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Ariën van Weesenbeek.

Next October will take place in Brazil the EpicMetalFest. A festival lined up by Epica, will have its first edition in Brazil. I think many may ask: “Why in Brazil?”

Ariën: Yes, correct. I can imagine people might wonder why we organized EMF in Brazil. It seemed like a great opportunity for us, and I’m sure that the Brazilian Epica-fans are happy that there will be a festival organized by their favorite band. Brazil’s a great country to play shows, and we’re really looking forward to play in Sao Paulo!

How was the choice of the bands that will be at the event?

Ariën: The choice was kinda difficult, but after some brainstorming, eventually we came up with a cool list of names that we’d like to have on our festival. I’m pretty positive that there’s something for everybody’s taste of music.

The event will also mark the release of “The Holographic Principle,” eighth studio album of the band. Before we talk about the musics, we would like to know how was defined the Stefan Heilemann’s art to illustrate the album?

Ariën: First of all, it was clear to us that we wanted to work with Stefan again, since he’s an extraordinary artist and designer. What we did was present him some basic ideas, and he started working from there. He tried several versions and directions, and after some time he amazed everyone of us with the final result! Best of our album covers so far I think!

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“The Holographic Principle”

What is the meaning of the title “The Holographic Principle”?

 

Ariën: The meaning is that we’re living in this world, but it could very well be possible that we’re living in a big illusion and hologram, and we’re not aware of our real life or existence. We make ourselves believe that this world is the real one, but we might be mistaken and might be somewhere else. That’s the holographic principle – bit science fictional, haha.

I can’t stop thinking about the concept of the film “The Matrix” in relation to the concept of “The Holographic Principle.” There is some kind of influence between the film and what is expressed on the album?

Ariën; Yeah, me too! It’s a cool concept, and I’m a big Matrix-fan myself! The movie doesn’t have a direct influence, but of course the subjects are in strong relation to each other. It’s kinda wicked; imagine we’re playing our show on EMF, and the fans are having a great time enjoying the show, but actually we’re all plugged in a computer in real life… damn that would be something! I mean; the beer you’re drinking wouldn’t be a real beer!! We can’t have that!

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Ariën van Weesenbeek.

The first track released was “Universal Death Squad”. How was the receptivity of the band by the fans?

Ariën: Very positive! I think that a lot of people weren’t expecting this, haha.

I think it’s a very strong song and brings all the elements that the band has been exploring in his career. How was the album’s songwriting process?

Ariën: We all started writing songs at home to come up with the basic ideas. Then we threw all kinds of ideas and music to each other, and try to make the songs and ideas better every time.
Eventually, our producer Joost Van den Broek came in the picture and together we arranged all the songs to a good basic form. Then we got together and started jamming and rehearsing, improving the songs. This whole process was very inspiring and I personally had a great time putting my songs, guitar riffs, and drum parts together!

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Rob Van Der Loo, Ariën van Weesenbeek, Coen Janssen, Simone Simons, Mark Jansen, Isaac Delahaye.

Epica have 13 years since the release of the first album, “The Phantom Agony”. In my opinion, a remarkable album. With so many changes in the music market, what is the fuel that feeds Epica’s flame?

Ariën: We just love what we do. The music and our passion for playing our music is what drives us. OF course, it’s beyond great that we have got so many fans worldwide, which is very rewarding and encouraging. This is what we do, and we love it!

Thanks a lot for this interview. Could you please leave a message for the fans who anxiously await the return of Epica to Brazil:

Ariën: We are looking very much forward to see all you Brazilian Epica-supporters back again! See you all at EMF Brazil 2016!!!!

 

Com 13 anos acumulados, desde o primeiro registro, “The Phantom Agony”, e de constante evolução, os holandeses do Epica, estão prestes a lançar seu oitavo álbum de inéditas, “The Holographic Principle”, e trazer para o Brasil o cultuado “Epic Metal Fest”, que acontecerá em São Paulo no dia 15 de Outubro.

Em meio a este turbilhão de acontecimentos, tivemos a oportunidade de bater um papo com o baterista, Ariën van Weesenbeek, para saber um pouco mais destas novidades.

Confira a mais esta exclusiva do RioMetal Press.
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Ariën van Weesenbeek.

No próximo mês de Outubro, acontecerá no Brasil o EpicMetalFest. Um festival capitaneado pela banda Epica. O evento terá sua primeira edição no Brasil. Acho que muitos devem se perguntar: “porque no Brasil”?

Ariën: Sim, correto. Imagino que as pessoas podem se perguntar por que organizamos o EMF no Brasil. Pareceu ser uma grande oportunidade para nós, e tenho certeza que os fãs brasileiros do Epica estão felizes por haver um festival organizado pela sua banda favorita. O Brasil é um grande país para fazer shows, e estamos realmente ansiosos para tocar em São Paulo!

Como foi a escolha das bandas que estarão no evento?

Ariën: A escolha foi um bocado difícil, mas depois de algumas reuniões para discutir as ideias, nós chegamos a uma lista legal de nomes que nós gostaríamos de ter em nosso festival. Estou certo de que haverá algo para todos os gostos de música.

O evento também marcará o lançamento de “The Holographic Principle”, oitavo álbum de estúdio da banda. Antes de falarmos sobre a música, gostaria de saber como foi definida a escolha da arte de Stefan Heilemann para ilustrar o álbum?

Ariën: Primeiramente, ficou claro para nós que queríamos trabalhar com Stefan novamente, já que ele é um artista e designer extraordinário. O que fizemos foi apresentar-lhe algumas ideias básicas, e ele começou a trabalhar a partir daí. Ele tentou várias versões e direções, e depois de algum tempo, ele espantou a todos nós com o resultado final! A melhor capa de nossos álbuns até agora, eu acho!

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“The Holographic Principle”

O que representa o título “The Holographic Principle”?

Ariën: O significado é que estamos vivendo neste mundo, mas pode muito bem ser possível que nós estejamos vivendo em uma grande ilusão, um holograma, e nós não estamos cientes de nossa vida real ou existência. Nós nos fazemos acreditar que este mundo é o real, mas podemos estar enganados e poderíamos estar em qualquer outro lugar. Esse é o princípio holográfico – um pouco de ficção cientifica, (risos).

Não posso deixar de pensar no conceito do filme “Matrix” em relação ao conceito de “The Holographic Principle”. Existe algum tipo de influência entre o filme e o que é retratado no álbum?

Ariën: Sim eu também! É um conceito legal, e eu mesmo sou um grande fã de Matrix! O filme não tem uma influência direta, mas é claro que os assuntos estão fortemente relacionados uns com os outros. É meio cruel; imaginar que nós estamos tocando no nosso show no EMF, e os fãs estão aproveitando bastante o show, mas na verdade estamos todos conectados em um computador na vida real … Seria uma droga! Quero dizer; a cerveja que você está bebendo não seria uma verdadeira cerveja !! Nós não podemos ter isso!

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Ariën van Weesenbeek.

A primeira faixa disponibilizada foi “Universal Death Squad”. Como foi a receptividade da faixa pelos fãs?

Ariën: Muito positiva! Eu acho que um monte de gente não estava esperando isso, (risos).

Acredito que é uma faixa bem forte e traz todos os elementos que a banda vem explorando em sua carreira. Como foi o processo de composição do álbum?

Ariën: Todos nós começamos a escrever músicas em casa para virmos com as ideias básicas. Em seguida, nós tocamos todos os tipos de ideias e músicas um para o outro, e tentamos tornar as músicas e ideias cada vez melhores.
Eventualmente, o nosso produtor Joost Van den Broek aparecia e juntos, organizamos todas as boas músicas de uma forma básica. Então nos reunimos e começamos a tocar e ensaiar, melhorando as canções. Todo este processo foi muito inspirador e eu, pessoalmente, aproveitei bastante para colocar minhas canções, riffs de guitarra, e partes de bateria juntos!

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Rob Van Der Loo, Ariën van Weesenbeek, Coen janssen, Simone Simons, Mark Jansen, Isaac Delahaye.

O Epica completa 13 anos desde o lançamento de seu primeiro álbum, “The Phantom Agony”. Na minha opinião, um álbum marcante.Com tantas mudanças no mercado fonográfico, qual o combustível que alimenta a chama do Epica?

 

Ariën: Nós apenas amamos o que fazemos. A música é a nossa paixão, tocar a nossa música é o que nos move. Claro, é além disso, maravilhoso que nós temos tantos fãs em todo o mundo, o que é muito gratificante e encorajador. Isso é o que fazemos, e nós amamos isso!

Muito obrigado pela entrevista. Poderia deixar um recado para os fãs que esperam ansiosamente pelo retorno do Epica ao Brasil:

Ariën: Estamos muito ansiosos para ver todos vocês, apoiadores brasileiros do Epica novamente! Vejo todos vocês no EMF Brasil 2016 !!!!