em mostrar este material ao vivo, com algumas apresentações já agendadas para o primeiro semestre.

Sobre o trabalho desenvolvido pela Mighty Music e Cianeto Discos, Marcos comenta: “Estamos felizes com o lançamento quase que simultaneamente com o da Mighty Music lá fora. Não são muitas bandas brasileiras que possuem seus trabalhos lançados com distribuição mundial junto ao lançamento nacional, principalmente um álbum de estreia”. O fato de ambos os selos serem especializados em Metal extremo também dá uma nova perspectiva ao excelente acolhimento do material por parte do público e imprensa especializada. Rafael, ex-colega de Marcos na Nephasth, se mostra confiante e orgulhoso desta parceria: “Estamos orgulhosos de termos fechado essa parceria com a Cianeto Discos, um selo que vem priorizando qualidade e total apoio a música extrema!”.

Fundado em 1997, o selo Mighty Music já possui mais de 100 álbuns lançados nestes quase vinte anos de atividades, dentre eles os CDs do Nephasth, antiga banda dos guitarristas Marcos Moura e Rafael Barros.

Assista ao lyric video da faixa-título:

 

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Fonte: Wargods Press