Sonata Arctica: Entrevista Exclusiva Com o Tecladista Henrik Klingenberg

Publicado: 17/01/2014 por Tamara Barcelos em Entrevistas, News
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A banda Sonata Arctica completa 15 anos de carreira em 2014 e anunciou várias datas de uma turnê comemorativa. Com vários fãs no Brasil, a banda passará por 4 cidades em março para uma série de apresentações (Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). RioMetal tem o prazer de anunciar uma parceria com a Nuclear Blast e traz para você um bate-papo rápido e divertido com o tecladista Henrik Klingenberg. Confira:

Olá Henrik, é um grande prazer falar com você!

A banda está comemorando 15 anos e vai premiar os fãs com uma turnê. Ainda contando com dois dos membros originais, Tony Kakko (vocal) e Tommy Portimo (Bateria), gostaria de saber como você olha para a evolução da banda depois de todos esses anos.

Henrik : Bem, eu acho que começou como uma banda de power metal, fortemente influenciado por Stratovarius. Ficamos dentro desse estilo mais ou menos pelos quatro primeiros álbuns. O nosso 5 º álbum, Unia, foi um divisor de águas e nós saltamos para um estilo progressivo depois que fizemos algumas experiências com elementos sinfônicos ( em The Days of Grays) e com o nosso sétimo álbum, Stones Grow Her Name, fizemos um álbum de rock bastante direto. Então agora depois de 15 anos temos mais ou menos um círculo completo, o nosso novo álbum Pariah’s Child está mais perto do estilo de como começamos com alguma dimensão adicional usando as coisas que aprendemos ao longo do caminho.

Com o sucesso de “Stones Grow Her Name”, a banda tocou em 2013 pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro (Brasil) e vai voltar este ano, contando com duas apresentações. O que vocês sentiram sobre a recepção dos fãs? Vocês puderam ver um pouco da cidade ou vai ficar para a próxima vez ?

Henrik : Alguns de nós foram à praia de Copacabana então desta vez vamos tentar conferir outra coisa 😉 É sempre muito agitado em turnê, por isso muitas vezes nós realmente não temos a possibilidade de conferir muita coisa ao nosso redor. Eu acho que o show no Rio foi muito bom e parecia que os fãs estavam esperando por nós há muito tempo, então eu estou realmente feliz que nós já podemos voltar em poucos meses.

Ainda falando sobre a última turnê, a “Stones Grow Her Name Tour” foi a última a contar com Marko Passikoski (Bass) na banda, que mais tarde foi substituído por Pasi Kauppinen (que trabalhou com a banda durante a gravação de “Stones Grow Her Name”). Como a banda encarou a saída de Marko e como foi o processo de decisão para a entrada de Pasi na banda?

Henrik : Bem, Marko não queria tocar mais, ele não estava nessa agenda de shows pesado que mantemos e nós conversamos sobre isso por um ano ou algo assim, Ele concordou em terminar a turnê e agora está fazendo algo completamente diferente do negócio da música. Quanto a vinda do Pasi, eu tenho tocado com ele desde quando éramos adolescentes e ele tem uma história com o Sonata também. Ele mixou os nossos dois DVD’s ao vivo e nós gravamos diferentes coisas em seu estúdio desde o Unia, então todos o conheciam e nós realmente não tivemos que pensar duas vezes. Ele também nos deu suporte em uma turnê européia com uma de suas outras bandas: Winterborn. Então, nós sabemos que ele pode lidar com isso na estrada também.

Além da turnê de aniversário, o Sonata Arctica se prepara para lançar seu oitavo álbum, ” Pariah’s Child”. O que os fãs podem esperar ?

Henrik : Eu acho que isso é muito perto de como o Sonata Arctica deve soar, o material power metal, uma balada, alguns elementos progressivos e assim por diante. Nós incorporamos todas as coisas boas sobre essa banda e tenho certeza que os fãs vão apreciar isso. Pelo menos estamos muito felizes com o álbum, ficou ótimo e ele vai voltar a ser totalmente incrível para chegar em turnê e tocar estas novas músicas ao vivo.

Henrik Klingenberg, Tommy Portimo, Tony Kakko, Pasi Kauppinen e Elias Viljanen

Como é o processo de composição da banda? Neste novo álbum, teremos contribuições de Pasi?

Henrik : O processo de banda sempre foi mais ou menos o mesmo. Tony traz algumas demos e daí nós juntos escolhemos o que vamos começar a trabalhar. Nós organizamos as coisas juntos como uma banda e todo mundo tem opinião sobre a forma como as coisas tem que andar.

O que os fãs podem esperar do set list da turnê de aniversário? Alguma surpresa que você pode revelar para nós?

Henrik : Bem, não seria uma surpresa então, não é? Nós vamos tocar um monte de coisas mais antigas dos primeiros quatro álbuns e uma ou outra músicas raras que nunca tocamos ao vivo em qualquer lugar antes. O objetivo é fazer um dos melhores setlists, vamos ver como vamos nos sair 😉

Obrigado pela sua atenção e tempo. Gostaria de deixar uma mensagem para os fãs?

Henrik : No momento está um frio infernal aqui em casa, então eu mal posso esperar para chegar e aproveitar o sol. Vou ver todos vocês nos shows em março e então podemos tomar algumas caipirinhas… ou pelo menos eu posso. Valeu!

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