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O lendário Judas Priest volta ao Brasil com a turnê do seu novo e melhor álbum de metal lançado nos últimos tempos. 

Pra noite ficar ainda melhor, Alice in Chains e Black Star Riders chegam junto e fazer apresentações apoteóticas. 

É ou não é uma noite de responsa?

Este é o evento oficial do Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders no Km de Vantagens Hall RJ. Confira abaixo todas as informações.

JUDAS PRIEST, ALICE IN CHAINS E BLACK STAR RIDERS
KM DE VANTAGENS

Copatrocínio: Budweiser
Realização: TIME FOR FUN

Data: Domingo, dia 11 de novembro de 2018
Horário: Domingo, às 19h
Local: Av. Ayrton Senna, 3000, CJ 1005 – Rio de Janeiro (RJ)

Classificação etária: 
10 a 15 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsável legal. 
16 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.

Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.

Acesso para deficientes
Ar-condicionado

Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br

Venda a grupos: grupos@t4f.com.br 

Estacionamento (terceirizado): R$ 60.

Venda a grupos: grupos@t4f.com.br 

INGRESSOS POR SETORES:

MEIA-ENTRADA
PISTA – R$ 175,00
POLTRONA – R$ 190,00
CAMAROTE – R$ 325,00
PISTA PREMIUM – R$ 325,00

INTEIRA
PISTA – R$ 350,00
POLTRONA – R$ 380,00
CAMAROTE – R$ 650,00
PISTA PREMIUM – R$ 650,00

– Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

– A venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 26 de junho de 2018, começando 00h01 pela internet e meio-dia na bilheteria oficial e nos pontos de venda.

– Será possível comprar até 6 ingressos por CPF

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A banda Alice in Chains acaba de adicionar um toque mais pesado e sutil à balada hipnótica “Tears” da banda Rush, de 2112, em um cover da próxima reedição do 40º aniversário do álbum 2112. O vocalista William DuVall (Giraffe Tongue Orchestra) oferece uma abordagem diferente para a melodia original de Geddy Lee. O novo cover de “Tears” é a primeira gravação em estúdio da banda Alice In Chains em três anos.

Confira cover de “Tears” no Spotify: https://open.spotify.com/track/0PPNJkslnBjVUjaYcTZdI4

A reedição do álbum 2112, chamada 2112 – The 40th, inclui outras covers, como Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nick Raskulinecz em “Overture”, “The Twilight Zone” de Steven Wilson e “A Passage to Bangkok” de Billy Talent.

A reedição estará disponível em 16 de dezembro e inclui o álbum remasterizado e disco de bônus com o show do Rush em 1976 no Capitol Theatre. Há também um vídeo para “Overture” de Grohl / Hawkins / Raskulinecz e a retrospectiva do álbum 2112 – 40 Years Later (com um Q & A com o guitarrista Alex Lifeson).

Uma edição de luxo de 2112 – The 40th inclui um vinil 3LP 200 gramas. Cada versão da reedição inclui a arte final recentemente projetada pelo artista original Hugh Syme e as notas extensivas sobre a gravação do álbum.

Além deste lançamento, o vocalista William DuVall segue bem ocupado com a banda Giraffe Tongue Orchestra. O álbum de estreia do supergrupo Giraffe Tongue Orchestra, “Broken Lines”, será lançado no dia 9 de dezembro de 2016 pela gravadora brasileira Hellion Records. Formado por William DuVall (Alice In Chains), Brent Hinds (Mastodon), Ben Weinman (the Dillinger Escape Plan), Thomas Pridgen (Mars Volta) e Pete Griffin, o supergrupo Giraffe Tongue Orchestra é um projeto que passeia por diversos estilos como Rock Clássico, Metal, Prog e até Jazz.

Mais informações:
www.hellion.com.br
www.giraffetongueorchestra.com

Fonte: TRM Press

Após a longa jornada de ida e volta a Paulínia – SP vou contar para vocês como foi o último dia do SWU 2011. Saímos do Rio por volta de 2h e depois de cerca de 8 horas de viagem chegamos a Paulínia, numa manhã chuvosa.

Depois de uma visita ao shopping center da cidade, onde aproveitamos para almoçar, saímos em direção ao evento, que ocorria perto dali. Abaixo, vou comentar sobre a estrutura do evento e sobre os shows que assisti, que, infelizmente, não foram todos.

Entrada: Logo na entrada via-se separação entre as filas para mulheres e homens, além de uma entrada diferenciada para a área vip do evento. O número de filas destinadas as mulheres era muito inferior ao de homens, o que causou certo transtorno na entrada. A fiscalização e revista deixaram passar muitas das coisas ditas proibidas no site do evento. Como exemplo, camisas de times de futebol, garrafas e até latas.

Segurança: Aqui, infelizmente, tivemos os mesmos problemas do Rock In Rio. Muitos furtos de celulares, bolsas sendo rasgadas, etc. Assim como no Rock In Rio, no dia do rock mais pesado a quantidade de furtos diminuiu, mas não deixou de existir. Uma pena.

Estrutura: Se não fosse a chuva estragar teria sido espetacular. O SWU tinha 2 palcos principais, um palco alternativo e tenda eletrônica para as atrações musicais. Além disso, havia locais oferecendo massagens, vídeo game e até Jam sessions para a galera! O evento também contava com uma arquibancada grande e coberta de onde podia-se ver os shows dos dois palcos principais.

A área de alimentação tinha várias opções de comida e contava com um espaço com cadeiras e mesas. Os ambulantes, porém, fizeram feio no evento. Mesmo com os preços padronizados de cerveja, refri e água estampados nas camisas, os mesmos estavam vendendo bebida ao público perto dos palcos a preços abusivos. Uma falha grande de organização a meu ver.

Os banheiros, químicos, estavam em muito bom estado. Havia cestos de lixo para coleta seletiva, mas, o público não ajudou muito e mesmo com um número grande de garis, se viu um mar de lixo no evento. Como disse antes, a chuva castigou e o gramado todo virou lama. Nem as áreas dos palcos, que era asfaltada, se livrou da sujeira.

Os palcos eram um espetáculo a parte. Os dois principais (Energia e Consciência) eram bem grandes e contavam com dois telões cada um em sua estrutura. O som também estava impecável e as bandas puderam ser muito bem ouvidas por quem estava perto do palco assim como por quem estava na arquibancada.

Shows: Vamos aos shows. Não vou comentar todos, apenas os que assisti. Mas já adianto que foram incríveis! Vale também deixar um elogio quanto a organização e pontualidade, todas as bandas entraram no palco no horário previsto, mostrando que a idéia de dois palcos principais funciona muito bem para esse tipo de evento. Parabéns aos organizadores.

Duff McKagan’s Loaded: Por conta da longa fila de mulheres, entrei no evento um pouco tarde e perdi a apresentação dos Raimundos. Cheguei ao palco Energia bem no começo do show do Loaded e tive um grata surpresa! Confesso que não esperava muito da banda, até porque não sou grande fã de Guns’n’Roses, mas Duff – guitarra/voz e sua banda formada por Mike Squires –guitarra, Jeff Rouse – baixo e Isaac Carpenter – bateria fizeram um grande show! Em 1h, tocaram seus hits e ainda entoaram canções do GNR como Attitude. Valeu à pena!

Down: ao fim do show do Loaded, preferi ficar no palco energia para conferir o Down do lendário vocalista Phil Anselmo (Pantera) enquanto o Black Rebel Motorcycle Club tocava no palco Consciência. A banda, formada por Phil Anselmo – voz, Jimmy Bower – bateria, Pepper Keenan – guitarra, Kirk Windstein – guitarra e Pat Bruders – baixo mostrou todo seu peso no palco! O ponto alto do show foi quando Anselmo “perguntou” ao público o que queria ouvir e recebeu um coro pedindo algum som do Pantera. Depois de se emocionar com um fã, que tinha o logo do Pantera tatuado no peito, Phil puxou um pedacinho de Walk, clássico da sua extinta banda para agradar a galera, que foi a loucura! Vale também comentar a espetacular performance dos caras, tocando muito bem. A surpresa ficou por conta da entrada dos membros do Loaded para tocar a última música com a banda. Um dos melhores shows desse último dia de evento!

Megadeth: Depois das apresentações do 311, Sonic Youth e Primus eis que surge no palco Energia uma das bandas mais esperadas na noite: Megadeth! Depois da boataria de que Dave Mustaine cancelaria os shows na América Latina, por conta de uma cirurgia no pescoço a banda formada por ele – Voz/Guitarra, David Ellefson – Baixo, Chris Broderick – Guitarra e Shawn Drover – Bateria mostrou o real significado da palavra peso! Com um repertório mesclando sons mais novos com todos os grandes clássicos da carreira, o Megadeth não deixou ninguém respirar nem ficar parado com um setlist que beirou a perfeição! A surpresa ficou por conta da interação de Mustaine com a galera, já que sabemos que ele não é o tipo de cara que fala muito. Visivelmente emocionado, o vocalista e guitarrista agradeceu muito aos fãs e retribuiu com um Heavy Metal da melhor qualidade. A única reclamação que cabe é: foi pouco!

Stone Temple Pilots: Já no palco Consciência, depois da porrada que foi o show do Megadeth, fomos agraciados por uma apresentação impecável do STP, uma das principais atrações dessa edição do festival. Não sou grande fã da banda, nem conheço profundamente o repertório, mas não tinha como não curtir o show deles! A banda formada por Scott Weiland – voz, Dean DeLeo – guitarra, Robert DeLeo – baixo e Eric Kretz – bateria mostrou muita competência, justificando os milhares de fãs que tem por aqui. O destaque vai para o vocalista Scott Weiland que tem um carisma e uma presença de palco incríveis! Com repertório cheio de sucessos o STP fez um show contagiante e nem a chuva, que já começava a apertar, foi capaz de desanimar a galera.

Alice In Chains: De volta ao palco Energia veríamos o show de uma das maiores bandas do grunge dos anos 90! A expectativa para esse show era muito grande, e no curto intervalo entre o show do SPT e o deles via-se uma multidão migrando de um palco ao outro. E o Alice In Chains não decepcionou quem esperava há anos para vê-los! A banda, formada por Jerry Cantrell — guitarra, backing-vocal, Sean Kinney — bateria, Mike Inez — baixo, backing-vocal e William DuVall — vocal, guitarra base envolveu o público no clima de suas músicas mesclando momentos de emoção e euforia. Tocando seus grandes hits e clássicos, o Alice In Chains encantou o público presente, que nem se incomodou com a forte chuva que não dava descanso. O destaque, pra mim, fica para o vocalista William DuVall  que cantou com precisão todas as músicas que ficaram imortalizadas na voz do finado Layne Staley.

Faith No More: A grande atração da noite eram eles. Todas as atenções de todos os quase 70.000 presentes no festival estavam focadas no palco Consciência para assistir a esse show épico! Ícone dos anos 90, o Faith No More voltou a subir aos palcos em 2009 e estava prestes a dar o ar de sua graça aos fãs brasileiros. Antes do show, um artista nordestino entrou no palco para anunciar a entrada do Faith No More. E a banda, formada por Mike Patton – voz, Billy Gould – baixo, Mike Bordin – bateria, Roddy Bottum – teclados e Jon Hudson – guitarra, não fez feio! Um show empolgante, com um Mike Patton extremamente inspirado que fez toda a galera esquecer que caía uma forte chuva no local. Com um repertório ousado e influencias de candomblé a banda fez um show sensacional com direito até a presença do coral infantil de Higienópolis. Sem dúvida, o destaque foi Patton, que interagiu intensamente com a galera falando um português fluente e bem descontraído. Um show que entrou pra história, fechando o festival em grande estilo.

No fim do evento, fogos de artifício fecharam a noite com chave de ouro, e os telões já anunciavam que ano que vem haverá mais uma edição do festival. Passando a sua mensagem, o SWU contou com bandas sensacionais levando ao delírio as milhares de pessoas presentes! Valeu a pena se desbancar do Rio pra Paulínia e conferir o festival. Ano que vem, tem mais!