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O Metalcore Fest chega à 12ª edição no dia 9 de outubro, em São Paulo, com um lineup formado por oito bandas que ganham cada vez mais destaque na música pesada nacional. O Central Music Hall (avenida Celso Garcia 1277, Belenzinho) será o palco para Sea Smile, Hard Point, Black Days, A Última Theoria, Cruzando 7 Céus, Bravecore, Incêndio e Delaware.

Apontada pela produção do evento como a ‘edição revolucionária’, este será o terceiro Metalcore Fest somente em 2022, após dois anos em stand by devido à pandemia. É mais uma realização para reafirmar a marca entre as relevantes realizações do metal/rock independente na capital paulista.

A paulistana Sea Smile é hoje um ícone do metalcore brasileiro, com 12 anos de bagagem com seu som pesado e moderno. Já foi bandas de abertura para representantes máximos internacionais do estilo, como We Came As Romans e Bullet For My Valentine. Atualmente está na reta final para o lançamento do novo disco, Vortex.

O Hard Point, que entrou no lugar da Savant Inc, é a representante do stoner rock no 12º Metalcore Fest e pertence ao cast da Viking Records. A banda carioca lançou recentemente o EP Live at Koruja Studio, que tem versões ao vivo de singles e músicas de outros registros.

O Black Days está com nova formação e uma sonoridade ainda mais moderna, entre o post-hardcore, hardcore, pop e elementos eletrônicos. Já abriram shows de bandas internacionais como Dance Gavin Dance, The Amity Affliction, Citizen e This Wild Life e atualmente divulgam o novo single ‘Groselha’.

A Última Theoria, do cast da potente Canil Records, recém-lançou a música ‘A Culpa’, que posiciona o quarteto como um dos mais criativos e expressivos do metal moderno nacional, sempre com ideias e composições impecáveis de XTudo – que é também o responsável por toda concepção gráfica da 12ª edição do Metalcore Fest.

Cruzando 7 Céus é a banda do ilustre vocalista Guilherme Chaves, que atualmente também é a voz do influente John Wayne.

A Bravecore é uma banda paulistana de metalcore/groove metal criada em 2018 influenciada por As I Lay Dying, Lamb Of God, Devildriver, Asking Alexandria, Dream Theather, Meshuggah, Project 46, John Wayne e outras. Este ano, em janeiro, foi lançado o primeiro EP, Devastação.

Representante do post -hardcore, o Incêndio é a conexão Indaiatuba/Salto/Valinhos que desde 2018 é nome frequente em festivais do interior paulista e na capital, ganhando cada vez mais projeção.

O Delaware é metalcore de impacto e cativante, formada em meados de 2014 em Itaquaquecetuba (SP), onde ganhou notória projeção na cena local, principalmente com o lançamento do pesado EP ‘Início do Caos’.

Além das bandas, o 12º Metalcore Fest ainda terá discotecagem do DJ Big Felix (Metalcore) e do DJ Tato (Trance/House).

Acompanhe as novidades do fest em www.instagram.com/metalcore_fest.

O Metalcore Fest

O Metalcore Fest nasceu em março de 2018 pelo experiente produtor Leandro Chechter, o então baterista da banda de metalcore L..O.T.U.S (Lados ocultos transformando o último sistema), de Guarulhos.

Esta é a Edição Revolução devido ao salto proporcionado por Chechter à nova edição, principalmente em relação ao lineup e também na estrutura do evento, agora locado na ampla e completa casa de show Central Music Hall.

Nas palavras do produtor, a 12ª edição será uma “experiência diferenciada, em uma casa de show muito maior que as anteriores, com equipamento de ponta, e relevância das bandas contratadas, além de apoios de peso e sorteio de uma guitarra Studebaker SSS Black”.

Serviço

12º Metalcore Fest
Data: 9 de outubro de 2022
Horário: a partir das 13h
Local: Central Music Hall
Endereço: Avenida Celso Garcia, 1277 – Belenzeninho/São Paulo
Ingresso: R$ 30,00 (+ R$ 3,00 taxa) – 2º Lote
Vendas on-line: https://www.sympla.com.br/evento/metalcore-fest-12-revolucao/1690584

Apoio

Viking Records, Tedesco Mídia, Prostick, Haeresis, Lendas.RJ, Montreal Music Shop, Studebaker Guitars, Associação Cultural Rock De Guarulhos, Caos Bar, Edson Junior Fotografia, Deceptacon, Sandra Chechter & Vânia Tramontino Arquitetura.

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A banda goiana A Última Theoria está de volta após longe de lançamentos durante metade do período pandêmico. Com nova formação, resgates do passado e repleto de novas ideias, o quarteto solta pela Canil Records a emotiva e pesada ‘Ela Não Existe Mais’.

Ouça aqui: https://sym.ffm.to/elanaoexistemais.

‘Ela não existe mais’ também ganhou videoclipe, confira aqui: 

‘Ela Não Existe Mais’ é sobre términos de relacionamentos e recomeços. A música é direta para falar do impacto da ruptura, da dificuldade em aceitar o fim, mas também é sobre superação.

O single é também o alerta de que um novo disco da Última Theoria vem aí, sucessor do Luciferina, a Pestilência do Amor (2020, Canil Records).

Como conta o guitarrista Xtudo Obze, a novo álbum por completo tem um direcionamento emo, principalmente no que diz respeito às letras. Na sonoridade, ele destaca a influência mais intensa do new metal, no intuito de apresentar músicas mais diretas.

Um emo, no entanto, da maneira da Última Theoria, com peso, guitarras sete cordas e melodias, sempre aliado a uma produção cristalina e moderna.

Quanto à formação, junto a Xtudo está o vocalista Paulo Rocha e os dois novos integrantes, Higor Oliveira (bateria, que já passou por este posto no começo da banda) e Richard Benevides (baixo).

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Em diferentes contextos, a experiente banda goiana A Última Theoria eleva seu autêntico de metal experimental a outro plano. Luciferina, a pestilência do Amor, já no streaming via Canil Records, é o primeiro full álbum em dez anos de carreira, carregado de atmosferas, sensações e ideias, a transe exata entre o oculto e o moderno. Ouça aqui: https://album.link/KcTJTHDRpcN4w.

Luciferina, a pestilência do Amor foi integralmente produzido pela banda, que hoje é Paulo Rocha (vocal), Xtudo (guitarra), Raphomet (guitarra), Lufe Marcondes (bateria) e Fifas (baixo). São 15, incluindo o single ‘A Praga’, lançado no começo de junho deste ano. São faixas diversificadas, que exploram riffs e batidas pesadas, vocalizações e melodias climáticas.

As letras formam um ponto revelante na proposta d’A Última Theoria. São espiritualizadas que propõem conexão com um plano além-terrestre, assimilando conceitos do ocultismo, da ufologia e reflexões sobre o espaço e tempo.

O processo do álbum se iniciou em 2016, quando a banda montou o próprio estúdio em uma chácara. No meio do caminho, houve mudança na formação e a produção congelou por um período, até estabilizar com os novos integrantes.

São quatro participações em Luciferina. Teco Martins (ex-Rancore e atualmente em carreira solo) em ‘Inimigo Invisível’, o rapper Mortão VMG em ‘Casa de Apoio’, Kbça, também do movimento hip hop, em ‘Chá das 6’ e mais um rapper, Atentado Napalm na faixa de encerramento, ‘H.T.M.L.’, além de Bibe, em ‘A Queda’.

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