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Que o Rock nunca morreu, embora muitos o quisessem, estamos cansados de saber. Mas de tempos em tempos um subgênero deste estilo de vida se levanta um pouco mais e mostra seu poder. Ao que tudo indica, o Hard Rock tem recobrado suas forças após as novas ondas de Heavy Tradicional e Thrash, ondas que abrandam e não passam realmente e felizmente.
Com várias bandas retornando e várias novas aparecendo nas mídias especializadas, trazendo a volta daquela sonoridade de Los Angeles, já era de se esperar que bandas da América do Sul começassem a ganhar mais espaço como em outros subgêneros. E desta nova safra vem a Exxocet, uma banda chilena com coração brasileiro que está preparando seu álbum de estréia.
Confira o papo que tivemos com o fundador e guitarrista Richie Love em mais uma exclusiva para o RioMetal.
Richie em show no Oxido Bar na cidade de BellaVista. Foto por Sebastián Domínguez.
Richie, nos conte um pouco mais da história da Exxocet?
O nome “Exxocet” deve ter  aproximadamente uns 8 anos. A banda existe desde quando eu era menino, por volta de meus 16 anos e morava na minha cidade natal, Antofagasta no Deserto de Atacama – Chile (onde eu nasci). Em 2013 depois de morar no Rio de Janeiro eu voltei pra Santiago do Chile com a idéia de fazer a banda de novo, então podemos dizer que esta encarnação da banda Exxocet tem um ano, consideramos o 6 do Dezembro como nosso aniversário oficial pois foi a primeira vez que tocamos.
 
Bem, você saiu do Brasil e foi para o Chile buscando formar sua banda, quem são os membros da Exxocet e como você chegou a esses caras?
Quando eu fui para o Brasil já era amigão de Lukky Sparxx (guitarrista) & Tom Azzter (bateria) , já tínhamos combinado de fazer uma banda, eles quase foram pra o Brasil. A Exxocet quase foi brasileira mesmo. Mas aí quando voltei a gente conseguiu contatar Chris Lion (vocal) pela internet, ele tinha outra banda de Hard Rock, tipo o Matanza, aqui no Chile e depois de testarmos 3 baixistas, Edd Savagge  foi escolhido, ele veio de uma banda tributo ao Megadeth.
Ouvindo o som da banda é inevitável não notarmos traços de bandas clássicas de Hard/Heavy como também algo renovado, principalmente da cena sueca. Quais as influências que moldaram o som da Exxocet?
Cada um de nós vêm com uma influência musical diferente, Lukky é amante do power metal, Edd vem do thrash e power também, Chris adora a New Wave of British Heavy Metal, e eu também. O Tom é quem sempre foi só do Glam Rock. Mas todos nós somos amantes dos anos 80. Danger Danger, Whitesnake, Warrant são referências que a gente curte muito, mas tenho que dizer que Crashdiet tem sido uma influência forte também, além de Judas Priest e Iron Maiden (a banda favorita que a gente tem em comum). 
Exxocet
 
Residindo no Chile, onde a banda finalmente alçou voo, quais seriam as diferenças entre o público brasileiro e o chileno?
A gente aqui tem um recebimento ótimo, só que falta mais tempo, começamos tocar no ano passado apenas, mas a gente quer o Brasil, porque o pessoal daí valoriza muito mais o trabalho do músico, vocês têm a sorte de ser um país com muita cultura musical, o apoio da galera brasileira é muito forte, vocês podem ver isso em bandas como Angra, Sepultura e Violator, bandas que eu já conhecia bem antes de chegar aí. Pode ver também que o Rio e São Paulo são destinos infalíveis de bandas internacionais como Edguy e Helloween por exemplo. E eu pessoalmente, tenho muitos amigos no Rio, gente boa pra caralho só quero fazer um puta show pra eles, é o meu sonho, tá ligado??! Sacou??! Haha tenho boas histórias vividas lá.
 
 
Acho que o mercado fonográfico chileno e argentino são mais receptivos a este tipo de musicalidade. Tanto é que a banda em pouco tempo acabou assinando contrato com uma gravadora. Nos conte um pouco mais. (nome da gravadora, como ocorreu o contato com eles, como surgiu o interesse da gravadora)
Pode ser que seja mas receptivo porque tem menos bandas, pelo mesmo não dá pra ficar aqui mais de um ano, O selo da gente “PINBALL RECOARDINGS” nunca teve antes uma banda de hard rock/heavy metal, eles assistiram casualmente um show da gente e gostaram, eles querem fazer de nós uma banda de exportação, eles sabem que só no Chile não dá pra ficar muito tempo (que é exatamente o que a gente pensa) mas obviamente também querem a gente tocando no Chile como país base.
 
O Exxocet está com um contrato assinado e preparando o seu primeiro álbum. Como está sendo o processo de composição do material?
O álbum “Rock & Roll Under Attäck” vem com 14 músicas que já estavam prontas, a maioria feitas por mim e Lukky Sparxx, as baterias já estão gravadas. O álbum tem data de lançamento para o final de Novembro.
 
 
A banda tem recebido vários elogios em seus canais na internet. O que sentem com a repercusão positiva?
Eu nunca pensei que ia ser assim em tão pouco tempo, a gente tem ganho muitos Fan Arts (desenhos, fotos, etc) vindos da Europa e Chile,  a gente ao final do ano vai escolher o melhor deles e enviar um álbum e uma blusa de graça pra aquela pessoa que fizer a melhor Fan Art. É um sentimento que gosto de compartilhar com os mesmos fans cada vez que  finalizo um show e desço do palco, vamos bebeeeer!
 Richie Love. Foto por Sebastián Domínguez.
Já existem planos para uma turnê de promoção do álbum? Planos para uma volta ao Brasil
A gente quer ir tocar no Rio de Janeiro em Janeiro, estamos fazendo os contatos, São Paulo está por confirmar também. Se eu pessoalmente tivesse a grana para bancar os shows e as passagens,  já estaria tocando por aí, mesmo não sendo famoso.
 
O que podemos esperar da Exxocet nos palcos?
A gente está ensaiando 4 horas por semana, além das gravações do “R&UA”, vocês podem esperar um show com muita energia, movimento e Rock & Roll, o resto vocês irão julgar.
 
Richie, foi uma enorme satisfação conversar com você, esperamos ansiosos pelo álbum e por uma futura visita da Exxocet, por favor deixem uma mensagem aos nossos leitores:
Primeiro de tudo, “muchas gracias” pela entrevista, força e espaço que me deram aqui. Só vou falar que vocês têm que fazer o que realmente sentem, assim a vida dói menos, acreditem nos seus sonhos, só assim que conseguem mesmo, lutem e não abaixem os braços na briga. O mundo precisa de Rock & Roll, por isso o nosso álbum vai ser intitulado “R&R Under Attäck”. Eu pessoalmente amo o povo brasileiro, tenho muitas saudades de muita gente e vou demonstrar isso no palco quando for tocar aí. E não deixem de conferir nossa demo em http://www.youtube.com/exxocetofficial/videos Obrigado.

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A banda Sonata Arctica completa 15 anos de carreira em 2014 e anunciou várias datas de uma turnê comemorativa. Com vários fãs no Brasil, a banda passará por 4 cidades em março para uma série de apresentações (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). RioMetal tem o prazer de anunciar uma parceria com a Nuclear Blast e traz para você um bate-papo rápido e divertido com o tecladista Henrik Klingenberg. Confira:

Olá Henrik, é um grande prazer falar com você!

A banda está comemorando 15 anos e vai premiar os fãs com uma turnê. Ainda contando com dois dos membros originais, Tony Kakko (vocal) e Tommy Portimo (Bateria), gostaria de saber como você olha para a evolução da banda depois de todos esses anos.

Henrik : Bem, eu acho que começou como uma banda de power metal, fortemente influenciado por Stratovarius. Ficamos dentro desse estilo mais ou menos pelos quatro primeiros álbuns. O nosso 5 º álbum, Unia, foi um divisor de águas e nós saltamos para um estilo progressivo depois que fizemos algumas experiências com elementos sinfônicos ( em The Days of Grays) e com o nosso sétimo álbum, Stones Grow Her Name, fizemos um álbum de rock bastante direto. Então agora depois de 15 anos temos mais ou menos um círculo completo, o nosso novo álbum Pariah’s Child está mais perto do estilo de como começamos com alguma dimensão adicional usando as coisas que aprendemos ao longo do caminho.

Com o sucesso de “Stones Grow Her Name”, a banda tocou em 2013 pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro (Brasil) e vai voltar este ano, contando com duas apresentações. O que vocês sentiram sobre a recepção dos fãs? Vocês puderam ver um pouco da cidade ou vai ficar para a próxima vez ?

Henrik : Alguns de nós foram à praia de Copacabana então desta vez vamos tentar conferir outra coisa 😉 É sempre muito agitado em turnê, por isso muitas vezes nós realmente não temos a possibilidade de conferir muita coisa ao nosso redor. Eu acho que o show no Rio foi muito bom e parecia que os fãs estavam esperando por nós há muito tempo, então eu estou realmente feliz que nós já podemos voltar em poucos meses.

Ainda falando sobre a última turnê, a “Stones Grow Her Name Tour” foi a última a contar com Marko Passikoski (Bass) na banda, que mais tarde foi substituído por Pasi Kauppinen (que trabalhou com a banda durante a gravação de “Stones Grow Her Name”). Como a banda encarou a saída de Marko e como foi o processo de decisão para a entrada de Pasi na banda?

Henrik : Bem, Marko não queria tocar mais, ele não estava nessa agenda de shows pesado que mantemos e nós conversamos sobre isso por um ano ou algo assim, Ele concordou em terminar a turnê e agora está fazendo algo completamente diferente do negócio da música. Quanto a vinda do Pasi, eu tenho tocado com ele desde quando éramos adolescentes e ele tem uma história com o Sonata também. Ele mixou os nossos dois DVD’s ao vivo e nós gravamos diferentes coisas em seu estúdio desde o Unia, então todos o conheciam e nós realmente não tivemos que pensar duas vezes. Ele também nos deu suporte em uma turnê européia com uma de suas outras bandas: Winterborn. Então, nós sabemos que ele pode lidar com isso na estrada também.

Além da turnê de aniversário, o Sonata Arctica se prepara para lançar seu oitavo álbum, ” Pariah’s Child”. O que os fãs podem esperar ?

Henrik : Eu acho que isso é muito perto de como o Sonata Arctica deve soar, o material power metal, uma balada, alguns elementos progressivos e assim por diante. Nós incorporamos todas as coisas boas sobre essa banda e tenho certeza que os fãs vão apreciar isso. Pelo menos estamos muito felizes com o álbum, ficou ótimo e ele vai voltar a ser totalmente incrível para chegar em turnê e tocar estas novas músicas ao vivo.

Henrik Klingenberg, Tommy Portimo, Tony Kakko, Pasi Kauppinen e Elias Viljanen

Como é o processo de composição da banda? Neste novo álbum, teremos contribuições de Pasi?

Henrik : O processo de banda sempre foi mais ou menos o mesmo. Tony traz algumas demos e daí nós juntos escolhemos o que vamos começar a trabalhar. Nós organizamos as coisas juntos como uma banda e todo mundo tem opinião sobre a forma como as coisas tem que andar.

O que os fãs podem esperar do set list da turnê de aniversário? Alguma surpresa que você pode revelar para nós?

Henrik : Bem, não seria uma surpresa então, não é? Nós vamos tocar um monte de coisas mais antigas dos primeiros quatro álbuns e uma ou outra músicas raras que nunca tocamos ao vivo em qualquer lugar antes. O objetivo é fazer um dos melhores setlists, vamos ver como vamos nos sair 😉

Obrigado pela sua atenção e tempo. Gostaria de deixar uma mensagem para os fãs?

Henrik : No momento está um frio infernal aqui em casa, então eu mal posso esperar para chegar e aproveitar o sol. Vou ver todos vocês nos shows em março e então podemos tomar algumas caipirinhas… ou pelo menos eu posso. Valeu!

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Sonata Arctica completes 15 years of career in 2014 and has announced several dates of a commemorative tour. With a lot of fans in Brazil, the band will cover 4 cities in March for a series of presentations (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro and São Paulo). RioMetal is glad to announce a partnership with Nuclear Blast and brings to you a quick and fun chat with the keyboardist Henrik Klingenberg. Check it out:

Hello Henrik, it’s a great pleasure to talk to you!

The band is celebrating 15 years and will reward fans with a tour. Still counting with two of the original members, Tony Kakko ( Vocals) and Tommy Portimo (Drums ), I would like to know how you look at the evolution of the band after all these years .

Henrik: Well, I think we started out as a power metal band, heavily influenced by Stratovarius. We stayed within that style more or less for the first 4 albums. Our 5th album Unia was a gamechanger and we jumped into a progressive style after that we did some experiments with symphonic elements (on The Days of Grays) and with our 7th album, Stones Grow Her Name we did a pretty straight forward rock album. So now after 15 years we’ve more or less come full circle, our new album Pariah’s Child is closer to how we started out stylistically with some added dimension using the things we’ve learned along the way.

With the success of “Stones Grow Her Name”, the band played in 2013 for the first time in the city of Rio de Janeiro ( Brazil ) and will return this year, counting with two presentations. What did you feel about the reception from the fans? Could you see a little bit of the city or are you going to leave it for the next time?

Henrik: Some of us got to got to the Copacabana beach so this time we’re gonna try to check out something else 😉 It’s always very hectic on tour so a lot of times we don’t really have the possibility to check out too much stuff around us. I think the show in Rio was really great and it seemed like the fans had been waiting for us for a long time, so I’m really happy that we can come back already in a few months.

Still talking about the last tour, the “Stones Grow Her Name Tour” was the last to feature Marko Passikoski (Bass) in the band, who was later replaced by Pasi Kauppinen (who worked with the band during the recording of “Stones Grow Her Name”). How did the band face Marko leaving and how was the decision process for the entry of Pasi in the band?

Henrik: Well Marko didn’t want to play any more, he was not into this heavy touring schedule that we keep and we talked about it for a year or so, he agreed to finish the tour and is now doing something completely different from the music business. As far as Pasi goes, I’ve been playing with him since we where teenagers and he has a history with Sonata as well. He mixed both our live DVD’s and we have recorded different stuff at his studio since Unia, so everyone knew him and we didn’t really have to think about it twice. He also supported us on an European tour with one of his other bands:Winterborn, so we know he can handle it on the road as well.

Beyond the anniversary tour, Sonata Arctica is preparing to release its eighth album, “Pariah’s Child”. What can fans expect?

Henrik: I think this is pretty close to what Sonata Arctica should sound like, the power metal stuff, a ballad, some progressive elements and so on. We have incorporated all the good stuff about this band and I’m sure fans will appreciate that. At least we’re really happy about the album, it turned out great and it will once again be totally awesome to get on tour and play these new songs live.

Henrik Klingenberg, Tommy Portimo, Tony Kakko, Pasi Kauppinen e Elias Viljanen

 How is the band’s songwriting process? In this new album, will we have contributions from Pasi?

Henrik: The band process has always been more or less the same. Tony brings out some demos and from there we together choose what  we will start working on. We arrange the stuff together as a band and everyone has input on how the things turn out.

What can fans expect from the set list of the anniversary tour? Any surprises that you can reveal to us?

Henrik: Well it wouldn’t be a surprise then would it ? We gonna play a lot of older stuff from the first 4 albums, and a couple of rare tracks that we’ve never played live anywhere before. The goal is to make a best of setlist, let’s see how we succeed 😉

Thank you for your attention and time. Would you like to leave a message to the fans?

Henrik: At the moment it’s cold as hell here at home so I can’t wait to get over and enjoy the sun, I’ll see you all at the shows in March and then we can have some caipirinhas…or at least I can. Cheers !

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Com menos de dois anos de existência, a banda Reckoning Hour vem chamando atenção do underground carioca. Formada por J.P (voz), Philip Leander (guitarra), Haquim (bateria), Yan Marks (baixo) e Mikhail Gritlet (guitarra), o grupo trabalha na divulgação dos seus web singles ”Darkness Remains” e “Ten Steps”, enquanto finaliza o EP “Rise of the fallen” com previsão de lançamento nesse semestre. Conversamos com vocalista J.P, considerado uma das grandes revelações do metal carioca, sobre planos futuros, suas influências e o cenário underground.
 
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1. Desde sua entrada no Reckoning Hour, alguma coisa mudou em você como vocalista?
 Sim. Muitas coisas mudaram, na verdade eu me superei e continuo aprendendo muito no Reckoning e pretendo atingir novos patamares.
Acho que com o passar do tempo eu me reencontrei e descobri o meu verdadeiro timbre. Como nós sempre tentamos fazer coisas diferentes em cada música, isso acaba sendo um desafio pra mim, no entanto é algo que me inspira e me motiva.
 
2. Vocês dizem que suas musicas ou grande parte delas seguem um fato ou experiencia ocorrida por alguém da banda, existe alguma musica que fala sobre alguma experiencia sua?
Sim. Na verdade 2 delas, Confront The Storm e A Moment Of Defiance respectivamente.
 
3. Como você se sente com o lançamento dos web singles e o futuro EP?
Foram essenciais e a resposta do público é surpreendente! Ten Steps e Darkness são o olho da tempestade. Duas músicas extremas de maneiras diferentes na minha opinião, nós não esperávamos que a aceitação fosse tão boa!
Têm pessoas que já conhecem os nossos refrões e cantam junto e isso na minha opinião é muito gratificante.
 
4. O que você acha do cenário underground carioca?
O cenário carioca vêm mudando em muitos aspectos mas eu acho que o principal agora, é que, temos grandes bandas, bandas realmente talentosas fazendo parte disso e sem tanto preconceito quanto antigamente, os grupinhos e as panelas estão se desfazendo e hoje em dia você não precisa tanto de produtores no cenário pra mostrar o seu trabalho e com a evolução da internet tudo fica mais fácil.

5. O que você tem escutado atualmente?
Das bandas nacionais tenho ouvido muito Handsaw, Khaos Inside, No Trauma, Maieuttica, Cervical, Syren e Painside.
Das internacionais o de sempre (huauhauha sim eu sou muito saudosista) Pantera, BLS, Killswitch, All That Remains, Lamb Of God, Cavalera Conspiracy e Hatebreed.
 
 
Fonte: Sylvia Von Sussekind

 Nando Mello entrou na banda Hangar em 1998 nas sessões finais de gravação do primeiro registro da banda “Last Time”, daí para frente a banda alçou voos maiores. Com o segundo trabalho “Inside Your Soul” e a participação da banda no projeto “Hamlet” a banda tomou seu espaço e se tornou um enorme sucesso.

Depois vieram “TheReason Of Your Conviction”, “Infallible”, “Acoustic, But Plugged In!”  culminando com o primeiro registro oficial em DVD “Haunted By Your Ghosts In Ijuí”.

Confira agora o bate papo. Com vocês … Nando Mello.

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Nando, como está sendo a receptividade do DVD da banda, “Haunted By Your Ghosts In Ijuí”?

Tem sido excelente. O lançamento foi em setembro e tivemos respostas surpreendentes de divulgação e vendas. Foi bem interessante ver que o público do Hangar cresceu com esse lançamento.

O Hangar é uma banda que tem vários discos de qualidade e shows excepcionais, a que se deve esta demora para o lançamento do DVD?

Bom , entre a gravação e lançamento foram somente 9 meses, então o tempo foi bem curto. Dvds são produções caras e nem sempre tudo esta de acordo para um investimento desses.Tudo tem que ser bem planejado.

O Hangar está terminando o ano com a Infallible Tour que traz a formação considerada clássica de volta aos palcos. como tem sido esta turnê?

Excelente. Estamos completando 15 anos de banda e voltamos um pouco aos nossos primeiros CDs para relembrá-los. Foi muito bom ter velhos colegas de volta ao palco.

Nando, como está sendo para você tocar novamente com Michael Polchowicz a frente da banda, e a volta de Cristiano Wortmann?

Sensacional. Tem sido muito inspirador e emocionante te-los lado a lado depois de tanto tempo.Nos divertimos muito lembrando do inicio da banda e os primeiros anos. No palco foi emocionante ver o Cristiano e o Mike junto conosco.

O último trabalho do hangar é um disco  acústico que conta ainda com o vocalista André Leite, como foi o processo de gravação deste álbum?

No inicio foi um pouco preocupante porque começamos ainda com o Humberto na banda. Depois que ele saiu não tínhamos como voltar atras então demos sequencia chamando o André. Foi um processo um pouco menos trabalhoso que um disco elétrico , mas mesmo assim tivemos muitos cuidados porque era uma dinamica nova.

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Como foi o processo de adaptação das musicas para esse formato? Alguma em especial foi um grande desafio?Nós temos o set acústico desde 2008 , então estávamos acostumados a tocá-lo. Praticamente todas as músicas ja estavam preparadas, mesmo assim fizemos uma pré produção para repassar tudo e acabamos mudando algumas coisas.

Nando, explique para os nossos leitores o que é o Hangar Day e como foi o realizado em 2012?

O Hangar Day é uma festa onde o propósito é aproximar o fan da banda e colocá-lo no palco junto conosco. Já são duas edições de muito sucesso onde dividimos o palco com nossos amigos e fans.

Qual o saldo final deste evento para o Hangar?

O saldo final é termos essas amizades para sempre. São momentos especiais onde conhecemos pessoas que gostam da banda e que as vezes superam obstáculos para estarem ali, como foi o caso do batera Jarlissom Jaty que veio de Santarém no estado do Para  e tocou conosco. Isso foi demais.

Alguns fãs puderam atuar com a banda. Alguém em especial chamou a atenção de vocês?

São todos amigos e ótimos músicos,seria injusto citar mas tenho uma admiração pelo  Rafa Dachary , pelo Jarlysson Jaty, G Morazza e o  Thiago Bonga que sao os que mantenho contato mais costumeiramente.

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O Hangar possui 5 álbuns e contou com 4 vocalistas, como esta constante troca de vocalistas interfere na banda?Nós todos sabemos o quanto isso é ruim, porém o que podemos fazer a não ser continuar a tocar. É muito mais fácil um entendimento entre pessoas que estão tocando juntas a 13 anos do que com um recém chegado. Eu não isento nenhuma das partes, tivemos problemas sim com alguns, mas não posso negar que tentamos sempre salvar a situação conversando, oferecendo condições e não fomos bem sucedidos pela falta de entendimento no momento ou por ser tarde demais para salvar a situação. Infelizmente ocorreu e hoje  falando por mim e não pela banda tenho certeza que poderia ter revertido algumas situações de momento ou até mesmo ter escolhido melhor com quem trabalhar.Hoje só posso olhar para o futuro.

Você acredita que estas alterações possam trazer aos fãs, dúvidas sobre uma continuidade/qualidade do material da banda?

Sempre mantivemos a mesma qualidade, quanto a isso não vejo razão para preocupação. Faremos o possível para que isso não se perca.

Gostaríamos que você fizesse uma análise dos vocalistas que fizeram e de algum modo alguns ainda fazem parte do Hangar.

Não há como analisar cada um. São pessoas que fizeram parte da minha vida e não importa o que aconteceu guardo muito carinho por várias histórias que passamos juntos.Tenho contato direto com o Mike e já tive com o Nando e o Humberto. Todos seguem na carreira musical e são excepcionais vocalistas e fico feliz com isso.

Quais os projetos do hangar e os seus para o ano de 2013?

Gravar um novo disco.

Nando, obrigado por sempre nos receber bem, tanto pela internet quanto nos shows aqui no Rio, com simpatia e educação. Por favor mande uma mensagem aos nossos leitores e fãs da banda:

Um muito obrigado pelo apoio de sempre e fiquem ligados as novidades que estao por vir…

Interview With Mike Lepond (Symphony X)

Publicado: 02/10/2012 por Pedro Mello em Entrevistas
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Hello Mike! First of all, we’d like to say that’s a big pleasure to talk to you.

We want to start this conversantion getting to know a little more about Mike as a person, not only the musician. How did your interest in music started?

My interest in music began when I turned 13. I went to see “KISS” with my dad and from that day on I wanted to be a rock star.

Do you still have a study routine on your instrument? What’s that?

I don’t have a set routine with my instrument. I practice heavily before a recording and before a tour. I sometimes warm up before a show as well.

He heard that you’re a classical music lover. What kind of music are you used to listen on your free time? Is there any musician or band that called you attention recently?

I like classical music but I’m actually a big fan of Celtic and Renaissance music. Over the past 10 years, I have become a big fan of “Blackmore’s Night”.

 Mike, before you join Symphony X, you were a member of Rattlebone. Is that your first band? What are your memories from that time?

Rattlebone was not my first band, but I have great memories playing with them. We used to open for all the hair bands that would play our home state of New Jersey. It was a great training ground for when I joined Symphony X.

How would you discribe the sound of the band?

Rattlebone was a hard rock band in the style of Tesla and Skid Row.

In 1997 you joined Simphony X during the “The Divine Wings Of Tragedy” recordings. How do you see the band’s evolution since then?

I joined Symphony X just before the recording of the “V” CD in 1999. In those days we were much more neo-classical. Since then, we have gotten much heavier. Some fans like this and some want us to return to the old sound.

Nowadays, SX is one of the most respected bands on what they call “prog metal” scenario. What would you say that inspires and influences you the most on making music?

Yes, we are lucky enough to be a very popular band in the Prog genre. To get inspiration, we will listen to some of our favorite classic bands. We will also listen to new metal bands and even different styles of music for inspiration.

With all the technological evolution we have nowadays almost everyone can make some music at home. What do you think about it? Is there any new artist/band that calls your attention? 

I think most of the new technology is great for bands. Now you can save huge amounts of money by recording at home instead of expensive studios. The only problem is that the technology can make some people sound much better than they really are.

In 2011 SX came to Brasil on tour. How did you guys fell about the shows in our country? What kind of memory do you have about them? Is there plans for another tour over here soon?

I have always felt that the Brazilian fans are the best in the world. There is so much passion in this country. I have never played a country that loves their music more than Brazil. We have no plans to come there this year, but we hope to return soon.

In 2007 SX released “Paradise Lost” that brings a heavier sound, comparing to the others. This elements were kept in the newest release, “Iconoclast”. Did you guys mean to create something heavier? How did you come out with this sound?

Yes, with Paradise Lost and Iconoclast we have gotten heavier. This was not planned. It was just a natural progression for the band. We never know what a CD will sound like until we actually begin writing.

Mike, we heard that during “Paradise Lost” recordings you have changed you equipment. Why was that? Did you keep this new set up on Iconoclast’s recordings?

Yes, I changed my equipment during Paradise Lost. Prior to that CD, I felt my bass was not being heard enough on the recordings. For Paradise Lost and Iconoclast, I used a tech 21 sansamp to get more of a growl in my sound. I think it’s working well. I am happy with the new tone.

Russel Allen is one of the most required musicians in heavy metal, he’s involved in many projects and bands. What do you think about it? Does it have any impact on SX schedule? 

Yes, Russell does many side projects but it does not interfere with the schedule of Symphony X. He knows and understands how important our career is and he won’t mess with that.

Michael Lepond on bass - Symphony X live in Paris France

The art of SX’s albums are always amazing and Iconoclast isn’t different. How did you conceive the art of the 2 versions of the album?

We work with an amazing artist from Canada named Warren Flannagan. He has done many projects in Hollywood and is very well respected.  We just tell him what the songs are about and he creates art that is beyond our wildest dreams. He is a genious and we are excited to work with him.

What’s the difference between the 2 Iconoclast versions? What can we expect on a future SX release? Is there any plans for it, maybe a DVD?

One version of Iconoclast has less songs than the other. This is what our record label wanted. We wanted to just release the double CD. We will begin writing songs for a new CD very shortly. We are not sure how it will turn out just yet. We want to do a DVD, we are just waiting for the right time.

Mike, we all know that the musical industry has been experiencing hard times. Some of the problems are frequently assigned to the bad use of the internet tools. What do you think about it and how does it affect a band like SX?

The music industry has been experiencing problems mainly due to the bad economy and illegal downloading. Bands mostly make money by touring. Sales of CD’s are down.

Recently SX was on the line up of Metal Open Air festival in Maranhão here in Brasil. We heard that there was several problems over there. Did you know anything about what was going on with the fans?

At the Metal Open Air festival, we were actually very lucky because we played on day one. The worst thing that happened to us is that we went on late. Day 2 and 3 were cancelled due to lack of security and bad organization.

How was SX received by the production team and the fans over there?

The production team treated us well and the fans were amazing. They stayed awake all night and rocked with us.

What’s you impression about the hole festival? Can it have any influence on a future return of the band to Brasil?

We understand that the festival went bad NOT because of the fans. The promoters screwed everything up. We want to come back as soon as possible. We love Brazil.

Recently, you’ve been part of Daniel Fries’ Affector and recorded the “Harmaggedon” (2012) album. How did it happen? And how did you guys come with the idea of this album?

I met Daniel Fries about 5 years ago in Germany. He had these great songs and asked me to play bass for him. It was a pleasure to play on these songs and be a part of a project with such great musicians.

Affector is being very well received all aroud the world. It started as a side project, do you still intend to keep it this way? Can we expect a world tour and maybe a show down here in Brasil?

We have been talking about an Affector tour since the beginning. It all will depend on if there is enough fan interest to put us out there. I hope we can make it happen.

Mike, we want to thank you very much for this interview. It was a big pleasure for us. Please, leave a message for all SX’s Brazilian fans:

To our Brazilian fans and friends: Thank you for your incredible love and support for Symphony X. We will be back soon. We love and miss you very much !!!

Images: Internet

 

Olá Mike, é uma enorme satisfação entrevistá-lo.

Comecemos as perguntas falando um pouco da pessoa que é Mike Lepond e não o artista que todos conhecem. Mike, como começou seu interesse pela música?

Meu interesse na música começou aos 13 anos. Eu fui ver o “KISS” com meu pai e a partir daquele dia eu queria ser um rock star.

Qual sua rotina diária de estudos?

Eu não tenho uma rotina com meu instrumento. Eu pratico muito antes de uma gravação e antes de uma tour. As vezes eu faço um aquecimento antes do show também.

Pelo que sabemos você é apreciador de música erudita e celta. O que você ouve nas horas vagas?

Eu gosto de música clássica mas atualmente sou um grande fã de música celta e renascentista. Nos últimos 10 anos me tornei muito fã do  “Blackmore’s Night”.

Mike, antes de você entrar para o Symphony X em 1997, você fez parte de uma banda chamada Rattlebone, até então pelo que sabemos é sua primeira banda. O que você se lembra desta época?

Rattlebone não foi a minha primeira banda, mas tenho ótimas memórias da época que tocava com eles. Nós abríamos para todas as “hair bands” que tocavam no nosso Estado

Como você descreveria a sonoridade da banda?

Rattlebone era uma banda de hard, no estilo do Tesla e Skid Row.

Mike, você entrou no Symphony X em 1997 nas gravações do álbum “The Divine Wings Of Tragedy” (1997). Como você vê a evolução da banda deste ponto até o lançamento de “Iconoclast” (2011)?

Eu entrei no SX logo antes da gravação do álbum “V” em 1999. Nessa época éramos muito mais neo-clássicos. Desde então, nos tornamos muito mais pesados! Alguns fãs gostam outros querem que retornemos para o som antigo.

O Symphony X é uma das bandas mais cultuadas do que se conveniou chamar de “prog-Metal”. Quais suas influências e o que te inspira ainda nos dias de hoje?

Sim, temos sorte por sermos uma banda, muito popular no cenário Prog. Para nos inspirarmos, nós ouvimos algumas das nossas bandas clássicas favoritas. Também ouvimos bandas novas de metal e até de outros estilos musicais para nos inspirar.

Atualmente com as evoluções tecnológicas, praticamente qualquer um consegue gravar algum material em casa. O que você pensa sobre isso?  Existe alguma nova banda ou artista solo que tenha chamado sua atenção?

Acho que a maior parte da nova tecnologia é ótima para as bandas. Agora podemos economizar uma fortuna gravando em casa ao invés de gravar em estúdios caros. O único problema é que a tecnologia pode fazer as pessoas soarem muito melhor do que elas realmente são.

Em 2011 a banda passou pelo Brasil e realizou alguns shows. Qual o saldo desta passagem por nosso país? Quais as lembranças que você possui destes shows? Há planos para uma tour por aqui em breve?

Sempre senti que os fãs brasileiros são os melhores do mundo. Há muita paixão nesse país. Nunca toquei num país que ama tanto sua música quanto o Brasil. Não temos planos para voltarmos esse ano, mas esperamos voltar em breve.

No ano de 2007, o Symphony X lançou o álbum “Paradise Lost”, para muitos o álbum mostrou uma face mais pesada da banda, a sonoridade permaneceu em “Iconoclast”. O que fez a banda caminhar por esta direção?

Sim, com “Paradise Lost” e “Iconoclast” nos tornamos mais pesados! Isso não foi planejado. Foi uma progressão natural para a banda. Nunca sabemos como um cd irá soar até começarmos a escrevê-lo.

Mike, segundo algumas informações durante as gravações de “Paradise Lost”, você realizou uma troca em seu equipamento habitual. O que motivou a troca? Esta mudança permaneceu em “Iconoclast”?

Sim, eu mudei meu equipamento durante as gravações de “Paradise Lost”. Antes desse CD, eu já sentia que meu baixo não estava sendo bem ouvido nas gravações. Para o “Paradise Lost” e “Iconoclast” eu usei um Tech 21 Sansamp para obter mais peso no meu som. Acho que funcionou bem. Estou feliz com o novo som.

Russel Allen é um cara muito atarefado no meio musical, ele participa de vários projetos e bandas, isso chega a afetar a agenda do Symphony X?

Sim, Russell tem vários projetos paralelos mas isso não interfere na agenda do SX. Ele sabe e entende a importância da nossa carreira e não vai mexer com isso.

 

Michael Lepond on bass - Symphony X live in Paris France

O material gráfico do Symphony X sempre foi de um bom gosto incrível e “Iconoclast” não fugiu destas características. Como foram concebidas as artes das versões do último álbum?

Nós trabalhamos com um artirsta fantástico do Canadá, chamado Warren Flannagan. Ele faz vários projetos em Hollywood e é muito respeitado. Nós apenas dissemos a ele sobre o que as músicas falavam e ele criou a arte que é além dos nossos sonhos mais loucos. Ele é um gênio e estamos empolgados para trabalhar com ele novamente.

Qual a diferença entre as duas versões do álbum? E o que podemos esperar para um próximo lançamento? Há planos para um novo lançamento, talvez um dvd?

Uma versão do “Iconoclast” tem menos músicas que a outra. Foi o que a nossa gravadora quis. Nós queríamos apenas lançar o CD duplo. Vamos começar a escrever as músicas para um novo CD em breve. Não temos certeza de como será ainda. Queremos fazer um DVD, estamos apenas esperando pelo momento certo.

Mike, a indústria musical hoje passa por diversas dificuldades, muitas destas são atribuídas ao mal uso da internet, como isso afeta uma banda do porte do Symphony X?

A indústria da música tem enfrentando problemas devido principalmente à crise econômica e download ilegal. As bandas ganham a maior parte do seu dinheiro com turnês. Vendas de CD’s estão em baixa.,

Recentemente a banda foi escalada para participar do festival “Metal Open Air” na cidade do Maranhão no Brasil. No entanto, parece que houve uma série de incidentes por lá. A banda ficou a par do que acontecia com o público?

No MOA nós tivemos sorte porque tocamos no primeiro dia. A pior coisa que nos aconteceu foi que entramos no palco atrasados. Os dias 2 e 3 forma cancelados por falta de seguraça e uma organização ruim.

Como foi o tratamento da produção e do público com os membros do Symphony X?  

A produção nos tratou muito bem e os fãs foram incríveis. Eles ficaram acordados a noite toda e curtiram muito com a gente.

Qual a impressão que ficou do evento e em que isso pode interferir numa possível volta da banda ao Brasil?

Entendemos que o festival fracassou mas não por culpa dos fãs. A produção estragou tudo. Queremos voltar o mais breve possível. Amamos o Brasil.

Recentemente você participou da gravação do álbum da banda Affector, “Harmaggedon” (2012), idealizado por Daniel Fries. Como aconteceu o convite para ingressar na banda? Como foi desenvolvida a idéia do álbum?

Conheci o Daniel Fries há uns 5 anos na Alemanha. Ele tinha essas músicas excelentes e me chamou para tocar baixo. Foi um prazer tocar essas músicas e fazer parte de um projeto com tantos bons músicos.

A repercussão sobre a banda está sendo fantástica pelo mundo, com isso, queremos saber, a banda será uma banda regular ou apenas um projeto?

Conversamos sobre uma tour com o Affector desde o início. Isso só vai depender de termos fãs o suficiente interessados para nos levar. Espero que possa acontecer!

Mike, foi uma enorme satisfação realizar esta entrevista, por favor deixe uma mensagem aos fãs: 

 Para todos os fãs e amigos brasileiros: obrigado pelo incrível amor e suporte para o SX. Estaremos de volta em breve. Nós amanos e sentimos muito a falta de vocês!!!

Imagens: Internet