Raimundos: 25 anos com estilo no Circo Voador

Publicado: 31/01/2020 por Pedro Mello em News, Resenhas Shows, Uncategorized
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Poucos dias antes do fim de ano e temos nossa última jornada ao Circo Voador em 2019.

Para fechar o ano de forma magistral, tivemos a oportunidade de presenciar o show de 25 anos de uma das bandas mais icônicas da década de 90 no Brasil, os Raimundos.

Juntos nesta noite ainda tivemos a abertura da banda Meu Funeral, composta por Dan Menezes (Baixo), Pepe (Guitarra) e Lucas Araújo (Vocal), a banda apresenta uma saudável e bem humorada mescla entre Punk, Ska e Hardcore.

Canções como Queimando a Mufa, Meu Funeral, Ninguém Mais Ouve Ska e Punkoxinha animaram os presentes para as bandas que viriam a seguir.

AZ-125Contando com um público mais robusto, tivemos a apresentação do projeto unindo Jimmy London, ex-vocalista do Matanza a banda folk, Rats. A união das duas, hã… “bandas” resultou em um produto diferenciado e acima da média. 

Mesclando o que há de melhor entre os dois mundos, o projeto executou clássicos do Matanza como Tempo Ruim, Ela Roubou Meu Caminhão e músicas dos Rats como Lobo do Mar e Naufrágio. Tudo com muita vibe folk que levou os presentes a loucura.

Vi numa entrevista recentemente que Jimmy tem como ídolo pessoal Dee Snider, vocalista do Twisted Sister, e que seguindo a concepção de Dee, se você termina um show e ainda tem força pra festejar depois, você não fez um bom trabalho. E vamos admtir o gigante gentil Jimmy London possui as melhores qualidades de um frontman, carisma e presença de palco.

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Após a grande apresentação de Jimmy & Rats, era hora do Circo Voador comemorar os 25 anos dos brasilienses do Raimundos. Com uma trajetória repleta de sucessos e uma conturbada mudança de formação, a banda seguiu em frente sem abaixar a cabeça e mostrou que ainda tem muita lenha pra queimar.

A banda hoje conta com os membros fundadores, Digão (guitarra e vocal), Canisso (baixo), acrescidos de Marquim (Guitarra) e Caio (Bateria), a comemoração ainda contou com o baterista Fred, mais um membro fundador da banda. E sim, é isso que estão pensando, a banda tocou com duas baterias no palco.

Nega Jurema, Palhas do Coqueiro, Puteiro em João Pessoa, entre outras foram recebidas com rodas de mosh e muitos outros loucos praticando o stage dive.

O Circo Voador virou um imenso caldeirão enquanto Eu Quero é ver o Oco estava sendo executado. A banda ainda contou com a participação do humorista e ator, Eduardo Sterblitch na execução de Mulher de Fases.

Uma noite memorável para ser lembrada por fãs e bandas. Que venham mais 25 anos.

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