Posts com Tag ‘Black Flag’

mail (16)

É real. O lendário Black Flag, um sólido pilar do punk hardcore por mais de 30 anos, enfim debuta na América do Sul, com um único show no Brasil – dia 8 de março, um domingo, no Carioca Club (São Paulo). Ainda há ingressos à venda (http://bit.ly/3chREhJ).

O Black Flag é histórico. Formado em 1976 no sul da Califórnia pelo guitarrista Greg Ginn, a visceralidade do intenso punk/hardcore, bastante passional e raivoso, logo impulsionou a carreira da banda. O disco de estreia, ‘Damaged‘, e o sucessor, ‘My War‘, trouxeram uma sonoridade de impacto único, tanto quando eram rústicos e fiéis às raízes punks, ou quando apresentavam composições ousadas, com riffs metálicos e distorcidos.

Ouvir Black Flag – uma experiência que é potencializada num show, por certo – remete ao saudosismo, e quem não gosta de ouvir sons da juventude? Mergulhar nas clássicas canções da banda é rememorar emoções, lembrar de alguma letra específica do Black Flag e voltar a sentir um tempo diferente.

O Black Flag foi uma das primeiras bandas a dar voz a estes sentimentos com a intensidade merecida, acelerando o punk, cunhando o estilo hardcore e de quebra criando um dos logos mais plagiados de todos os tempos. Hoje, quem dá voz a este turbilhão de emoções é o famoso e multicampeão skatista Mike Vallely, na banda desde 2013.

Jão, guitarrista e fundador do Ratos de Porão, foi um entre tantos moleques impactados pela sonoridade alucinante e original do Black Flag. “Quando apareceu, né, meu, era uma sonoridade muito nova. Pega os quatro primeiros anos da banda, era um negócio muito diferente, pra frente do seu tempo, com aquelas guitarras tortas”.

Fábio Massari, o icônico VJ da antiga MTV, aquele jornalista que conta como nenhum outro as histórias e anedotas de bandas alternativas ao redor do globo, conhecido também como ‘Reverendo’, mantém o discurso de Jão sobre o Black Flag.

“Se tem uma banda que podemos chamar de ‘seminal’, sem exageros e medo de errar, dá-lhe Black Flag! O grupo do Sr. Greg Ginn (guitarrista visceral e chefão linha dura da não menos importante etiqueta SST) basicamente pavimentou o caminho, cristalizando cenas do underground americano nos bicudos anos 80 e estabelecendo caminhos futuros. A vida seria outra, e muito mais complicada, não fosse por eles”, conta Massari.

SERVIÇO
Black Flag em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/2810663235615150/
Data: 8 de março de 2020
Horário: a partir das 18 horas
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/SP)
Ingresso: 2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional)
Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional)
Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional)
*(Promocional para não estudantes doando 1 quilo de alimento não perecível)
Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3429/black-flag-em-sao-paulo
Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República/SP)
Censura: 16 anos

Tedesco Comunicação & Mídia

Tramamos-Header-Black-Flag-800x445

O show do Black Flag, que aconteceria dia 7 de julho em São Paulo, no Carioca Club, foi reagendado para março de 2020. Confira a nota da Powerline Music & Books sobre a troca de data:

“Infelizmente fomos surpreendidos com o anúncio do Black Flag sobre o adiamento da turnê. Importante dizer que a Powerline não é a responsável pela turnê, apenas fechamos o show de São Paulo, cumprimos com todas as nossas obrigações e demandas, não sabemos ao certo o que causou este adiamento e ficamos profundamente desapontados com a situação.

De qualquer maneira ainda queremos fazer este show que foi adiado para 08/03 do ano que vem 2020. Os ingressos adquiridos continuam válidos para a nova data. Para quem quiser o valor do ingresso de volta basta entrar com contato com a Pixel Ticket através do e-mail: contato@pixelticket.com.br“.

Confira abaixo a nota da banda:

Devido a circunstâncias que fogem do nosso controle fomos forçados a adiar a turnê que faríamos à América Latina para março de 2020. Nós gostaríamos de deixar claro que todos os promoters e bookers envolvidos trabalharam corretamente e atenderam a todos as nossas demandas para fazer os devidos shows para vocês. Nós garantimos que daremos tudo de nós nos shows do Black Flag nas novas datas.

As novas datas são: 
5 de março Bogota, Colômbia 
6 de março Santiago, Chile 
7 de março Buenos Aires, Argentina 
8 de março Sao Paulo, Brazil 
11 de março Montevideo, Uruguai

Os shows do México foram mantidos.

SERVIÇO 
Black Flag em São Paulo

Data: 8 de março de 2020 
Horário: a partir das 18 horas 
Local: Carioca Club 
Censura: 16 anos 
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/SP 
Ingresso: 
2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível) 
Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3429/black-flag-em-sao-paulo 
Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discos – R. Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República, São Paulo

Tedesco Comunicação & Mídia

black-flag-show-1

Police Story, a sétima faixa de Damaged, o disco de estreia do Black Flag lançado em 1981, não à toa foi coverizada pelo Ratos do Porão quase 15 anos depois no Feijoada Acidente – Internacional: as guitarras tortas e a batida alucinada, meio desajeitada, dão a pegada raivosa para críticas às instituições que batem, reprimem e enriquecem. É levar porrada, dar porrada e seguir adiante, mas não baixar a cabeça, uma entre tantas mensagens atemporais exaltadas com atitude pelo Black Flag, que orientam e inspiram inúmeras bandas e pessoas até hoje. Enfim no Brasil, tocam dia 7 de julho no Carioca Club, em São Paulo, a única data no país. 

Jão, guitarrista e fundador do Ratos do Porão, foi um entre tantos moleques impactados pela sonoridade alucinante e original do Black Flag. “Quando apareceu, né, meu, era uma sonoridade muito nova. Pega os quatro primeiros anos da banda, era um negócio muito diferente, pra frente do seu tempo, com aquelas guitarras tornas, uma mina no baixo”. Já no movimento punk, Jão conta que foi ouvir Black Flag pela primeira vez em 1981, “quando começaram a aparecer uns compactos”, pro delírio da galera envolvida com esse som. 

Devido à postura e som, João aponta o Black Flag como “imprescindível” e que, assim como Circle Jerks e Middle Class, influenciou demais o começo do Ratos do Porão, “que era aquela coletânea Sub, antes do (João) Gordo entrar na banda, antes do Crucificados pelo Sistema”. Era a influência do hardcore americano abrindo possibilidades ao punk de todo o mundo. “Aquelas guitarras tortas, pô, no começo do Ratos a gente não sabia e nem tinha condição de fazer um som naquele estilo, mas adaptamos à nossa realidade e aquilo que conseguimos tocar”. 

Além do começo arrebatador e marcante ao punk/hardcore, Jão menciona o impacto que mais pra frente foi ouvir My War, o segundo disco do Black Flag. “Aquela bagulho tenso, com uma sonoridade obscura. Os caras sempre foram se renovando e fazendo discos diferentes, sem perder a marca registrada da banda. Acho a discografia do Black Flag bem foda e interessante”, conta o guitarrista.

Fábio Massari, o icônico VJ da antiga MTV, aquele jornalista que conta como nenhum outro as histórias e anedotas de bandas alternativas ao redor do globo, conhecido também como ‘Reverendo’, mantém o discurso de Jão sobre o Black Flag, que, segundo entende, “forjaram todo um léxico hardcore: raivoso e extremamente articulado”.

“Se tem uma banda que podemos chamar de ‘seminal’, sem exageros e medo de errar, dá-lhe Black Flag! O grupo do Sr. Greg Ginn (guitarrista visceral e chefão linha dura da não menos importante etiqueta SST) basicamente pavimentou o caminho, cristalizando cenas do underground americano nos bicudos anos 80 e estabelecendo caminhos futuros. A vida seria outra, e muito mais complicada, não fosse por eles”.

“Lendários. E impossível de imitar”, parafraseando Massari, como uma necessária chamada à aguardada estreia do Black Flag no Brasil, reformulado, é verdade, hoje com Mike Vallely nos vocais, mas com a mesma aura desafiadora e raivosa dos primórdios. 

blackflag-sp

SERVIÇO 
Black Flag em São Paulo 
Data: 7 de julho de 2019 
Horário: a partir das 18 horas 
Local: Carioca Club 
Censura: 16 anos 
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/SP 
Ingresso: 
1º lote R$110 (Meia entrada / Estudante / Promocional)  – ESGOTADO!
2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível) 
Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discos: Rua Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República, São Paulo

Tedesco Comunicação & Mídia

mail

O Black Flag é uma instituição do punk rock, um sólido pilar que desde 1976 sustenta o estilo, seus cacoetes e é influência para um incontável número de bandas que surgiram a partir da década de 1980 até os dias atuais, inclusive como a força motriz do que viria a ser e soar o hardcore. É este Black Flag, com apenas o co-fundador Greg Ginn da formação original, que enfim debuta no Brasil – com show único – dia 7 de julho deste ano, no Carioca Club, em São Paulo. A realização é da Powerline Music & Books.

Com Greg Ginn, o único e verdadeiro Black Flag vem para a turnê Latino Americana com Mike Vallely nos vocais, sim, o famoso e multicampeão skatista de Long Beach (Califórnia). Vallevy está na banda desde 2014 e já havia cantado em 2003 no projeto solo de Ginn, Good for You.

Coeso e corrosivo, raivoso e relevante, o Black Flag foi criado em Hermosa Beach (Califórnia, EUA, mesmo reduto onde nasceu o Pennywise) é a chama viva do DIY (Do It Yourself) – a carreira da banda foi pavimentada pelos próprios integrantes ao longo das décadas realizando tudo com várias referências de histórias em quadrinhos, humor niilista e atitude subversiva. Não à toa o disco de estreia Damaged (1981) e My War (1984, o 4º da discografia) são clássicos arrebatadores do punk/hardcore e a banda está no hall em que pisa e reina nomes como Minor Threat, Bad Brains, Dead Kennedys e Circle Jerks.

Aliás, lembrar de bandas históricas do punk/hardcore é lembrar da importância da SST Records, selo independente que Ginn criou em 1978. A SST é responsável pelo lançamento de todos os discos do Black Flag e de uma geração inteira de ícones da cena indie pré-Nirvana, como Minutemen, Hüsker Dü, Meat Puppets, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

A turnê latino-americana antecede uma apresentação concorridísima do Black Flag em San Diego, em evento de skate que terá nada menos do que o lendário Tony Hawk. Trata-se do The Triple 8 NYC Clash at Clairemont, no dia 21 de setembro, um evento beneficente que arrecadará fundos à Grind For Life, organização que cuida de vítimas de câncer e seus familiares.

SERVIÇO 
Black Flag em São Paulo 
Evento: https://www.facebook.com/events/2353111234751582 
Data: 7 de julho de 2019 
Horário: a partir das 18 horas 
Local: Carioca Club 
Censura: 16 anos 
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/SP 

Ingresso: 
1º lote R$110 (Meia entrada / Estudante / Promocional)
2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional

Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional)
Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional

*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível)

Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3429/black-flag-em-sao-paulo 

Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discois – R. Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República, São Paulo

Tedesco Comunicação & Mídia