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A Banda de Rock Alcatrazes lança, nesta sexta-feira (14), seu novo single “Sorria! Cê tá sendo filmado”, a segunda canção disponibilizada pela banda nas plataformas digitais.

A canção é um hard rock que fala sobre um assunto da modernidade: as câmeras que nos vigiam em todos os lugares.

A questão é um paradoxo: vivemos cercados por objetos técnicos que continuamente produzem informações sobre os sujeitos sociais e os seus espaços como forma de controle. As câmeras embora sejam apresentadas pelos discursos das administrações públicas, como ferramentas de auxílio à segurança, a vigilância pressupõe uma fragilização a pluralidade e a liberdade, pois as câmeras atualizam um estado de vigilância permanente com potencial função de controle socioespacial direto.

E não só isso, hoje, com a câmera ao alcance das mãos faz com que as pessoas percam a noção do que é um registro de algo com relevância ou só conteúdo, e muitas vezes acabam dando mais importância ao registro do que as pessoas envolvidas, tanto em questões pessoais, como acidentes, agressões e afins.

Até que ponto as câmeras de vigilância, e câmeras pessoais (fotográficas, celulares) significam segurança e praticidade e onde começa a invasão de privacidade e a falta de noção? Já que esses dispositivos, atualmente, estão presentes em praticamente todos os locais, sejam eles públicos ou privados. Porém, muitas vezes, se a perda de privacidade é algo incômodo para as pessoas, por outro lado, aumenta a sensação de segurança, pois coíbe ou elucida muitos casos de crimes.

Partimos do pressuposto de que ao pretenderem garantir qualidade de vida à população (oferecendo segurança), estes objetos técnicos produzem o efeito exatamente inverso.

“Sorria! Cê tá sendo filmado, seu rosto está em todo lugar” canta o refrão da canção que é uma composição de Felipe Porto e Zé Baltieri com produção de Pedro César Camargo e gravada no Estúdio Focus.

A canção é uma crítica a superexposição que as câmeras nos impõe e um alerta a reflexão de que: quanto vale as vidas em detrimento de algumas curtidas e visualizações mas sem deixar de lado a importância que os registros filmados tem hoje em nossos dias, diz Zé Baltieri (guitarrista e um dos compositores da canção).

A banda paulista, natural de São Pedro, existe há 12 anos, é formada por Felipe Porto (vocal), Tutu (baixo), Amauri (bateria) e Zé Baltieri (guitarra) e toca um rock and roll com várias influências e vertentes, que vai desde o “Rockabilly”, passando pelo Hard Rock e pelo “Indie” até o “Alternativo”.

A Alcatrazes lançou em junho o single “Tudo vai passar” um indie rock intimista, com letra consciente e uma mensagem forte.

E já está em estúdio preparando novas canções, que serão lançadas faixa a faixa nas plataformas digitais ainda em 2020.

Ouça “Sorria! Cê tá sendo filmado” nas principais plataformas digitais e acompanhe a banda nas redes

https://cutt.ly/Md8fG0C

AL9 Comunicação

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A banda paulista de rock formada por Felipe Porto (vocal), Tutu (baixo), Amauri (bateria) e Zé Baltieri (guitarra) já existe há 12 anos, desde a época da adolescência dos rapazes, ainda tocando na escola. 

Por alguns anos a banda tocou no circuito underground e em casas de shows em Piracicaba e região, mas o desejo de levar seu som aos quatro cantos e ver sua música ao alcance de todos, decidiram ir além e buscar novos caminhos. 

Em 2020 a banda assinou com a AL9 Comunicação que agora gerencia a carreira e faz a distribuição digital de seu material.

A Alcatrazes toca um rock and roll com várias influências e vertentes, indo desde o “Rockabilly“ um dos primeiros sub-gêneros do rock end roll que surgiu na década de 1950, e mistura o som de estilos musicais como country com o rhythm and blues assando pelo “Hard Rock” que tem suas raízes no rock de garagem e psicodélico do meio da década de 1960, que se caracteriza por ser consideravelmente mais pesado e pelo “Indie” iniciado lá nos idos dos anos 80, influenciado muito pelo pos-punk e new wave mais atual, até o “Alternativo” derivado dos anos 90 e tem influencias mais abrangentes como reggae, folk e o jazz.

“Tudo Vai Passar” é um indie rock mais intimista, com letra atual e consciente, uma mensagem forte que chega aos corações. A canção é um alento sobre os dias atuais, sobre os tempos difíceis em que estamos vivendo, momento de olhar para dentro e olhar para o outro, de cuidar de si e cuidar de quem se ama, um tempo de dificuldades mas que vai passar, e tudo há de voltar para o lugar. 

A distorção vocal rasgada de Felipe traz um diferencial à música e à melodia.

A produção optou por um som mais intimista e limpo, como pedia a temática da canção, e é assinado por Pedro César Camargo. 

“Nosso maior objetivo é fazer parte da vida das pessoas através de nossas músicas” declara Felipe Porto, vocalista da banda.

A Alcatrazes já está em estúdio preparando novas canções, que serão lançadas faixa a faixa nas plataformas digitais e promete muitas novidades ainda para o ano de 2020.

Ouça “Tudo Vai Passar” nas principais plataformas digitais.

https://sl.onerpm.com/1973280834

AL9 Comunicação